Mostrando postagens com marcador perigo.. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador perigo.. Mostrar todas as postagens

Caminho desconhecido





















SUSPEITO DE ABUSAR DE MENINO É LINCHADO EM SÃO PAULO
Chico Siqueira de Araçatuba
Um homem morreu semana passada, após ser espancado por um grupo de
pessoas de Araçatuba, no interior de São Paulo. O catador de materiais
recicláveis, Robson Hill, 24 anos, teria sido visto abusando de um menino
de 6 anos, no bairro Verde Parque, na periferia da cidade. Revoltados,
moradores da região o agrediram durante toda a noite.

A polícia suspeita que os agressores são adolescentes, em sua maioria. Pela
manhã, a Polícia Militar foi chamada e socorreu Hill. Levado ao hospital, o
rapaz não resistiu aos ferimentos e morreu. No boletim de ocorrência consta
que, ao chegar em casa, uma irmã do menino teria visto o abuso. A moça
teria gritado e chamado a atenção dos vizinhos. Moradores da região
entraram na residência e começaram a agredir Hill com socos, pontapés, e,
possivelmente, golpes de madeira.

O catador era vizinho do menino, que mora com três irmãs. Foi o segundo
linchamento de acusado de pedofilia em pouco mais de um mês naquela
região. No dia 8 de novembro, um grupo de moradores linchou um suspeito
de estuprar uma menina de 10 anos.
"Os agressores de Hill foram quase todos identificados e, a partir de
amanhã, a Polícia Civil vai ouvi-los", disse o delegado-adjunto da Seccional,
Nelson Barbosa Filho. Segundo os agentes, cerca de dez pessoas agrediram
o catador.

"Eles batiam até cansar, depois esperavam o rapaz se recuperar e tornavam
a agredi-lo novamente", disse um PM que atendeu a ocorrência e não quis
ser identificado.
No sábado, os policiais deverão ouvir outros envolvidos no crime e pedir a
prisão dos agressores, se houver o envolvimento de maiores de 18 anos.

CONSULTANDO O WIKIPÉDIA

Linchagem, linchamento ou lei de Lynch é o assassinato de um indivíduo,
geralmente por uma multidão, sem procedimento judiciário legal e em
detrimento dos direitos básicos de todo cidadão.
Muitos autores atribuem a origem da palavra ao
coronel Charles Lynch,
que praticava o ato por volta de
1782, durante a guerra de independência
os
Estados Unidos da América, ao tratar dos pró-britânicos.

Entretanto, é mais seguidamente atribuída ao
capitão William Lynch
(
1742-1820), do condado de Pittsylvania, Virgínia, que manteve um
comitê para manutenção da ordem durante a revolução, por volta de
1780.
A « lei de Lynch » deu origem à palavra linchamento, em
1837, designando
o desencadeamento do ódio racial contra os índios, principalmente na
Nova Inglaterra, apesar das leis que os protegiam, bem como contra os
negros perseguidos pelos "comitês de vigilância" que darão origem ao
Ku Klux Klan. No sul, é a desconfiança da lei e a reivindicação de anarquia
que favoreceram seu desenvolvimento.

Nos Estados Unidos, antes da
Guerra Civil, o linchamento era usado
contra defensores dos direitos civis, ladrões de cavalos e trapaceiros. No
entanto, por volta de
1880, seu uso se expandiu para grupos de status social
supostamente mais baixo, como negros, judeus, índios e imigrantes asiáticos.

A prática do linchamento ficou particularmente associada ao assassinato de
negros no sul dos Estados Unidos no período anterior às reformas dos direitos
civis da
década de 1960. Menos de 1% dos participantes de linchamentos nos
EUA foram presos. Mais de 85% dos estimados 5000 linchamentos do período
posterior à guerra civil ocorreram nos estados do sul, mas o problema era
nacional, com um ápice em
1892, quando 161 negros foram linchados.

O aumento desse tipo de ocorrência é proviniente da falta de segurança que
aumenta dia a dia. O governo tampa o sol com a peneira , insistindo que está
tudo dentro dos parâmetros, mas não está não. O povo faz justiça com as
próprias mãos por não acreditar mais nas leis. Estamos entrando em uma
era de faroeste, com justiceiros e tudo mais.Infelizmente.

