Setores interessados em flexibilizar o Código Florestal financiaram a campanha de 11 dos 13 deputados que votaram a favor do relatório de Aldo Rebelo (PCdoB-SP), aprovado em 6 de julho por comissão especial da Câmara.
O próprio Rebelo foi um dos beneficiários ao receber neste ano verbas de empresas ligadas ao campo.
