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Importando virus
Hospital de Pernambuco usa lençóis de hospitais americanos há 4 anos
Governo do Estado determinou o recolhimento das peças encontradas e solicitou auxílio do FBI para apurar a importação de lixo hospitalar
19 de outubro de 2011Jornal O Estado de São Paulo
Monica Bernardes, RECIFE, e Tiago Décimo, SALVADOR
O Hospital Regional Belarmino Correia, em Goiana (PE), usa há quatro anos e meio lençóis reaproveitados de quatro hospitais americanos. Após a denúncia, feita pela NETV, o governo determinou o recolhimento das peças.
Cesta para regime
No Brasil, salário mínimo compra duas cestas básicas; nos EUA, seis
18 de maio de 2011
Sílvio Guedes Crespo
Estadão.com.br
Quem ganha o salário mínimo no Brasil é capaz de comprar apenas duas vezes por mês os itens que o Dieese (Departamento Intersindical de Estudos Socioeconômicos) usa como parâmetro da cesta básica do País. Nos Estados Unidos, o salário mínimo local permite adquirir quase seis vezes os mesmos produtos, segundo um levantamento feito por Alcides Leite*, colaborador do Radar Econômico.
Coisas do terceiro mundo

VINTE E DOIS BEBÊS MORRERAM EM MENOS DE UM MÊS
Família conta tragédia da morte de bebês em hospital de Belém.
Michele Progênio perdeu gêmeos no hospital onde 22 bebês morreram em menos de um mês.
Grávida de gêmeos, Michele Progênio, não queria dar a luz na Santa Casa de Misericórdia de Belém.
Viajou por 13 horas - de ônibus e barco - de Muaná, na Ilha do Marajó, à capital do Pará, com a indicação para fazer uma cesariana o mais rápido possível. Aos 19 anos, desempregada, semi-analfabeta e com uma gravidez de risco, já tinha ouvido falar da falta de estrutura do hospital, onde 22 bebês morreram em menos de um mês.
Internada no dia 23 de junho, foi mandada de volta para casa três dias depois. Pouco mais de 48 horas após receber alta, ela deu entrada novamente no hospital, com uma forte hemorragia. No domingo, às 11h30, os gêmeos foram retirados, já sem vida.
Na manhã desta quarta-feira, 2, apenas os irmãos de Michele foram ao enterro dos bebês, enquanto ela continuava internada. Ao lado de outros dois pequenos caixões - também vindos da Santa Casa - os gêmeos foram sepultados em uma cova rasa do Cemitério Municipal Tapanã, onde os recém-nascidos ocupam 20% das covas. "Esses bebês são os únicos que vão pagar pelo erro do hospital", afirma Maria Georgina Progênio, irmã de Michele.
Fonte: Estadão
Essas são coisas que só acontecem no terceiro mundo. Nós vivemos no terceiro mundo.Se há um descaso até com nossos bebezinhos, imaginem com o resto. O terceiro mundo é caracterizado pela corrupção, violência e miséria. Os governantes que assumem o poder , (indiferente de partidos), tomam sempre o mesmo rumo do anterior, na administração.Daí o ditado : "Políticos são todos iguais."
Mais ,sobre o terceiro mundo.
TERCEIRO MUNDO TEM MAIS VÍTIMAS DE CATÁSTROFES NATURAIS

As catástrofes naturais provocam 90% de suas vítimas nos países subdesenvolvidos, devido à maior precariedade dos serviços de prevenção e atendimento às vítimas, segundo um informe divulgado pelas Nações Unidas. Entre 1975 e 2000, essas calamidades custaram a vida de 340 milhões de pessoas no Terceiro Mundo, contra apenas 27 mil nos países ricos - avalia o grupo de especialistas que produziu o informe, sob o título "Estratégia internacional para a redução de desastres".
Na última década, ocorreram 4.777 catástrofes naturais no mundo, provocando 880 mil mortes e afetando a moradia, saúde e sustento de um número perto de mil vezes maior.
O informe enfatiza que são as atividades humanas as responsáveis polas sequelas dêsses desastres. São elas que modificam o equilíbrio natural do planeta, com repercussão negativas na atmosfera, nos oceanos, camadas polares e cobertura vegetal.
Os autores do estudo sublinham também que as mortes provocadas por exemplo, pelos terremotos não são inevitáveis. Não são êsses fenômenos sísmicos em si que matam pessoas, mas os edifícios inseguros. Para prevenir tais danos eles recomendam medidas simples, mas efectivas, como avaliação dos índices de risco, mecanismos de alerta e planos de emergência para situações de calamidade pública.

