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Na sombra
Foi notícia: Estopim do escândalo do mensalão, Correios viram feudo político do PT (Fonte)
Pincelada do Rabix
As estatais quando mal gerenciadas se tornam parasitas dos contribuintes.
Governos foram feitos para administrar e não, ter empresas.
Explorando incautos
Foi notícia:Brasileiros se deixam enganar ao pagar caro por carro.(Fonte)
Pincelada do Rabix
O povo brasileiro sempre foi vítima de estelionatários e de coisas enganosas.Os EUA sempre jogou aquí seu lixo industrial, com a conivência de nossos governantes bajuladores entreguistas.
Cortando a película
Foi notícia: Band corta final de filme para exibir televendas (Fonte)
Pincelada do Rabix
A televisão brasileira goza de uma liberdade exagerada.Quando alguma coisa sai um pouco fora do contexto, o governo apenas aconselha a correção. Nada que seja imposto ou obrigado.
Tem emissora que ja mandou no país ( Dizem que até hoje manda) e se afinou com o governo ditatorial nos anos 70. Fazia a cabeça do povo inculto e adulterava notícias que porventura não agradasse os ditadores.
O calote em moda
Foi notícia: Em dez anos só uma multa é paga por vazamento de óleo (fonte)
Pincelada do Rabix
O pobre quando fica devendo, o banco tira dele até as calças, se ainda as tem.Daí ele entra na lista negra, ou melhor dizendo, fica com a ficha suja.Não tendo recursos para acionar a justiça , muitas vezes deixa o tempo rolar por cinco anos para ver a divida caducada.
É certo ficar devendo e não pagar ? Não. Isso é chamado de calotismo ou como muitos preferem, inadimplência.Quem deve e não paga, não passa de uma pessoa sem responsabilidade, sem planejamento e sem vergonha.
Missão impossível
14/09/2011
Impasse impede redução na tarifa de luz em 3 Estados
DO RIOFolha.com
Mais de 15 milhões de consumidores de energia em São Paulo, no Ceará e no Pará estão com as tarifas de eletricidade congeladas neste ano devido à indefinição sobre as regras de revisão tarifária, informa reportagem de Leila Coimbra para a Folha.
O impasse prejudica os consumidores porque nos processos de revisão, pelos quais as empresas passam a cada quatro anos, em média, normalmente há redução das tarifas.
O mundo dos espertos
A competição esquenta no mercado de encomendas
Armadas com tecnologia, empresas usam expansão do e-commerce para ganhar mercado dos Correios
08 de agosto de 2011Fernando Scheller - O Estado de S.Paulo
O crescimento vertiginoso do comércio eletrônico no País mudou a cara do mercado de entregas expressas. Na era do varejo online, não basta apenas entregar, é preciso também estar preparado para informar ao consumidor final todos os movimentos da mercadoria adquirida.
Fechando o cêrco
Governo muda cálculo e dobra valor da multa para empresa que desrespeitar o consumidor
O governo brasileiro alterou o método usado para calcular a multa aplicada a empresas que ferem o CDC (Código de Defesa do Consumidor).
22/07/2011 Correio do Estado
O governo brasileiro alterou o método usado para calcular a multa aplicada a empresas que ferem o CDC (Código de Defesa do Consumidor). Um despacho publicado no Diário Oficial da União na semana passada quase dobra o valor da cobrança pelo desrespeito aos clientes.
Bancos: Cartel da enganação.
É interessante o artigo abaixo, copiado do site www.realidadeoculta.com
Leia e chegue a uma conclusão se for capaz.
Os bancos e a arte de fabricar dinheiro
José Luís Gonzales del Moral
Quase todo mundo tem contas correntes e de poupança e quase todo mundo paga juros, deposita, faz transferências... Mas praticamente ninguém, nem mesmo a maior parte dos empregados e diretores dos bancos, está a par dos mecanismos que movem as engrenagens do sistema bancário. O natural seria que, ao abrir uma conta, cada um fosse devidamente informado a respeito do assunto. É claro que isso não acontece, mas, em todo caso, nada nos impede de imaginar como seria...
Cliente: Para que existem os bancos?
Banqueiro: Bem... para ganhar dinheiro, naturalmente.
