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Literatura- 10. O tálamo...
10
Como
o dinheiro era curto e tinha que fazer muitas contas para conter os
gastos, resolvi fazer uma pesquisa nas lojas. A maioria das camas
eram fraquinhas. Quanto mais acessíveis ao meu bolso, mais frágeis
eram. Para as mais fortonas e bem estruturadas, os preços beiravam
as nuvens. Para o que eu ganhava, não dava. Fiquei alguns dias
dormindo no chão. Para quem chegou a dormir em paralelepípedos,
aquilo era café pequeno. Conversei com a Eliza, mostrando a ela a
impossibilidade de adquirir uma cama em curto prazo. Expliquei que as
reforçadas, feitas especialmente para aguentar dois cavalos, eram
muito caras. Ela riu gostoso e se prontificou a ajudar
financeiramente, mas recusei a ajuda... Daí ela me deu uma ideia
razoável... Por que eu não dava uma olhada em casas de móveis
usados? Às vezes se achava coisa boa, por um bom preço. Comecei
meio sem vontade a procurar. No mesmo bairro que morava, achei uma
pequena loja, que parecia mais bazar de antiguidades, tudo empoeirado
e aglomerado, como um depósito de sucata. Era um labirinto de mesas,
armários e baús,um sobre os outros ,que dificultava o acesso ao
interior do estabelecimento. O dono era um velho com óculos na ponta
do nariz e cara de poucos amigos. Expliquei o que procurava e ele
disse que em dois dias chegaria uma cama de ferro.
----Então
posso voltar em dois dias?
----Claro...
---Respondeu seriamente---Vou segura-la para o Senhor ---O velho era
dessas pessoas de sorriso raro, mas tinha qualquer coisa que nos dava
a convicção que era verdadeira. Fui embora, pensando que uma cama
de ferro seria ideal, embora devesse pesar horrores. Dali a dois dias
voltei a loja. De fato, ele mostrou uma cama de casal, toda em
ferro, que parecia ser fundido. Foi tanto pintada no decorrer dos
anos que nos esfolados aparecia as varias camadas de pintura com
cores variadas. A parte da cabeceira não era alta como as antigas.
Uma pessoa deitada de costas alcançava com facilidade toda a parte
superior. Considerando a estrutura metálica, o peso do móvel era
igual a um de madeira ou até menos. Imaginei que o material fosse
oco, igual a um tubo. A parte onde seria o estrado, onde se coloca o
colchão, era uma chapa de metal inteiriça, fazendo parte também
das vigas que sustentariam uma cama de madeira. Formava uma caixa de
dois metros de comprimento, por um e trinta de largura, por vinte
centímetros de altura. Na parte de baixo, quatro saliências nos
cantos, formavam os pés. Como eu não entendia do assunto, embora
dormisse sempre em cima de uma,aceitei a ideia que realmente era uma
cama. Futuramente eu diria que era ali no que parecia uma caixa seria
o motor ou sistema propulsor que fazia a máquina funcionar. Não
tinha jeito de abri-la. Era hermeticamente fechada e dura como um
diamante. Bastava notar que embora parecesse velha, não tinha um
amassado sequer por pequeno que fosse. O restante parecia comum. A
guarda no lado dos pés era baixa, quase rente com o estrado. Na
cabeceira tinha um circulo central, apoiado por arcos que saiam
tangenciando e ligavam a parte externa. Dentro desse circulo, tinha
mais dois círculos menores recortados em partes,terminando em um
pequeno central. Parecia um brasão antigo. Gostei da cama pela
segurança que ela oferecia e também pelo preço ameno. Comprei-a e
já fui fazendo planos para a reforma, nas horas de folga. Pretendia
fazer algo bem feito. Depois de lixar muito bem, pintaria com uma
tinta especial, para ficar de bom gosto. Depois de quase terminado o
serviço, quando Eliza viu, adorou. Ela gostava de coisas artísticas
que evocavam antiguidade. Faltava somente a pequena área redonda
central, onde era necessária uma atenção mais rigorosa, pelos
detalhes incrustados.
----Acha
que aguenta nos dois?--- Perguntei, brincando.