As catástrofes naturais provocam 90% de suas vítimas nos países subdesenvolvidos, devido à maior precariedade dos serviços de prevenção e atendimento às vítimas, segundo um informe divulgado pelas Nações Unidas. Entre 1975 e 2000, essas calamidades custaram a vida de 340 milhões de pessoas no Terceiro Mundo, contra apenas 27 mil nos países ricos - avalia o grupo de especialistas que produziu o informe, sob o título "Estratégia internacional para a redução de desastres".
Na última década, ocorreram 4.777 catástrofes naturais no mundo, provocando 880 mil mortes e afetando a moradia, saúde e sustento de um número perto de mil vezes maior.
O informe enfatiza que são as atividades humanas as responsáveis polas sequelas dêsses desastres. São elas que modificam o equilíbrio natural do planeta, com repercussão negativas na atmosfera, nos oceanos, camadas polares e cobertura vegetal.
Os autores do estudo sublinham também que as mortes provocadas por exemplo, pelos terremotos não são inevitáveis. Não são êsses fenômenos sísmicos em si que matam pessoas, mas os edifícios inseguros. Para prevenir tais danos eles recomendam medidas simples, mas efectivas, como avaliação dos índices de risco, mecanismos de alerta e planos de emergência para situações de calamidade pública.
Onde vivemos.

Terceiro Mundo de acordo com a Teoria dos Mundos é uma designação genérica usada para designar nações de economia subdesenvolvida ou em desenvolvimento.
Aplica-se, geralmente às nações pobres da América Latina, da África e da Ásia.
A origem do nome está na idéia do demógrafo francês Alfred Sauvy, que propunha a idéia de um Terceiro Mundo, inspirado na idéia do Terceiro Estado, usada na revolução francesa. Os países membros do chamado Terceiro Mundo deveriam se unir e revolucionar a Terra, como fizeram os burgueses e revolucionários na França.
Os chamados Primeiro e Segundo mundo surgiram de uma interpretação errônea por parte principalmente da mídia, que não entendeu a mensagem de Sauvy. Como consequencia disso, hoje, muitos atribuem o nome a chamada "Velha Ordem Mundial", a divisão geopolítica de poderes e blocos de influência durante o período da Guerra Fria (1945-1989).
O "Primeiro Mundo" seria o dos países capitalistas desenvolvidos, enquanto o "Segundo Mundo" seria o dos países socialistas industrializados. Restariam no "Terceiro Mundo" os países capitalistas economicamente subdesenvolvidos e geopoliticamente não-alinhados. Essa idéia surgiu de uma interpretação desatenta das afirmações de Sauvy.
O termo foi oficialmente adotado durante a reunião de países asiáticos e africanos que se emanciparam da colonização européia, em abril de 1955, na Conferência de Bandung, na Indonésia. É a partir dessa denominação que esses países, considerados pobres e com sérios problemas sociais como a violência, a miséria extrema e a corrupção, buscaram chamar a atenção do mundo inteiro.
No entanto, muitos desses países acabaram depois cobiçados por forças políticas e sociais ligadas a cada uma das duas facções da Guerra Fria, a capitalista e a comunista.
Após o fim da União Soviética, o termo vem caindo em gradual desuso, preferindo-se usar o termo "países em desenvolvimento", evidenciando o caráter econômico e social do povo.
Ressalvas são feitas com relação a alguns países latino-americanos como Brasil e México, que são industrializados e têm regimes de governo democráticos, embora ainda tenham indicadores sociais aquém dos países de primeiro mundo.
Os países do Cone Sul em geral são tratados como "terceiro mundo" mas atualmente não podem ser considerados países subdesenvolvidos, uma vez que, além de serem democracias, seus indicadores sociais e econômicos os aproximam mais de alguns países da Europa que dos países realmente subdesenvolvidos.
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