C: Para que os clientes ganhem, claro.
B: Não, para que os bancos ganhem.
C: E por que a publicidade bancária não menciona esse fato?
B: Não seria de bom gosto, mas isso está subentendido quando se faz
referência a reservas e coisas do tipo. Esse é o dinheiro que se ganha.
C: Evidentemente, ganha-se esse dinheiro dos clientes...
B: Presumo que sim.
C: Bom, e quando se fala em ativos, alude-se também a dinheiro que o banco ganhou?
B: Não exatamente. Esse é o dinheiro que se usa para ganhar dinheiro.
C: Ah, tá! Suponho então que o guardem numa caixa-forte...
B: De modo nenhum. Nós o emprestamos a nossos clientes.
C: Então os senhores não o têm?
B: Não.
C: Então, como podem chamá-lo ativo?
B: Porque ele realmente seria assim se pudéssemos recuperá-lo.
C: Mas... certamente têm algum dinheiro guardado em algum lugar!
B: Claro que sim. Normalmente temos uma quantidade igual ao ativo, a que chamamos de passivo.
C: Mas, se o têm... como podem chamá-lo de passivo?
B: Porque não é nosso.
C: Então, por que o têm?
B: Porque os clientes nos emprestaram.
C: Mas, como? Quer dizer que são os clientes que emprestam dinheiro aos bancos?
B: Exato. Depositam dinheiro em nossas contas... e realmente o emprestam ao banco.
C: E que fazem os bancos com o dinheiro?
B: Emprestam-no de novo aos clientes.
C: Não disse o senhor que o dinheiro que vocês emprestam corresponde aos seus ativos?
B: Sim.
C: Mas então quer dizer que o passivo que vocês recebem dos clientes e o ativo que vocês emprestam... são a mesma coisa!
B: Nossa! Eu não seria tão categórico!
C: Eu deposito R$1.000 em minha conta e o banco me deve esse dinheiro (que é o passivo), mas eis que o emprestam a outra pessoa (o ativo) e ele... tem que devolvê-lo. Mas... não são os mesmos R$1.000?
B: Com certeza!
C: Então, se ambas as operações se anulam... os bancos NÃO TÊM NENHUM DINHEIRO!
B: Isso é só em teoria...
C: Esqueça a teoria. Se não têm dinheiro... de onde tiram suas reservas?
B: Já lhe disse... é simplesmente dinheiro que ganhamos...
C: Como?
B: Se o senhor nos traz R$1.000, só utilizará, em princípio, dez por cento dessa quantia. Os pagamentos grandes são feitos com talão. Nós guardamos R$100 para quando o senhor precisar de dinheiro propriamente dito.
C: E o resto?
B: Bem, a partir de cada um daqueles R$100 restantes lucramos R$1.000.
C: Vocês lucram R$9.000 com base nos meus R$1.000 iniciais?
B: Claro, pois da mesma forma que o senhor só utiliza R$100 dos R$1.000, com os outros acontece o mesmo.
C: E cobram juros?
B: Claro, ao redor de 19% a 20%, que seria o lucro.
C: Mas são 20% sobre R$9.000 a partir de R$1.000!
B: Algo assim.
C: E por que não é meu esse lucro? Afinal, não se trata do meu dinheiro?
B: É a aplicação das teorias bancárias...
C: Mas tenho que cobrar-lhes juros, pois se trata do meu dinheiro!
B: Isso o senhor já faz. Dependerá do tipo de conta, desde 0.5% até 6%
ou 8% para depósitos a prazo, dependendo da taxa.
C: Mas que negócio estou fazendo!
B: Claro que esse juro o senhor recebe no caso de não retirar seu dinheiro.
C: Mas é claro que vou retirá-lo! Se pensasse nunca mais sacá-lo... eu o teria enterrado no jardim!
B: Não vamos gostar se o sacar de novo...
C: Por que não? Se o mantenho no banco, o senhor me disse que é passivo (dinheiro que vocês devem)... Penso eu que os senhores ficarão contentes por ver que reduzo suas dívidas.
B: Não! Isso não nos interessa.... Se o senhor o retirar não poderemos emprestá-lo a ninguém!