Perigo constante




















Número de mortos pelas chuvas em SC chega a 84.
25/11 - Agência Estado
Não pára de crescer o número de mortes por causa das chuvas em Santa
Catarina. A Defesa Civil do Estado já contabilizou, oficialmente, 84 óbitos,
grande parte vítimas de soterramentos.Ao menos vinte mortos são de
Blumenau. No balanço oficial da Defesa Civil catarinense cerca de 55 mil
pessoas estão desalojadas - os que podem contar com ajuda de vizinhos e
familiares - e desabrigadas - pessoas que perderam tudo e precisam dos
abrigos públicos - e mais de 1,5 milhão foram afetadas pelas cheias.

Pelo menos oito municípios continuam isolados, principalmente por causa
de barreiras nas rodovias de acesso: São Bonifácio, Luiz Alves, São João
Batista, Rio dos Cedros, Garuva, Pomerode, Itapoá e Benedito Novo. A
primeira morte registrada em Florianópolis foi confirmada hoje. Um
motorista de caminhão foi localizado entre os escombros que deslizaram
sobre a rodovia estadual SC 401, que liga o centro da capital catarinense
às praias do norte da Ilha de Santa Catarina. Ele transportava uma
mudança quando seu caminhão foi atingido pela barreira, que deverá levar
21 dias para sua total retirada. Na região do vale do rio Itajaí-Açu, a mais
atingida, a chuva e o nível dos rios diminuíram.

O resgate das vítimas está sendo feito por 15 helicópteros, três deles
especialmente equipados com recursos médicos. Outros quatro estão
lotados na região do município de Ilhota, onde pelo menos 15 pessoas
já foram encontradas mortas. O morro do Baú foi o local mais atingido
pelos deslizamentos. Cerca de 80 casas foram destruídas.

Estradas.

Quatro rodovias federais e nove estaduais continuam interditadas devido
as fortes chuvas responsáveis pela maior tragédia climática em Santa
Catarina. As interdições são, em maioria, por conta de queda de barreiras
e também por alagamentos. A situação mais crítica reside no quilômetro
235 da BR 101, no município de Palhoça, na Grande Florianópolis.

A principal ligação litorânea com o Sul do Brasil tem previsão de liberação
apenas no sábado. Apenas um desvio precário, de três quilômetros, está
sendo utilizado por veículos de emergência e particulares de pequeno porte.
A BR-470, principal via que liga o litoral à maioria das cidades atingidas no
vale do Rio Itajaí-Açu - entre elas Blumenau, Ilhota e Gaspar - e com o
Oeste do Estado, está interditada em dois pontos: nos quilômetros 41 e 46.
A previsão de liberação é de três dias.

Não sei se é por necessidade ou por falta de orientação que o brasileiro do
pais inteiro gosta de morar, ou em beira de rio ou no pé de barranco. Isso é
um risco constante. Aguem deveria esclarecer essas pessoas ( com a palavra
as autoridades, porque governar não é só cobrar impostos) que elas tem
que dar maior valor a vida. A vida é mais preciosa que um imóvel. Mas pelo
que vemos é o contrário.Tem umas velhinhas que mesmo correndo serio risco
não deixa sua casa e ainda coloca nas mãos de Deus o que poderá acontecer.
Neste país se morre ( e muito) de burrice. O governo federal tem que assumir
toda a assistência a essa gente e desviar mais verbas para que eles voltem a ter
suas casas. É difícil? Como que para a corrupção ,são desviados milhões.

Como ajudar?

A Defesa Civil de Santa Catarina divulgou o número de contas correntes para receber as doações de ajuda aos desabrigados. Os interessados em contribuir podem depositar qualquer quantia nas contas:

Banco do Brasil:Agência 3582-3, Conta Corrente 80.000-7

Besc: Agência 068-0, Conta Corrente 80.000-0.

Bradesco: Agência 0348-4, Conta Corrente 160.000-1.

O nome da pessoa jurídica é Fundo Estadual da Defesa Civil, CNPJ - 04.426.883/0001-57.


Posted by Picasa

O perigo em sua casa

O USO INDISCRIMINADO E A FALTA DE
FISCALIZAÇÃO TORNA O AGROTÓXICO
UM PERIGO CRESCENTE.


















AGROTÓXICOS: PERIGO CRESCENTE
O envenenamento por agrotóxicos atingiu mais de 14 mil
pessoas em 2003, causando 238 mortes. Dez anos antes
houve 6 mil ocorrências, com 161 mortes. O crescimento
expressivo das intoxicações foi identificado em estudo
realizado pelo Sistema Nacional de Informações
Tóxico-Farmacológicas (Sinitox), coordenado pelo Centro
de Informação Científica e Tecnológica (Cict) da Fiocruz.

