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Uma florzinha isolada.


Foi notícia: Com 52 anos, Brasília registra altos índices de violência e desigualdade social (Fonte)

Pincelada do Rabix
Em nosso país tem uma coisa que somente atrapalha o progresso e as boas idéias. Chama-se política.Quando fizeram o projeto de Brasília diziam que ela seria bem no centro do mapa do Brasil.

É só o começo


Foi noticia:  Cerca de 55% dos postos de combustível ja tem estoque normalizado (Fonte)


Pincelada do Rabix
Administrar uma cidade como são Paulo é como aplicar a teoria do caos. Mexe em uma coisinha aqui e causa um terremoto ali.Isso sem contar com a incapacidade de nossos políticos de administrar crises.

Os ratos de Brasília


                             Ratos de Brasília

da : http://www.folhabv.com.br/Noticia_Impressa.php?id=81291

Walber Aguiar *
 
Era noite. Hora de descansar. Momento de sair à procura de alguma coisa que alguém esqueceu num canto qualquer. Descanso para uns, trabalho para outros. Barriga cheia e estômago vazio disputavam restos de comida e de decisões a serem tomadas.

País largado 7















Crianças em risco nos parquinhos da capital .

Brinquedos dos parques públicos estão deteriorados, com lascas
se soltando e pregos enferrujados à mostra, e totalmente fora das
normas da ABNT. Prefeitura afirma que vai abrir licitação para
a troca dos equipamentos .

Daniel Gonzales, daniel.gonzales@grupoestado.com.br

Brincar nos parquinhos instalados em parques públicos da capital
não é totalmente seguro para as crianças. Malconservados, sujos e
instalados em pisos inadequados, os brinquedos requerem vigilância
redobrada dos pais ou responsáveis para não virarem armadilhas
para os pequenos.

A Secretaria Municipal de Verde e Meio Ambiente afirma que
prepara licitação para a troca de mais de 16 tipos de brinquedos
nos 33 parques municipais da capital, o que deve levar de seis a
oito meses. Valores ainda dependem da finalização do edital.O JT
visitou 10 parques, nove deles apresentam problemas. A única
exceção foi o Parque do Trote, inaugurado em 2006, mas não
porque os brinquedos sejam adequados: o local simplesmente
não tem parte dos equipamentos, que ficavam perto da entrada.

Os antigos, doados, estavam tão estragados que tiveram de ser
retirados.Em pleno Parque do Ibirapuera, o mais visitado da
cidade, onde circulam 130 mil pessoas nos fins de semana, duas
gangorras estão sem os assentos e com pregos enferrujados
expostos. Em outra, algum funcionário adotou um “jeitinho”: a
gangorra também está com a madeira exposta e rachada, mas
os pregos foram martelados.

Parte dos balanços quebrados estava interditada com uma fita
plástica, que foi levada pela chuva. No Parque Estadual Fernando
Costa (Água Branca), em Perdizes, que pertence à Secretaria
Estadual de Agricultura e é sede de vários órgãos estaduais, os
brinquedos estão enferrujados, soltando lascas de madeira e
quebrados em meio à sujeira. Embaixo do balanço, onde deveria
haver areia ou grama, só barro, tipo de piso que é um convite aos
acidentes.

Já no Parque do Piqueri (municipal), no Tatuapé, há teias de
aranhas no playground. São apenas alguns (maus) exemplos.
“A grande maioria dos acidentes em parques é relacionada a
quedas”, diz Ingrid Stammer, coordenadora de projetos da ONG
Criança Segura. As quedas, diz, representam 55% das
hospitalizações de crianças entre 0 e 14 anos.

Por ano, segundo o Ministério da Saúde, ocorrem no País 6 mil
mortes e 140 mil internações, nessa faixa etária. Nos playgrounds,
os principais responsáveis são brinquedos com mais de 1,5 metro
de altura. “Onde a chance de acidentes é quatro vezes maior”,
segundo Ingrid, ou em tipos de solo inadequados. No Parque
Villa-Lobos (estadual), os brinquedos são novos, mas parte deles
está instalada em piso de concreto, impróprio para o local.

“Deve ser grama, areia fofa, terra não compactada ou emborrachado,
para absorver os impactos”, afirma Fabio Namiki, coordenador da
Comissão de Estudos de Segurança em Brinquedos da Associação
Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

Outra falha grave, de acordo com Namiki, é a ausência de barreiras
de segurança em torno dos balanços. Prevista pelas normas, elas
servem para impedir que crianças passem correndo em torno desses
brinquedos e sejam atingidas. Mas nenhum dos parques tem o
equipamento.
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Capital da multa













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INSTALADA EM TATUÍ A INDÚSTRIA DA MULTA
Essa indústria não favorece o aumento de empregos e muito menos
faz alguma coisa de produtiva.Ela somente rende lucros a prefeitura
que está faturando horrores com os motoristas desavisados.Pode-se
até acabar com o IPTU que a renda continua firme e forte.