C: Mas se quero sacá-lo, terão que dá-lo a mim!
B: Certamente.
C: Então... suponha que já emprestaram meu dinheiro a outro cliente.
B: Nesse caso lhe daremos o dinheiro de outra pessoa.
C: Mas... e se essa pessoa também o quiser?
B: O senhor está sendo propositadamente obtuso!
C: Pois eu acho que estou sendo é agudo. O que aconteceria se todo mundo quisesse seu dinheiro ao mesmo tempo?
B: A teoria bancária diz que isso não acontecerá NUNCA.
C: Quer dizer que os bancos têm por princípio NÃO SE VEREM OBRIGADOS A CUMPRIR COM SEUS COMPROMISSOS.
B: Eu não exporia a questão nesses termos...
C: Claro. Enfim, acho que já falamos bastante.
B: Bem, prezado cliente, agora o senhor não tem mais que depositar uma quantia para abrir sua conta.
C: Ah, sim, agradeço. Mas, pensando bem, se vou abrir uma conta... não seria melhor negócio que eu abrisse um banco?
Fonte:
http://www.samamultimidia.com.br/port/catalogo/art04-bancos .html
Leia e chegue a uma conclusão se for capaz.
Os bancos e a arte de fabricar dinheiro
José Luís Gonzales del Moral
Quase todo mundo tem contas correntes e de poupança e quase todo mundo paga juros, deposita, faz transferências... Mas praticamente ninguém, nem mesmo a maior parte dos empregados e diretores dos bancos, está a par dos mecanismos que movem as engrenagens do sistema bancário. O natural seria que, ao abrir uma conta, cada um fosse devidamente informado a respeito do assunto. É claro que isso não acontece, mas, em todo caso, nada nos impede de imaginar como seria...
Cliente: Para que existem os bancos?
Banqueiro: Bem... para ganhar dinheiro, naturalmente.
C: Para que os clientes ganhem, claro.
B: Não, para que os bancos ganhem.
C: E por que a publicidade bancária não menciona esse fato?
B: Não seria de bom gosto, mas isso está subentendido quando se faz
referência a reservas e coisas do tipo. Esse é o dinheiro que se ganha.
C: Evidentemente, ganha-se esse dinheiro dos clientes...
B: Presumo que sim.
C: Bom, e quando se fala em ativos, alude-se também a dinheiro que o banco ganhou?
B: Não exatamente. Esse é o dinheiro que se usa para ganhar dinheiro.
C: Ah, tá! Suponho então que o guardem numa caixa-forte...
B: De modo nenhum. Nós o emprestamos a nossos clientes.
C: Então os senhores não o têm?
B: Não.
C: Então, como podem chamá-lo ativo?
B: Porque ele realmente seria assim se pudéssemos recuperá-lo.
C: Mas... certamente têm algum dinheiro guardado em algum lugar!
B: Claro que sim. Normalmente temos uma quantidade igual ao ativo, a que chamamos de passivo.
C: Mas, se o têm... como podem chamá-lo de passivo?
B: Porque não é nosso.
C: Então, por que o têm?
B: Porque os clientes nos emprestaram.
C: Mas, como? Quer dizer que são os clientes que emprestam dinheiro aos bancos?
B: Exato. Depositam dinheiro em nossas contas... e realmente o emprestam ao banco.
C: E que fazem os bancos com o dinheiro?
B: Emprestam-no de novo aos clientes.
C: Não disse o senhor que o dinheiro que vocês emprestam corresponde aos seus ativos?
B: Sim.
C: Mas então quer dizer que o passivo que vocês recebem dos clientes e o ativo que vocês emprestam... são a mesma coisa!
B: Nossa! Eu não seria tão categórico!
C: Eu deposito R$1.000 em minha conta e o banco me deve esse dinheiro (que é o passivo), mas eis que o emprestam a outra pessoa (o ativo) e ele... tem que devolvê-lo. Mas... não são os mesmos R$1.000?
B: Com certeza!
C: Então, se ambas as operações se anulam... os bancos NÃO TÊM NENHUM DINHEIRO!
B: Isso é só em teoria...
C: Esqueça a teoria. Se não têm dinheiro... de onde tiram suas reservas?