Segundo Rosany Bochner, coordenadora do Sinitox, no
período abordado pela pesquisa (1993-2003) o crescimento
considerável do consumo de agrotóxicos no país transformou
esses produtos na terceira maior causa de intoxicação no
país, atrás apenas dos medicamentos e animais peçonhentos.
“Os números podem ser muito maiores, porque os casos
registrados são, geralmente, de intoxicação aguda, com
sintomas imediatos.

É difícil captar a intoxicação crônica,que se manifesta a longo
prazo”, disse Rosany à Agência FAPESP. O Sinitox dá assistência
à população, em casos de intoxicação,em 36 centros espalhados
em 19 Estados, com coordenação operacional da Agência Nacional
de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O estudo foi realizado a partir das informações obtidas nesses
centros. O resultado não dá conta de todas as ocorrências, já
que não há centros em todos os Estados e a notificação não é
obrigatória.“Como a prioridade nos centros é o atendimento,
os dados estatísticos ficam em segundo plano e, às vezes, há
falta de informações precisas. Mesmo assim, o estudo foi possível a
partir da análise de uma série histórica compilada anualmente”,
disse Rosany. O estudo considerou os dados obtidos até 2003,
uma vez que não houve consolidação das informações posteriores.

CONSUMO EXAGERADO

No estudo, o Sinitox trabalhou com 17 agentes tóxicos divididos
em quatro categorias: de uso agrícola, uso doméstico, uso
veterinário e raticidas. No período analisado, os casos de
envenenamento por raticidas cresceram 54% na região Sul, 206%
no Centro-Oeste e 350% no Norte do país. No Nordeste, os agentes
tóxicos que mais registraram crescimento foram os de uso agrícola,
com uma alta de 164%.

No Sudeste, os acidentes aumentaram principalmente com produtos
veterinários: 309%. O Sinitox aponta para a relação entre faixa
etária e os quatro tipos de intoxicação. As crianças com idade entre
1 e 4 anos são as maiores vítimas de envenenamento por agrotóxicos
de uso doméstico (28,7%), por produtos veterinários (21%) e por
raticidas (23,9%).

Já os adultos jovens, na faixa de 20 a 29 anos, são os mais acometidos
pelas intoxicações por produtos de uso agrícola (23,2%).
Rosany acredita que o consumo exagerado de agrotóxicos é a
razão fundamental para o aumento em todos os casos, aliado ao
demográfico e ao mau uso dos produtos. No campo, segundo a
pesquisa, o risco de intoxicação é o dobro do registrado nas áreas
urbanas. “Sabemos que o trabalhador do campo não está preparado
para lidar com esses agentes tóxicos de alta letalidade, pois tem baixa
escolaridade, más condições de trabalho e não é orientado”, disse.

AMEAÇA CLANDESTINA

O caso mais grave, segundo Rosany, é o do produto conhecido
popularmente como “chumbinho”, utilizado indevidamente como
raticida. “O chumbinho é o grande fantasma hoje. Trata-se de um
agrotóxico de uso agrícola que, há alguns anos, começou a ser
utilizado como raticida. É péssimo para essa finalidade, mas acabou
criando um mito que tem matado muita gente”, diz.

Utilizado em lavouras de café e batata, o chumbinho tem toxicidade
tão alta que precisa ser enterrado para a aplicação agrícola. “Levam
esse produto para a cidade, fracionam em pacotes pequenos e vendem
até no comércio ambulante. Aqui no Rio de Janeiro, o IML recebe
pelo menos um caso por semana relacionado a esse produto. No
Nordeste o quadro é trágico – há morte quase todos os dias”,
alertou Rosany.

A coordenadora do Sinitox explica que em casos de intoxicação é
necessário procurar serviço médico. Em caso de dúvidas e
esclarecimentos, a população pode entrar em contato com o
Disque-Intoxicação da Anvisa. O telefone é 0800-722-6001, a ligação
é gratuita e o usuário é atendido por uma das 36 unidades da Rede
Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
(Renaciat), presente em 19 Estados.

Mais informações: www.fiocruz.br/sinitox

Eu conheci um sitiante que ficou viuvo. Sua mulher começou a se sentir mal
e foi levada para o hospital ,onde pouco tempo depois veio a falecer.
Os médicos fizeram uma análise para saber o que realmente foi a causa da
morte . Depois de exames laboratoriais chegaram a conclusão que foi por
envenenamento.