----Até
três. ---Respondeu com um sorriso malicioso. Por fim comecei a
trabalhar na pequena peça circular. Devagar fui removendo a sujeira
dos anos, tinta velha e seca. À medida que ia removendo a casca de
tinta, ia aparecendo o verdadeiro desenho. Certamente aquilo não era
um brasão, como tinha antes pensado. Era na verdade quatro
círculos... Um externo fixado em outro maior, que por sua vez era
fixo na cama. O ultimo do meio, parecia ser encaixado dentro do
outro. Este último tinha em alto relevo um polígono regular, com
outro menor inserido dentro. Nas pontas do maior formavam então,
outros três. Os lados externos do maior, formavam também, três
segmentos circulares, ou meias luas, dentro do circulo. Vieram em
minha mente aqueles manipuladores de vídeo game. Estudando um meio
para tirar, depois de bem limpo, inseri a ponta de uma faca no risco
circundante. Para minha surpresa, a peça saiu suavemente, sem maior
esforço. Voltando no lugar novamente notei que uma força magnética
de imã a segurava no lugar, semelhante a certas portas de armários,
onde um imã a mantém fechada. Tirei-a novamente. Agora ficava mais
fácil para completar o serviço na peça. Limpando devagar e
manuseando cuidadosamente, vi que dentro dos triângulos havia
sinais, estes em baixo relevo. Com a peça na mão, fiquei imaginando
como algo encaixado há tanto tempo, poderia sair com tamanha
facilidade.
No encaixe não tinha nem um pequeno vestígio de ferrugem e o metal era cinzento, fosco e bem liso. A peça em minha mão, não era maior que sete centímetros de diâmetro. No triângulo isósceles central, tinha um pequeno círculo e dentro deste, um sinal semelhante a um ponto de interrogação. No triangulo da esquerda tinha um “L” com dois pequenos riscos retos no lado de dentro, parecendo um asterisco. No do direito tinha também um “L”, este com um pequeno quadrado pelo lado de dentro da letra. E no de cima um “C” com um traço dentro. Na meia lua da direita, tinha um “O”, no da esquerda, um “T” invertido e na de baixo outra meia lua bem pequena, com o lado reto para cima. Pressionando um pouco o centro da peça, pensei sentir uma pequena vibração. Quando passei a limpar o lado esquerdo, sem querer, tornei a apertar esta área. Houve instantaneamente um clarão suave no quarto. Por um momento pensei ser um raio, mas o tempo estava firme e claro. Fechei os olhos esperando vir o baque do trovão, mas nada aconteceu. Algo como uma tampa de luz subiu pelas laterais, fechando o circulo pelo outro lado. Digo luz porque parece que atravessou minhas pernas que estavam do lado de fora do móvel. Abri os olhos e estava tudo no lugar, inclusive eu sentado na cama, como antes. A luz azulada voltou a se recolher de onde saíra. Uma atenção mais apurada e verifiquei que não estava em meu quarto, embora parecesse igual. Absorto pela surpresa comecei a reparar nas coisas ao redor. Os moveis eram mais antigos e as coisas pareciam melhores arrumadas, com toalhinhas de enfeite e bibelôs. O ar dali também tinha um aroma suave e gostoso, bem diferente do meu quarto. Novamente fui surpreendido, agora pelo choro de um bebê que estava em um berço próximo. Daí percebi que a cama ficara com um dos pequenos pés enroscado na cortina que cobria o berço. Fiquei desesperado, em uma situação difícil, quando entrou uma jovem e abriu a boca assustada, ensaiando um grito que iria causar certamente o maior escândalo. Até explicar a situação a ela e porque tinha invadido sua casa, certamente a policia já teria me levado e prendido, por invasão de domicílio. Assustado também com a situação, sem perceber,fiz um sinal a ela que se acalmasse e apertei o controle que estava na mão. Veio o clarão fazendo os móveis projetarem sombras rápidas nas paredes e em um segundo eu já não estava mais ali. Agora o lugar era um campo com grama rala e terra vermelha. Um odor de coisa podre veio ate minhas narinas. Eu ainda assustado procurava achar um meio de raciocinar direito e descobrir o que estava acontecendo. Ainda sentado na cama e segurando a pequena peça, veio em minha mente que ali estava minha salvação ou perdição. Tinha plena convicção que não podia largá-la. Mas as circunstâncias não permitiam que o raciocínio tomasse rumos seguros. Um calor pesado e escaldante tomou posse de meu corpo. A principio pensei ser uma febre, mas logo lembrei que febre dava calafrios. Era o próprio lugar que era quente. A uns vinte metros de distância estava uma carcaça de animal, com a grade das costelas expostas ao sol implacável. Veio o pensamento de estar na África, e isso logo se confirmou, quando avistei a certa distância duas enormes onças. Para mim não existe diferença entre leoa e onça. Mas certamente que não gostaria de aprender isso ao vivo. Eu ali no meio do nada, sem proteção alguma, sentado em uma velha cama e exposta às feras. Parecia um quadro surreal. O desespero aumentou, quando percebi que um dos animais me viu e tomava rumo em minha direção medindo os passos, igual a um gato prestes a pular em cima de um pássaro. Afoito, apertei o triângulo de cima da peça, quando a fera já estava correndo para saltar sobre mim. Veio novamente o clarão salvador e em alguns segundos estava em meu quarto novamente. Conferi bem o ambiente antes de relaxar, para não haver engano novamente. Estava aprendendo da pior forma a manusear a pecinha. Era o tal aprendizado sem teoria e sem manual de instruções. Coloquei a peça na cama e me estiquei, procurando mais ar para respirar. Ainda bem que estava em casa novamente. Uma sensação de conforto me invadiu. Depois de respirar algumas vezes profundamente, abri os olhos. Meu coração ainda estava disparado. Uma borboleta amarela alçou voo da cabeceira da cama. Parece que tinha vindo comigo. Senti-me um pouco mais calmo e peguei a peça novamente, com muito jeito pelas laterais. Comecei a analisar, com uma caneta e um papel, fiz esquemas e cálculos para anotar as partes que tinha acionado daquele estranho controle, para não incorrer nos mesmos erros. Saber voltar já sabia o que era uma coisa muito importante. Da próxima vez, a viagem seria mais planejada e estudada. Amarrei na cabeceira uma caderneta de notas e uma caneta.
