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Os estelionatários da colher


Os estelionatários da colher
Quem nunca teve problemas  com mecânicos ou pedreiros, levante a mão.Acho que todo mundo ja teve.São os estelionatários de serviços que estão por aí,muitas vezes estabelecidos e com endereço certo.

Sem fiado


Foi noticia:  Faculdades ameaçam vetar alunos com credito estudantil (Fonte)


Pincelada do Rabix
O governo é muito bom para cobrar e muito ruim para pagar.O calote rola a solta em todas as esferas, desde o município, passando pelo estado e indo até Brasília.

O calote em moda


Foi notícia: Em dez anos só uma multa é paga por vazamento de óleo (fonte)

Pincelada do Rabix
O pobre quando fica devendo, o banco tira dele até as calças, se ainda as tem.Daí ele entra na lista negra, ou melhor dizendo, fica com a ficha suja.Não tendo recursos para acionar a justiça , muitas vezes deixa o tempo rolar por cinco anos para ver a divida caducada.

É certo ficar devendo e não pagar ? Não. Isso é chamado de calotismo ou como muitos preferem, inadimplência.Quem deve e não paga, não passa de uma pessoa sem responsabilidade, sem planejamento e sem vergonha.

Fila de cobrança.

 
Líder do governo na Câmara é acusado de dar calote em cabos eleitorais.


Vaccarezza e aliado que teria contratado cabos eleitorais negam acusações e veem intriga política e chantagem no episódio
11 de abril de 2011 

Jair Stangler, do estadão.com.br

SÃO PAULO - O líder do governo na Câmara dos Deputados, Cândido Vaccarezza (PT), está sendo acusado de dar calote em cabos eleitorais da região de Alta Paulista, oeste do Estado de São Paulo.

 Segundo o Estadão.com.br apurou, o deputado estaria devendo R$ 270 mil a um engenheiro com quem fez dobradinha em Marília, R$ 20 mil ao PT de Marília e R$ 60 mil a um empresário de Tupã, além de outras dívidas menores com outras pessoas da região. O deputado nega as acusações e vê "chantagem" no episódio.

Em todas as cidades em que há a denúncia de calote, a história é bastante parecida. O economista Walter Bonaldo Filho, definido pelas pessoas ouvidas pela reportagem como "organizador" da campanha do deputado para a região, contratou pessoas e serviços que depois não foram pagas.

Bonaldo, segundo ele mesmo, é amigo pessoal de Vaccarezza há 17 anos e é filiado ao PMDB. Ele nega que tenha deixado dívidas e atribui as denúncias a briga interna do PT.

Bonaldo foi secretário de Finanças de Tupã entre janeiro de 2009 e agosto de 2010, no governo de Waldemir Gonçalves Lopes (PSDB). Antes, havia prestado assessoria à prefeitura da cidade na condição de consultor da Fundação Getúlio Vargas.

 Deixou a prefeitura durante a campanha eleitoral de 2010 para ajudar Vaccarezza. Segundo ele, não poderia continuar em um governo tucano e ajudar um petista na campanha.

Segundo explicou o próprio Bonaldo, a região de Alta Paulista é um reduto tucano. Por isso se ofereceu a Vaccarezza, que tem base na capital paulista, para ajudar a conseguir mais votos na região.

 Ele confirma que teve conversas com lideranças da região para apoio político, mas negou que tivesse feito qualquer acerto financeiro.


Oficializando a calotagem


 Tatuí está na lista negra do calote nos precatórios

Prefeituras são acusadas de dificultar pagamento

Da revista Consultor jurídico

Quase 450 prefeituras do estado de São Paulo estão sendo acusadas de dificultar o processamento dos precatórios. 


Nesta sexta-feira (11/3), o coordenador da diretoria de Execução de Precatórios do Tribunal de Justiça paulista, desembargador Venício Salles, declarou, em comunicado oficial, que os municípios serão “objeto de comunicação ao Ministério Público, para possível instauração de inquérito civil por ato de improbidade, bem como, ao Tribunal de Contas do Estado, para as providências cabíveis”.
Um comunicado do órgão havia determinado que os devedores cadastrassem os credores no Sistema de Controle de Pagamento do TJ-SP. No entanto, o pedido não foi cumprido. E isso foi o que gerou o comunicado da diretoria de Execução de Precatórios do Tribunal de Justiça paulista.

Recentemente, a revista Consultor Jurídico publicou o caso de uma mulher de 102 anos que espera pelo recebimento de precatório. Há mais de três décadas, o marido de Alzira de Araújo morreu e deixou para ela uma pensão. No entanto, a cada ida ao banco, ela só recebia 75% do valor a que tinha direito.


 Em 2000, entrou na Justiça paulista para pedir a correção do benefício. Conseguiu o valor integral em 2001, mas a diferença dos atrasados nunca foi paga.

 Pela lei, a idosa de 102 anos deveria ter recebido o dinheiro em 2008. O revés se deu com a resolução do Conselho Nacional de Justiça, segundo a qual os entes devedores passariam a ter 15 anos para quitar suas dívidas. Com a novidade, Alzira pode ter que viver até os 117 anos para receber o que lhe é devido.

A realidade da centenária é compartilhada por pelo menos outros 400 mil credores, somente no estado de São Paulo. Juntos, eles esperam para receber, um dia, R$ 20 bilhões.


 A gravidade do quadro, somada à idade avançada de muitos que esperam pela quitação dos débitos, mais o espírito empreendedor de investidores e empresas, têm levado ao desenvolvimento de uma nova modalidade comercial: a compra e a venda de precatórios, tudo nos conformes da lei.

"A possibilidade de resolver a catástrofe que se tornou a questão dos precatórios passa obrigatoriamente por atos firmes e ocasionais do Poder Judiciário, como é o caso dessa denúncia ao MP e ao Tribunal de Contas. 


Somente com penalidades efetivas os devedores serão compelidos a acabar com a  cultura do calote e quitar suas dívidas", avalia Rafael Jonatan Marcatto, membro da Comissão de Dívida Pública da OAB-SP e do Movimento dos Advogados Credores da Administração Pública (Madeca).

Na região ainda temos : Angatuba,Araçoiaba da Serra,Campina do Monte Alegre, Guareí,Itapetininga ,Cezário Lange, Capela do Alto , Tietê, Porangaba e Porto Feliz.

Sobraram muito poucos municípios. Esta é uma notícia que não sai na imprensa local.Interessante que dinheiro para financiar a grande farra do carnaval, todos tem. Menos para os velhinhos.