Daí chamaram os filhos do casal urgentemente e exporam a situação: Se
fizessem o laudo da morte como envenenamento, certamente que o pai
deles seria indiciado pela justiça. Ficaria então a critério dos filhos
decidirem . Eles decidiram então por um laudo fictício , para não complicar
a vida do pai.

Os familiares depois disso apuraram a causa e descobriram que o pai em
sua total ignorância guardava os agrotóxicos com todo carinho, dentro de
casa. Como a esposa era a que ficava todo tempo por ali, foi a mais
contaminada. O marido como não parava em casa, não teve problemas.

Sempre eu digo que as coisas no Brasil são todas largadas. A historia
comprova isso. Quando eu tinha 13 anos, na década de 50,trabalhei em
um empório onde se vendia Arsênico e BHC aos picados. Chegava um
freguês e pedia 100 gramas do produto, e eu ia lá, abria o saco de papel
tirava com uma conchinha , levava ate´a balança e embrulhava com
jornal, como se fosse qualquer produto inofensivo.Tinha também o
agrotóxico chamado "Gamexame" ( especial para matar saúvas)que
vinha em engradados de madeira, dentro de litros de vidro com a boca
lacrada com gesso. Nas prateleiras havia um estoque de latinhas pretas
do chamado "Pó caveira".


Posted by Picasa

Mais 50

BRASIL VAI CONSTRUIR 50 USINAS NUCLEARES
















Objetivo é ampliar programa energético e produzir mais 60 mil megawatts com as novas instalações no País. O governo federal planeja ampliar o programa nuclear brasileiro construindo, nos próximos 50 anos, pelo menos 50 usinas.

As unidades deverão produzir um total de 60 mil MW (megawatts). Esse volume de energia gerado pelas novas centrais representa pouco mais da metade da capacidade atual instalada no País, que fica em torno de 100 mil MW. As usinas de Angra 1 tem capacidade de 626 MW. Angra 2 gera 1.350 MW. E Angra 3 prevê 1.400 MW. Todo o projeto ainda será definido pelo CNPE (Conselho Nacional de Política Energética).

PRIORIDADE
A notícia foi dada pelo ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, em entrevista após visita a Angra 1 e 2, em Angra dos Reis (RJ). De acordo com Lobão, o governo “está cuidando de Angra 3”. Segundo o ministro, esse pacote de usinas vai começar a sair do papel assim que o governo concluir a contratação das obras de quatro novas usinas nucleares, que já foram aprovadas em âmbito federal para serem construídas imediatamente.

“O presidente Luiz Inácio Lula da Silva entende que a política nuclear é prioritária no Brasil e sua decisão é que o processo para a instalação destas usinas deve prosseguir”, disse Lobão.
Vários estados do Nordeste estão reivindicando a instalação das quatro novas usinas nucleares. O governo já definiu que duas serão construídas no Nordeste e as outras duas no Sudeste.

TECNOLOGIA
De acordo com o ministro de Minas e Energia, na região Nordeste, disputam os investimentos os estados de Pernambuco, Sergipe e Alagoas. Já no Sudeste, segundo ele, não houve manifestação de interesse. "Mas não acreditamos que haverá problema algum nisso".

Apesar de o Brasil possuir tecnologia nuclear desde a década de 1980, pouco de sua geração de energia é oriunda desse setor. Atualmente, o País tem apenas dois reatores nucleares dos 437 (há mais 30 em construção) ativos, que correspondem a 16% da eletricidade mundial a cada ano.Angra 3 tem 60 exigências ambientais.

Mesmo com o risco de ser embargada por questões ambientais, a construção de Angra 3 deverá começar em abril de 2009, segundo o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão. Em entrevista após visita às instalações das usinas nucleares de Angra 1 e 2, Lobão afirmou que a lista de 60 exigências feitas pelo Ibama para que a licença de instalação seja concedida está sendo cumprida “corretamente, a contento e dentro de um escalonamento”.

Entre as exigências está a criação de um local específico para colocação dos rejeitos nucleares. “A ferro e fogo um lugar definitivo não existe em lugar nenhum do mundo. O que não puder ser feito agora, de imediato, será feito ao longo do processo de obtenção desta licença. Mas tudo será devidamente cumprido”, afirmou.