No encaixe não tinha nem um pequeno vestígio de ferrugem e o metal era cinzento, fosco e bem liso. A peça em minha mão, não era maior que sete centímetros de diâmetro. No triângulo isósceles central, tinha um pequeno círculo e dentro deste, um sinal semelhante a um ponto de interrogação. No triangulo da esquerda tinha um “L” com dois pequenos riscos retos no lado de dentro, parecendo um asterisco. No do direito tinha também um “L”, este com um pequeno quadrado pelo lado de dentro da letra. E no de cima um “C” com um traço dentro. Na meia lua da direita, tinha um “O”, no da esquerda, um “T” invertido e na de baixo outra meia lua bem pequena, com o lado reto para cima. Pressionando um pouco o centro da peça, pensei sentir uma pequena vibração. Quando passei a limpar o lado esquerdo, sem querer, tornei a apertar esta área. Houve instantaneamente um clarão suave no quarto. Por um momento pensei ser um raio, mas o tempo estava firme e claro. Fechei os olhos esperando vir o baque do trovão, mas nada aconteceu. Algo como uma tampa de luz subiu pelas laterais, fechando o circulo pelo outro lado. Digo luz porque parece que atravessou minhas pernas que estavam do lado de fora do móvel. Abri os olhos e estava tudo no lugar, inclusive eu sentado na cama, como antes. A luz azulada voltou a se recolher de onde saíra. Uma atenção mais apurada e verifiquei que não estava em meu quarto, embora parecesse igual. Absorto pela surpresa comecei a reparar nas coisas ao redor. Os moveis eram mais antigos e as coisas pareciam melhores arrumadas, com toalhinhas de enfeite e bibelôs. O ar dali também tinha um aroma suave e gostoso, bem diferente do meu quarto. Novamente fui surpreendido, agora pelo choro de um bebê que estava em um berço próximo. Daí percebi que a cama ficara com um dos pequenos pés enroscado na cortina que cobria o berço. Fiquei desesperado, em uma situação difícil, quando entrou uma jovem e abriu a boca assustada, ensaiando um grito que iria causar certamente o maior escândalo. Até explicar a situação a ela e porque tinha invadido sua casa, certamente a policia já teria me levado e prendido, por invasão de domicílio. Assustado também com a situação, sem perceber,fiz um sinal a ela que se acalmasse e apertei o controle que estava na mão. Veio o clarão fazendo os móveis projetarem sombras rápidas nas paredes e em um segundo eu já não estava mais ali. Agora o lugar era um campo com grama rala e terra vermelha. Um odor de coisa podre veio ate minhas narinas. Eu ainda assustado procurava achar um meio de raciocinar direito e descobrir o que estava acontecendo. Ainda sentado na cama e segurando a pequena peça, veio em minha mente que ali estava minha salvação ou perdição. Tinha plena convicção que não podia largá-la. Mas as circunstâncias não permitiam que o raciocínio tomasse rumos seguros. Um calor pesado e escaldante tomou posse de meu corpo. A principio pensei ser uma febre, mas logo lembrei que febre dava calafrios. Era o próprio lugar que era quente. A uns vinte metros de distância estava uma carcaça de animal, com a grade das costelas expostas ao sol implacável. Veio o pensamento de estar na África, e isso logo se confirmou, quando avistei a certa distância duas enormes onças. Para mim não existe diferença entre leoa e onça. Mas certamente que não gostaria de aprender isso ao vivo. Eu ali no meio do nada, sem proteção alguma, sentado em uma velha cama e exposta às feras. Parecia um quadro surreal. O desespero aumentou, quando percebi que um dos animais me viu e tomava rumo em minha direção medindo os passos, igual a um gato prestes a pular em cima de um pássaro. Afoito, apertei o triângulo de cima da peça, quando a fera já estava correndo para saltar sobre mim. Veio novamente o clarão salvador e em alguns segundos estava em meu quarto novamente. Conferi bem o ambiente antes de relaxar, para não haver engano novamente. Estava aprendendo da pior forma a manusear a pecinha. Era o tal aprendizado sem teoria e sem manual de instruções. Coloquei a peça na cama e me estiquei, procurando mais ar para respirar. Ainda bem que estava em casa novamente. Uma sensação de conforto me invadiu. Depois de respirar algumas vezes profundamente, abri os olhos. Meu coração ainda estava disparado. Uma borboleta amarela alçou voo da cabeceira da cama. Parece que tinha vindo comigo. Senti-me um pouco mais calmo e peguei a peça novamente, com muito jeito pelas laterais. Comecei a analisar, com uma caneta e um papel, fiz esquemas e cálculos para anotar as partes que tinha acionado daquele estranho controle, para não incorrer nos mesmos erros. Saber voltar já sabia o que era uma coisa muito importante. Da próxima vez, a viagem seria mais planejada e estudada. Amarrei na cabeceira uma caderneta de notas e uma caneta.