E não é somente se o motorista infrator passar no farol vermelho
que será fotografado. Muitas vezes se entrar no amarelo, que por
sinal fica aceso somente alguns segundos, estará ferrado. Em vez de
colocarem câmeras de vigilância pela cidade para fazer um prevenção
contra a violência que a cada dia aumenta, a prefeitura optou pelas
que tiram fotos nos sinaleiros.

Já ví um decalque em parabrisa : "Visite tatuí e ganhe uma multa".
Outra ainda: "Tatuí capital da multa".Lembre-se que não tem aviso
algum nos faróis ou antes deles, dessas malfadadas câmeras.Na foto
o caso de um flagrante quanto o veículo entrava no farol amarelo
.

Note que a foto é em preto e branco. Daí as cores do farol ficam cinzas.
Com isso a coisa fica unilateral e o cidadão mais prejudicado.
Não sou contra esse tipo de fiscalização , mas acho que tudo que
envolve responsabilidade, tem que ser perfeito.
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Capital da mosca.

TATUÍ JA FOI CHAMADA DE "CAPITAL DA MOSCA"


















Tem noticias que geralmente são eliminadas pela mídia, principalmente
em cidades médias, onde a imprensa é dependente e bairrista.Noticias de
sucesso de cidadãos mais ricos sempre estão nas páginas dos socialytes,
acompanhadas de muita badalação e sempre enaltecendo a cidade.

Fatos reais que nem sempre seguem essa linha são automaticamente
suprimidos dos textos.Caso interessante ocorreu em Tatuí entre os anos
de 1977 a 1985. Começou aumentar o número de moscas de forma
descontrolada.Diziam os entendidos que a origem dos insetos eram as
granjas que rodeavam a cidade.

As autoridades, como sempre, fechavam os olhos para o caso.Naquela
época (1977) a indústria Alpargatas estava em construção.No verão,
depois de uma chuva, os carros estacionados na empresa ficavam
literalmente cobertos de moscas.

Tinha muitas empresas terceirizadas trabalhando no
local.Uma delas levantou a questão de, o por que, o seu chefe de
escritório pedia tanto inseticida.Não acreditavam no que ele dizia
sobre a infinidade de moscas.Ameaçaram de cortar o envio de
inseticida, se ele não comprovasse o seu uso.

Daí o funcionário simplesmente começou a juntar as moscas mortas
pelo veneno e colocar em um saquinho plástico.Depois de encher
dois até a boca ,lacrou-os e mandou para a matriz.Dava
aproximadamente um quilo de insetos. Um dos focos era uma
granja que ficava próxima a Alpargatas.

Os ônibus levavam os trabalhadores e voltavam cheios de moscas.
Na cidade elas saiam dos veículos e entravam nas casas.Todo dia
na hora do almoço, antes de por a comida na mesa, era obrigatório
usar inseticida.Tatuí, pelo fato de ter um conservatório musical
estadual, sendo uma das poucas cidades a possuir tal honra,
os badaladores começaram a chamar a cidade de: "Capital da música".

Até hoje essa frase é motivo de orgulho para os bairristas de plantão e
para os políticos.Ela está em todas as placas na cidade. Daí com a invasão
das moscas ,os mais realistas e gozadores começaram a chamar a cidade
de :"Capital da Mosca". Muita gente que não gostava da situação
deconfortável se mudou para Itapetininga ou cidades próximas ,
fugindo dos insetos e economizando inseticida.


As más línguas ja comentavam que, certamente o prefeito tinha um
acordo com a Bayer ou com a Rhodia, levando delas uma propina,
para ficar neutro no caso. O povo já estava rindo de boca fechada ,
com medo de engolir algumas aladas. Tinha dias ,que o ceu nublava
com as hostes inimigas sobrevoando a cidade.

A solução do problema só veio quando os granjeiros descobriram que
as moscas estavam dando prejuízo a produção.Daí tomaram medidas
enérgicas e começaram a dar para as aves, misturado na ração, BHC.
Aí prevaleceu mais uma vez, a força do capitalismo do que o bem estar
do povo.

Naquele tempo o BHC era liberado totalmente.E assim encerrou-se
um ciclo que ficou somente na memória dos mais velhos, e a cidade
voltou a ostentar com orgulho o título de: "Capital da música".
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