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CPMF ameaça voltar.
GOVERNO E OPOSIÇÃO DISCUTEM NOVA CPMF
Objetivo é financiar elevação dos gastos com a saúde
Sem alarde, aliados do governo articulam a criação de uma nova Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) para financiar a saúde. A medida faz parte do acordo entre governo e líderes partidários para aprovar a emenda 29 – que determina a repartição dos recursos da saúde entre os entes federados.
As alternativas para recriar a CPMF não estão fechadas. Mas foram apresentadas ao longo da semana aos ministros da Fazenda, Guido Mantega, das Relações Institucionais, José Múcio Monteiro, e da Saúde, José Gomes Temporão.
RECURSOS EXTRAS
A idéia é garantir fontes de recursos para assegurar a execução da emenda 29 (que aumenta as verbas para a saúde). Também está em estudo destinar para a saúde parte dos recursos obtidos com os impostos sobre bebidas e cigarros.
A proposta de recriar a CPMF divide os aliados do governo. O líder do governo na Câmara, Henrique Fontana (PT-RS), diz que é necessário encontrar fontes seguras de recursos para implementar a emenda 29.
Para Fontana, não será possível pôr em prática o que determina a medida. Múcio advertiu, anteontem que é necessário apresentar fontes de recursos antes de aprovar a emenda 29 na Câmara.
Pela emenda 29, a União deve repassar 8,5% da sua receita bruta para o setor. Até 2011, o percentual deverá chegar a 10%, o que deverá atingir R$ 23 bilhões. Já os Estados deverão repassar 12% de sua arrecadação e os municípios 15% para o setor da saúde.
O governo alega que não tem fontes de arrecadação para garantir esses repasses. Isso ocorre justamente no momento em que a Câmara se prepara para votar a emenda.
O presidente da Casa, Arlindo Chinaglia (PT-SP), quer votar a proposta na última semana deste mês.
Nas reuniões realizadas ao longo da semana, alguns parlamentares sugeriram ainda o repasse de parte da arrecadação dos impostos sobre fumo e bebidas para a saúde. Cálculos gerais estimam que só este ano os dois setores vão gerar mais R$ 3 bilhões em impostos. (Folhapress)
Novamente a ameaça da volta desse famigerado imposto que desde o inicio foi propagado que seus recursos iriam para a saúde.Como nossos governantes não merecem crédito e sempre fica o dito pelo não dito, o "chupa cabras" de nossos bolsos poderá voltar com toda força.
Se fôssemos um povo organizado e sincronizado nas ações ,facilmente derrotaríamos essa ameaça, retirando nosso dinheiro dos bancos. Êstes, por sua vez,continuam cumprindo uma tarefa amoral de esfolar a população, aproveitando as leis fracas ou mesmo a inexistencia delas.
São hospedeiros de virus maléficos, como os ratos de esgoto. Por meio deles a população ficou mais pobre na era Collor, quando do roubo da poupança. Por tras das belas propagandas enganosas, se escondem máquinas mortíferas e mentes insaciáveis.
Seria o justo, que o companheiro governo, tirasse deles a parte necessária para a saúde e não do povo pobre e sofrido. Mas antes que isso aconteça, terá que passar muita água em baixo da ponte, ou muita moeda em bolsos suspeitos.
Objetivo é financiar elevação dos gastos com a saúde
Sem alarde, aliados do governo articulam a criação de uma nova Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) para financiar a saúde. A medida faz parte do acordo entre governo e líderes partidários para aprovar a emenda 29 – que determina a repartição dos recursos da saúde entre os entes federados.
As alternativas para recriar a CPMF não estão fechadas. Mas foram apresentadas ao longo da semana aos ministros da Fazenda, Guido Mantega, das Relações Institucionais, José Múcio Monteiro, e da Saúde, José Gomes Temporão.
RECURSOS EXTRAS
A idéia é garantir fontes de recursos para assegurar a execução da emenda 29 (que aumenta as verbas para a saúde). Também está em estudo destinar para a saúde parte dos recursos obtidos com os impostos sobre bebidas e cigarros.
A proposta de recriar a CPMF divide os aliados do governo. O líder do governo na Câmara, Henrique Fontana (PT-RS), diz que é necessário encontrar fontes seguras de recursos para implementar a emenda 29.
Para Fontana, não será possível pôr em prática o que determina a medida. Múcio advertiu, anteontem que é necessário apresentar fontes de recursos antes de aprovar a emenda 29 na Câmara.
Pela emenda 29, a União deve repassar 8,5% da sua receita bruta para o setor. Até 2011, o percentual deverá chegar a 10%, o que deverá atingir R$ 23 bilhões. Já os Estados deverão repassar 12% de sua arrecadação e os municípios 15% para o setor da saúde.
O governo alega que não tem fontes de arrecadação para garantir esses repasses. Isso ocorre justamente no momento em que a Câmara se prepara para votar a emenda.
O presidente da Casa, Arlindo Chinaglia (PT-SP), quer votar a proposta na última semana deste mês.
Nas reuniões realizadas ao longo da semana, alguns parlamentares sugeriram ainda o repasse de parte da arrecadação dos impostos sobre fumo e bebidas para a saúde. Cálculos gerais estimam que só este ano os dois setores vão gerar mais R$ 3 bilhões em impostos. (Folhapress)
Novamente a ameaça da volta desse famigerado imposto que desde o inicio foi propagado que seus recursos iriam para a saúde.Como nossos governantes não merecem crédito e sempre fica o dito pelo não dito, o "chupa cabras" de nossos bolsos poderá voltar com toda força.
Se fôssemos um povo organizado e sincronizado nas ações ,facilmente derrotaríamos essa ameaça, retirando nosso dinheiro dos bancos. Êstes, por sua vez,continuam cumprindo uma tarefa amoral de esfolar a população, aproveitando as leis fracas ou mesmo a inexistencia delas.
São hospedeiros de virus maléficos, como os ratos de esgoto. Por meio deles a população ficou mais pobre na era Collor, quando do roubo da poupança. Por tras das belas propagandas enganosas, se escondem máquinas mortíferas e mentes insaciáveis.
Seria o justo, que o companheiro governo, tirasse deles a parte necessária para a saúde e não do povo pobre e sofrido. Mas antes que isso aconteça, terá que passar muita água em baixo da ponte, ou muita moeda em bolsos suspeitos.
Horário de bobão.
Hoje acordei com aquela sensação de que alguma coisa estava no lugar, que algo ficara normal, uma peça se encaixou.Creio que muita gente sentiu isso.Em nossa falsa democracia, passamos por essas situações sofredoras, só para atender caprichos do rei,que tenta imitar paizes do primeiro mundo onde a realidade é outra.
Coizinhas como isso, voto obrigatório e algumas particularidades a mais dão a nossa democracia um ar de fajuta e falsa.Isso acontece em lugares onde o interêsse dos governantes é prioridade. Vivemos um teatro, onde tudo , "faz de conta".
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