Sonho alheio
Foi notícia: Igreja mundial vende "fronha dos sonhos" que opera milagres...(Fonte)
Pincelada do Rabix
Nosso povo em sua ignorância peculiar é vítima fácil de trambiqueiros de todas as origens.Tanto de políticos mal intencionados como de lideres religiosos que nada tem de santos. Usam o evangelho, distorcendo-o e direcionando para os seus interesses. A única intenção é angariar riquezas de forma desonesta.
Cassino oficial
Foi notícia: Apostas nas loterias somaram R$ 9,73 bilhões em 2011.(Fonte)
Pincelada do Rabix
Em nossa democracia estilo tupiniquim, só o governo pode ter cassinos para jogos de azar. Só o governo e o Silvio Santos. A caixa federal tornou-se o grande cassino, onde abrange todos os recantos do país, angariando o dinheiro dos pobres que sonham em ficar ricos.
Investimento direcionado
Dinheiro de estádios embaraça Fifa
Secretário-geral da entidade, Jérome Valcke, mostra desconforto ao ter de defender verba do governo em arenas
29 de julho de 2011Almir Leite, Bruno Lousada, Sílvio Barsetti e Wagner Vilaron - O Estado de S.Paulo
Até a Fifa fica sem graça quando o assunto é o uso de dinheiro público na construção de estádios para a Copa de 2014.
O Antiverde
![]() |
| Para ele , verde só o das notas de 100 |
11/05/2011
Mérito para :- http://socioambientalistasimedai.zip.net/index.html
Bobagens e mentiras sobre o Código Florestal
Acompanhar a discussão sobre o Código Florestal no plenário da Câmara dos Deputados está sendo um exercício de tolerância máxima.
Discursos falaciosos, acusações infundadas, bobagens sem fim. Claras tentativas de desinformar a audiência. E nenhuma discussão real, de mérito, sobre os mecanismos do Código. A ausência de proposta para votação torna o debate ainda mais esquizofrênico.
A dona da bola
03/03/2011 - 07h00
Na briga pelo futebol, Band torce pela Globo
MARTÍN FERNANDEZ
DE SÃO PAULO
Folha.com
Enquanto a Record anuncia que pretende negociar em separado com cada clube, a Band torce para manter o acordo com a Globo.
Folha explica o racha no C13; veja vídeo http://www1.folha.uol.com.br/esporte/883665-folha-explica-o-racha-no-clube-dos-13-veja-video.shtml
Record responde à Globo e negociará com C13 e dissidentes
"Nós estamos em contato permanente com a Rede Globo", declarou à Folha, ontem à noite, Marcelo Meira, vice-presidente de televisão da Bandeirantes.
"Somos candidatos ao sublicenciamento, da mesma forma como acontece hoje, uma forma muito saudável para nós", falou.
"Como licenciada, seria impossível para a Band. Os termos são impeditivos", disse o executivo, sobre a exigência de oferta mínima de R$ 500 milhões por ano.
A Globo vendeu à Band os direitos do Brasileiro entre 2009 e 2011, assim como os da Copa do Mundo-2010.
Meira afirmou ainda que faria acordo com a Record, mas que a emissora do bispo Edir Macedo não parece disposta a negociar. "Eles não querem dividir o futebol com ninguém, como fizeram com o Pan de 2011 e com a Olimpíada de 2012."
Ontem à tarde, a Record distribuiu comunicado no qual ataca a Globo e elogia o Clube dos 13. Mas a emissora também se dispõe a negociar separadamente com cada time, fora do C13.
"A proposta do Clube dos 13 rompe com as obscuras negociações que favoreciam o monopólio e descaracterizavam a concorrência", diz a nota. "Mas se os clubes desejarem uma negociação em separado, optando por outro modelo, a Record também pretende apresentar proposta."
Ontem, Santos e Grêmio divulgaram notas nas quais dizem que vão negociar com as TVs sem o intermédio do Clube dos 13.