È interessante o que se passa na cabeça dos políticos. São eleitos para quatro anos de mandato e pensam que vão ficar o resto da vida no poder. Êsse projeto além de burro e´petulante. Sera´que o presidente vai estar vivo para ver a sua idéia funcionando daquí a cinquenta anos?

Duvido muito, porque ao contrário do que eles pensam, na verdade têem o mesmo ciclo de vida que todos os mortais. Morrem de pneumonia e câncer, como todos nós.Não seria mais interessante em vez de ficarem alimentando idéias mirabolantes, pensarem mais no desmatamento da Amazonia ou na recente alta dos alimentos?
Posted by Picasa

Eliminando o perigo.





















O primeiro fogão Dako que comprei foi quando estava para casar.Era um fogão robusto, com chapas grossas, colunas reforçadas grades de ferro chato.Por muito tempo nos prestou grandes serviços.

Nestes tempos , quarenta anos depois comprei outro, pensando no primeiro e também no rasoável preço.
Vi que nada tinha em comum ,êste com o antigo,embora tivesse certas modernidades como acendedor elétrico e a suposta auto-limpeza.

As chapas são finas,os pés frágeis.A mesa de inox é uma melhora sensivel.Para os possuidores dêsses fogões ,quero alertar o seguinte. Deixar a tampa do forno totalmente aberta , mesmo que por alguns instantes, resulta em eminente perigo de cortar a perna da dedicada esposa, ou de alguém que circule por alí.


A chapa fina, dobrada nos cantos externos age como uma lãmina.Daí o perigo.Eu, depois que
cortei a perna, tomei medidas para evitar isso novamente.Elas estão explicadas no desenho anexo.È a melhor medida, ( garanto) do que processar a fábrica e exigir indenização.Aliás, nós é que somos bobos em comprar coisas sem um meticulosa análise, na loja.
Posted by Picasa

A viagem. Parte 10

A VIAGEM

Passei alguns dias com eles, contei o que tinha passado somente a parte que eu me perdi e que estava sendo perseguido por dois elementos. Também omiti o capitulo da onça, com medo que não acreditassem. Depois de dois dias em companhia dos parentes, os cães anunciaram que vinha gente.


Era uma tarde ensolarada e os gafanhotos faziam um barulho estridente no capinzal próximo. Meu cunhado recomendou que me escondesse dentro do paiol e esperasse chamar. Passado meia hora ele veio dizendo que eram dois indivíduos que procuravam uma pessoa desaparecida da vila.

Fiquei mais tranqüilo em me ver fora do problema No dia seguinte, soubemos que dois cavaleiros foram atacados por uma enorme onça no crepúsculo. Um morreu e outro estava gravemente ferido. Veio em minha lembrança, à amiga que me guiou sob a luz da lua. Passado mais alguns dias, meu cunhado foi ate a vila fazer compras. Lá ficou sabendo que o desaparecido fora encontrado.

Alguém ao passar pelo local viu um movimento de urubus e foi verificar se era alguma vaca que caiu na barroca. Deu com o já esqueleto do meu agressor. Foi reconhecido pelas botas e pelos restos das roupas. Suspeitavam que o animal em que estava montado, se assustou com algum bicho e numa ladeada repentina jogou o cavaleiro no buraco.


No dia de retornar, voltei a cavalo, acompanhado de meu cunhado. Ele me fez guarda até outra vila, mediante meu pedido de não voltar pelo mesmo caminho. Lá peguei uma jardineira e comecei a longa viagem de volta. Depois de tudo isso, fiquei com medo de fazer viagens longas para lugares ermos.
FIM

A incompetência do governo com doenças infecciosas.

O povo brasileiro vive e sempre viveu a mercê de ataques epidêmicos , ja que a endemia faz parte de nossa historia. Veja informações em http://pt.wikipedia.org/wiki/Epidemia.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Endemia.Quando minha mãe ainda era criança houve uma epidemia de tifo no país que foi devastadora.Os antigos devem se lembrar.Com ela perdi minha avó materna.Houve uma procissão de enterros por diversos dias.O país não sabe lidar com doenças infecciosas.A febre amarela havia sido erradicada e voltou novamente. Estamos perdendo a guerra para a Dengue.Vejam os casos, só aumentando.Enquanto os governos caras de paus não investirem mais na saúde e na prevenção, estamos correndo o risco de entrarmos em uma grande fria, começando pelos grandes centros urbanos.Veja a noticia:http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI2230004-EI715,00.html.