B: Já lhe disse... é simplesmente dinheiro que ganhamos...
C: Como?
B: Se o senhor nos traz R$1.000, só utilizará, em princípio, dez por cento dessa quantia. Os pagamentos grandes são feitos com talão. Nós guardamos R$100 para quando o senhor precisar de dinheiro propriamente dito.
C: E o resto?
B: Bem, a partir de cada um daqueles R$100 restantes lucramos R$1.000.
C: Vocês lucram R$9.000 com base nos meus R$1.000 iniciais?
B: Claro, pois da mesma forma que o senhor só utiliza R$100 dos R$1.000, com os outros acontece o mesmo.
C: E cobram juros?
B: Claro, ao redor de 19% a 20%, que seria o lucro.
C: Mas são 20% sobre R$9.000 a partir de R$1.000!
B: Algo assim.
C: E por que não é meu esse lucro? Afinal, não se trata do meu dinheiro?
B: É a aplicação das teorias bancárias...
C: Mas tenho que cobrar-lhes juros, pois se trata do meu dinheiro!
B: Isso o senhor já faz. Dependerá do tipo de conta, desde 0.5% até 6%
ou 8% para depósitos a prazo, dependendo da taxa.
C: Mas que negócio estou fazendo!
B: Claro que esse juro o senhor recebe no caso de não retirar seu dinheiro.
C: Mas é claro que vou retirá-lo! Se pensasse nunca mais sacá-lo... eu o teria enterrado no jardim!
B: Não vamos gostar se o sacar de novo...
C: Por que não? Se o mantenho no banco, o senhor me disse que é passivo (dinheiro que vocês devem)... Penso eu que os senhores ficarão contentes por ver que reduzo suas dívidas.
B: Não! Isso não nos interessa.... Se o senhor o retirar não poderemos emprestá-lo a ninguém!
C: Mas se quero sacá-lo, terão que dá-lo a mim!
B: Certamente.
C: Então... suponha que já emprestaram meu dinheiro a outro cliente.
B: Nesse caso lhe daremos o dinheiro de outra pessoa.
C: Mas... e se essa pessoa também o quiser?
B: O senhor está sendo propositadamente obtuso!
C: Pois eu acho que estou sendo é agudo. O que aconteceria se todo mundo quisesse seu dinheiro ao mesmo tempo?
B: A teoria bancária diz que isso não acontecerá NUNCA.
C: Quer dizer que os bancos têm por princípio NÃO SE VEREM OBRIGADOS A CUMPRIR COM SEUS COMPROMISSOS.
B: Eu não exporia a questão nesses termos...
C: Claro. Enfim, acho que já falamos bastante.
B: Bem, prezado cliente, agora o senhor não tem mais que depositar uma quantia para abrir sua conta.
C: Ah, sim, agradeço. Mas, pensando bem, se vou abrir uma conta... não seria melhor negócio que eu abrisse um banco?
Fonte:
http://www.samamultimidia.com.br/port/catalogo/art04-bancos .html
Sacanagem geral.

Todos sabemos que no Brasil nada é confiável.As empresas, muitas delas multinacionais que há muito exploram os brasileiros, estão sendo multadas pela maquiagem de produtos. Aqui tudo é largado, menos a máquina de cobrar impostos que tem uma manutenção exemplar. Está sempre engraxadinha e com peças novas para esfolar o contribuinte. Não fugindo a regra, nossa industria também, há muito se manifesta como bandida. Aproveitando da falta de controle do governo, alteram o peso de seus produtos a vontade, sem ter uma lei que isso regulamente. Em um país onde o sistema métrico foi adotado, a farra das varições de peso chegam ao absurdo. O nosso litro, não é um litro e sim 900 ml.Compre uma lata de óleo comestivel ou uma de tinta e verá.O leite, por incrível que pareça, ainda vem com um litro. Entre no link abaixo e entenda o que acontece, e veja tambem as marcas bandidas. Tudo em busca do lucro exagerado.Estávamos precisando de um super-herói nacional, para resolver estas coisas, já que o governo neste setor também se mostra incompetente.
www.idec.org.br/rev_idec_texto2.asp?pagina=1...
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