Uma das coisas que não podem continuar é horário de jogo as 22hs e transmissão só dos jogos do Corinthians, como se no estado de São Paulo não existisse outras torcidas..É óbvio que o dinheiro é que sempre manda,mas democracia é um pouco diferente disso que vemos aí.
O governo até agora conivente, deveria interferir nisso.Mas, parece que a Globo continua mandando em Brasilia.Chega a ser impressionante, este país tão grande ser manipulado por uma unica empresa.
A Sodoma latina.
Nesta grande orgia, poucos ganham e muitos perdem
Começa a festa para um grande numero de fanáticos que vive a vida em torno disso: O carnaval. Coisa que só no Brasil tem com tal intensidade. É apoiado pelo governo, que faz sua parte injetando dinheiro, para dar força a grande orgia que o brasileiro faz todo ano nesta época.Aí se esquece das enchentes, dos deslizamentos, dos altos impostos e das deficiências de atendimento na saúde e na segurança pública.
O mais interessante é que a data varia de acordo com as diretrizes da igreja católica e embora ela condene a farra, é conivente com o esquema.Dinheiro que poderia ser aplicado na fome, na educação tão carente no país e na minimização das enchentes,vai para ser queimado em fantasias, ornamentos e desfiles que levam a lugar nenhum.O fim da passarela é o sonho realizado para o nada.
Ali, no meio da folia é onde as leis que ja são manetas, não funcionam mesmo. Pode-se exagerar nas bebidas alcoolicas e no uso de drogas. Muita gente aufere enormes lucros com a festa. Entre elas estão as TVs, as fábricas de cerveja e os traficantes. Não deixando de mencionar as emprêsas de turismo.
No interior, até nas pequenas cidades, são montados cenaŕios para a festa, com tudo pago pelo contribuinte.As despesas são enormes, mas mesmo assim não se deixa de fazer.É a filosofia de Cesar:Dar circo ao povo*.Nas ruas são instaladas arquibancadas enormes e centenas de caixas acusticas, que irão estuprar os tímpanos dos idiotas, que alí estão para ver outros idiotas desfilarem.
É a festa do diabo e ninguem percebe isso.Os mais entusiasmados dizem que é cultura popular. Nada se ve de cultura em uma festa regada a alcool e drogas.A promiscuidade rola a solta.Pode-se dizer que o país se torna na Sodoma latina. Afinal são os tres dias ( ou ja são quatro?)quando tudo pode.Nas estradas a loucura não é menor.
Com a ânsia de chegar a destinos promissores de maior bacanal,muitos não chegam. Ficam destroçados nas beiras das estradas, ficando a viagem incompleta.Tem também aqueles que partem para outra, em virtude de brigas,discordias e assaltos.
Alias, para os bandidos essa é uma época bastante favorável.Qual a alegria em tudo isso? Nos bailes fechados, o individuo te que encher a cara até ficar com as narinas insensiveis para não sentir o odor animalesco de suor que exala da multidão.Dizem que tem gente que se excita com isso.
Antigamente ainda tinha o lança perfume que disfarçava o ar pesado e nauseabundo. Mas como tem gosto para tudo e a gente que não gosta, procura outro programa.Eu particularmente, prefiro me confinar em casa, todos esses dias.
É como se do lado de fora, existisse uma força maléfica agindo nas pessoas e tornando-as loucas, como em filme de zumbis.Depois que passa, as empresas conferem os lucros e a população confere as perdas.É por isso que o país não vai para a frente.
Rabix
* Pão e circo para o povo.
Veja o link:
http://www.webartigos.com/articles/19928/1/A-politica-do-pao-e-circo/pagina1.html
http://www.youtube.com/watch?v=oLmFQxsMbN4&feature=player_embedded
Caiu a ficha ..

IGREJA UNIVERSAL DEVERÁ DEVOLVER 2 MIL A FIEL ARREPENDIDO.
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou que a Igreja Universal do
Reino de Deus devolva uma doação de R$ 2 mil, devidamente corrigidos, feita
por um fiel arrependido. O ministro Luís Felipe Salomão negou seguimento a
um recurso da igreja, que pretendia que o recurso especial interposto por ela
com o objetivo de afastar a condenação fosse remetido ao Superior Tribunal
de Justiça (STJ) para apreciação e julgamento.
De acordo com os autos, um motorista, morador de General Salgado (SP), ao
visitar a igreja, foi induzido a fazer parte do "rebanho", mas, para isso, teria
primeiramente que abandonar o egoísmo e se desfazer de todos os seus bens
patrimoniais. Como recompensa, o pastor teria prometido que sua vida iria
melhorar tanto no campo profissional quanto no sentimental.
O motorista vendeu um automóvel Del Rey, único bem que possuía, por
R$ 2,6 mil, e entregou dois cheques ao pastor. Alguns dias depois,
arrependido, conseguiu sustar um dos cheques, de R$ 600, mas o primeiro
cheque, de R$ 2 mil, já tinha sido resgatado pela igreja. Em primeira instância,
o seu pedido não foi acolhido.
O fiel recorreu e o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) condenou a
Igreja a devolver os R$ 2 mil, devidamente corrigidos, a título de danos
morais, e afastou o pedido de ressarcimento por danos morais. Ao decidir, o
ministro Luís Felipe Salomão ressaltou que o TJ-SP resolveu todas as
questões pertinentes, revelando-se dispensável que venha a examinar uma
a uma as alegações e fundamentos expostos pelas partes.
Redação Terra
Igreja esquisita essa. É uma das poucas que esta´sempre se envolvendo com
a justiça. Tanto para condenar como para se defender,. Parece que estão
esquecendo o princípio básico do evangelho que é o amor ao próximo
e a espiritualidade. Porque eles não vendem a tv record e dão tudo aos pobres?
"Faça o que eu mando , mas não faça o que eu faço"...Essa é a diretriz.
Moedas


MOEDAS
Encontrei estas moedas em um frasco de bugigangas.Depois de uma limpeza,
comecei a analisar a historia de nossa economia no decorrer dos anos.Uma
economia que sempre foi levada pelo vento e isso se comprova pela
diversidade de moedas.
Nestas três ja dá para se ter uma idéia. A da direita é de 1990 e o valor é
de dez cruzeiros.No lado da cara temos uma figura que sugere a coexistência
do campo com a indústria. Vocês sabem quantas vezes tivemos o cruzeiro?
Me lembro que que no tempo do Getulio na década de quarenta , foi
implementado, havendo uma transição suave entre o cruzeiro e o réis.
Quando criança ainda havia muitas moedas de 1000 réis. O povo dizia que
ela continha um pouco de ouro. Aos poucos ela foi sendo substituída pela
de 1 cruzeiro. Depois com a inflação em alta, veio o cruzado, o cruzeiro novo,
numa bagunça desmedida, caracterizando a falta de planejamento e
descontrole da economia.
Parecia um caminhão sem freio em uma descida. A do meio, de 50 cruzeiros,
já é mais antiga ... de 1981. No lado da cara temos o plano piloto de Brasília.
Era para conscientizar-mos de onde vinha as ordens e os impostos cada vez
mais altos. A da direita, é de 20 centavos e o ano é 1949. O cruzeiro ja estava
ativo.
No lado da cara temos a efígie do ilustre Rui Barbosa. Houve também a
emissão de moedas de alumínio. Aí chegamos ao mais baixo nível de qualidade.
Outro fato que merece destaque é sobre o tamanho das moedas. Hoje por
exemplo temos os tamanhos sem nenhum esquema de organização.
Moedas de 25 centavos são maiores que as de 50. As de cinco são maiores
que as de 10.
Isso comprova que no governo sempre há um bando de incompetentes que
são arrebanhados segundo o partido a que servem. Agora é a vez do PT.
Enquanto técnicos especializados são muitas vezes despedidos das indústrias
e chegam a té a mudar de profissão para sobreviver.Coisas de terceiro mundo.
Na corda bamba
UM TÉCNICO DE FUTEBOL É ACOSTUMADO A LEVAR
CHUTE NO TRAZEIRO E UM SACO DE DINHEIRO.

Uma profissão que eu acho bem atípica é a de técnico de futebol. São raros os que realmente fazem diferença, mas mesmo assim todos sempre arrumam um clube para trabalhar.A maioria é temperamental e cheio de atitudes do tipo eu faço isso eu faço aquilo e mando e pronto. Perdem jogos, campeonatos e continuam firmes nas suas idéias e aí tem seu contrato rescindido.
No dia seguinte outro clube leva o mesmo treinador que havia sido demitido por não ter conseguido fazer o time ir para frente, agora como a grande promessa de títulos e sucesso.E o ciclo permanece, não há nenhum curso, que eu saiba, que forma treinadores de futebol. São todos autodidatas e se julgam os maiores conhecedores de táticas e técnicas para serem usadas nos clubes de futebol.
Em qualquer empresa se o presidente dá uma sugestão todos ficam felizes, já no futebol se o presidente do clube dá uma sugestão, o técnico já reclama e diz que estão tentando influir na sua área. Mas o clube não é de todos? Porque o técnico tem “minha área”, não seria área de todos? Pois o sucesso ou o fracasso é de todos, presidente, jogadores, sócios e torcedores.
Um profissional de outras áreas que tenha fracassado, um administrador que deixa uma empresa falir, ou um advogado que perde causas na justiça, dificilmente volta a ter oportunidades na mesma área.Já o técnico de futebol não vai para a faculdade e nem tem o currículo examinado pela empresa antes de ser contratado.
Eu acho que seria necessário existir faculdade para formação de técnicos, que eles provassem que tinham feito relações humanas, técnicas administrativas, técnicas de negociação e outras disciplinas necessárias para formar e manter uma equipe vencedora.
Muitos jogadores são prejudicados por treinadores que usam critérios pessoais e outros são beneficiados pelos mesmos critérios e o grande perdedor disso tudo é o torcedor que paga por tudo o que ocorre nos clubes e sofre quando seu time fracassa.
http://www.blogdocatarino.com/2008/06/tcnico-de-futebol-uma-profisso.html
Quase sempre fica desempregado, mas geralmente é por pouco tempo. Há um rodizio de clubes que o contratam e muitas vezes o recontratam.Nos poucos dias que fica sem trabalho passa as horas contando o dinheiro que ganhou no último emprego.
CHUTE NO TRAZEIRO E UM SACO DE DINHEIRO.

Uma profissão que eu acho bem atípica é a de técnico de futebol. São raros os que realmente fazem diferença, mas mesmo assim todos sempre arrumam um clube para trabalhar.A maioria é temperamental e cheio de atitudes do tipo eu faço isso eu faço aquilo e mando e pronto. Perdem jogos, campeonatos e continuam firmes nas suas idéias e aí tem seu contrato rescindido.
No dia seguinte outro clube leva o mesmo treinador que havia sido demitido por não ter conseguido fazer o time ir para frente, agora como a grande promessa de títulos e sucesso.E o ciclo permanece, não há nenhum curso, que eu saiba, que forma treinadores de futebol. São todos autodidatas e se julgam os maiores conhecedores de táticas e técnicas para serem usadas nos clubes de futebol.
Em qualquer empresa se o presidente dá uma sugestão todos ficam felizes, já no futebol se o presidente do clube dá uma sugestão, o técnico já reclama e diz que estão tentando influir na sua área. Mas o clube não é de todos? Porque o técnico tem “minha área”, não seria área de todos? Pois o sucesso ou o fracasso é de todos, presidente, jogadores, sócios e torcedores.
Um profissional de outras áreas que tenha fracassado, um administrador que deixa uma empresa falir, ou um advogado que perde causas na justiça, dificilmente volta a ter oportunidades na mesma área.Já o técnico de futebol não vai para a faculdade e nem tem o currículo examinado pela empresa antes de ser contratado.
Eu acho que seria necessário existir faculdade para formação de técnicos, que eles provassem que tinham feito relações humanas, técnicas administrativas, técnicas de negociação e outras disciplinas necessárias para formar e manter uma equipe vencedora.
Muitos jogadores são prejudicados por treinadores que usam critérios pessoais e outros são beneficiados pelos mesmos critérios e o grande perdedor disso tudo é o torcedor que paga por tudo o que ocorre nos clubes e sofre quando seu time fracassa.
http://www.blogdocatarino.com/2008/06/tcnico-de-futebol-uma-profisso.html
Quase sempre fica desempregado, mas geralmente é por pouco tempo. Há um rodizio de clubes que o contratam e muitas vezes o recontratam.Nos poucos dias que fica sem trabalho passa as horas contando o dinheiro que ganhou no último emprego.
CPMF ameaça voltar.
GOVERNO E OPOSIÇÃO DISCUTEM NOVA CPMF
Objetivo é financiar elevação dos gastos com a saúde
Sem alarde, aliados do governo articulam a criação de uma nova Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) para financiar a saúde. A medida faz parte do acordo entre governo e líderes partidários para aprovar a emenda 29 – que determina a repartição dos recursos da saúde entre os entes federados.
As alternativas para recriar a CPMF não estão fechadas. Mas foram apresentadas ao longo da semana aos ministros da Fazenda, Guido Mantega, das Relações Institucionais, José Múcio Monteiro, e da Saúde, José Gomes Temporão.
RECURSOS EXTRAS
A idéia é garantir fontes de recursos para assegurar a execução da emenda 29 (que aumenta as verbas para a saúde). Também está em estudo destinar para a saúde parte dos recursos obtidos com os impostos sobre bebidas e cigarros.
A proposta de recriar a CPMF divide os aliados do governo. O líder do governo na Câmara, Henrique Fontana (PT-RS), diz que é necessário encontrar fontes seguras de recursos para implementar a emenda 29.
Para Fontana, não será possível pôr em prática o que determina a medida. Múcio advertiu, anteontem que é necessário apresentar fontes de recursos antes de aprovar a emenda 29 na Câmara.
Pela emenda 29, a União deve repassar 8,5% da sua receita bruta para o setor. Até 2011, o percentual deverá chegar a 10%, o que deverá atingir R$ 23 bilhões. Já os Estados deverão repassar 12% de sua arrecadação e os municípios 15% para o setor da saúde.
O governo alega que não tem fontes de arrecadação para garantir esses repasses. Isso ocorre justamente no momento em que a Câmara se prepara para votar a emenda.
O presidente da Casa, Arlindo Chinaglia (PT-SP), quer votar a proposta na última semana deste mês.
Nas reuniões realizadas ao longo da semana, alguns parlamentares sugeriram ainda o repasse de parte da arrecadação dos impostos sobre fumo e bebidas para a saúde. Cálculos gerais estimam que só este ano os dois setores vão gerar mais R$ 3 bilhões em impostos. (Folhapress)
Novamente a ameaça da volta desse famigerado imposto que desde o inicio foi propagado que seus recursos iriam para a saúde.Como nossos governantes não merecem crédito e sempre fica o dito pelo não dito, o "chupa cabras" de nossos bolsos poderá voltar com toda força.
Se fôssemos um povo organizado e sincronizado nas ações ,facilmente derrotaríamos essa ameaça, retirando nosso dinheiro dos bancos. Êstes, por sua vez,continuam cumprindo uma tarefa amoral de esfolar a população, aproveitando as leis fracas ou mesmo a inexistencia delas.
São hospedeiros de virus maléficos, como os ratos de esgoto. Por meio deles a população ficou mais pobre na era Collor, quando do roubo da poupança. Por tras das belas propagandas enganosas, se escondem máquinas mortíferas e mentes insaciáveis.
Seria o justo, que o companheiro governo, tirasse deles a parte necessária para a saúde e não do povo pobre e sofrido. Mas antes que isso aconteça, terá que passar muita água em baixo da ponte, ou muita moeda em bolsos suspeitos.
Objetivo é financiar elevação dos gastos com a saúde
Sem alarde, aliados do governo articulam a criação de uma nova Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) para financiar a saúde. A medida faz parte do acordo entre governo e líderes partidários para aprovar a emenda 29 – que determina a repartição dos recursos da saúde entre os entes federados.
As alternativas para recriar a CPMF não estão fechadas. Mas foram apresentadas ao longo da semana aos ministros da Fazenda, Guido Mantega, das Relações Institucionais, José Múcio Monteiro, e da Saúde, José Gomes Temporão.
RECURSOS EXTRAS
A idéia é garantir fontes de recursos para assegurar a execução da emenda 29 (que aumenta as verbas para a saúde). Também está em estudo destinar para a saúde parte dos recursos obtidos com os impostos sobre bebidas e cigarros.
A proposta de recriar a CPMF divide os aliados do governo. O líder do governo na Câmara, Henrique Fontana (PT-RS), diz que é necessário encontrar fontes seguras de recursos para implementar a emenda 29.
Para Fontana, não será possível pôr em prática o que determina a medida. Múcio advertiu, anteontem que é necessário apresentar fontes de recursos antes de aprovar a emenda 29 na Câmara.
Pela emenda 29, a União deve repassar 8,5% da sua receita bruta para o setor. Até 2011, o percentual deverá chegar a 10%, o que deverá atingir R$ 23 bilhões. Já os Estados deverão repassar 12% de sua arrecadação e os municípios 15% para o setor da saúde.
O governo alega que não tem fontes de arrecadação para garantir esses repasses. Isso ocorre justamente no momento em que a Câmara se prepara para votar a emenda.
O presidente da Casa, Arlindo Chinaglia (PT-SP), quer votar a proposta na última semana deste mês.
Nas reuniões realizadas ao longo da semana, alguns parlamentares sugeriram ainda o repasse de parte da arrecadação dos impostos sobre fumo e bebidas para a saúde. Cálculos gerais estimam que só este ano os dois setores vão gerar mais R$ 3 bilhões em impostos. (Folhapress)
Novamente a ameaça da volta desse famigerado imposto que desde o inicio foi propagado que seus recursos iriam para a saúde.Como nossos governantes não merecem crédito e sempre fica o dito pelo não dito, o "chupa cabras" de nossos bolsos poderá voltar com toda força.
Se fôssemos um povo organizado e sincronizado nas ações ,facilmente derrotaríamos essa ameaça, retirando nosso dinheiro dos bancos. Êstes, por sua vez,continuam cumprindo uma tarefa amoral de esfolar a população, aproveitando as leis fracas ou mesmo a inexistencia delas.
São hospedeiros de virus maléficos, como os ratos de esgoto. Por meio deles a população ficou mais pobre na era Collor, quando do roubo da poupança. Por tras das belas propagandas enganosas, se escondem máquinas mortíferas e mentes insaciáveis.
Seria o justo, que o companheiro governo, tirasse deles a parte necessária para a saúde e não do povo pobre e sofrido. Mas antes que isso aconteça, terá que passar muita água em baixo da ponte, ou muita moeda em bolsos suspeitos.
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