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Você sabia?

Crédito: www.uol.com.br

Esta é a casa em que vivemos.Parece grande, mas em termos de universo é do tamanho de um grão de areia.
A auréola azul clara que a cerca é a nossa atmosfera. Parece bem fina e frágil, não é? E é mesmo. A altura dela é de aproximadamente 100 km.Até os dias de hoje, a humanidade não descobriu outro lugar semelhante a este, que nos de condições de viver.Mesmo assim o homem continua destruindo a casa em que vive. Jogam-se toneladas de poluentes na atmosfera e outro tanto de produtos químicos nas águas.As florestas que fornecem 20% de oxigênio para a atmosfera, são derrubadas todos os dias em uma destruição sem precedentes.Vivemos dentro de uma redoma de ar, semelhantes a peixinhos em um aquário. Lá fora não se sobrevive.Mas a natureza já está reagindo a tudo isso, como vemos diariamente ,noticias do derretimento de geleiras  e do buraco de Ozônio aumentando. A temperatura global também está aumentando, trazendo verões mais quentes como o último que passou. Estamos em uma contagem regressiva em direção a catástrofes cada vez maiores.

Crédito: 12dimensao.worldpress.com

Se providências urgentes não forem tomadas, no futuro estaremos assim. Igual a Marte. E a humanidade? Simplesmente evaporou.

Mais poluição estatal



Campos do Jordão joga 100% de seu esgoto nos rios
População da cidade triplica nos fins de semana da alta temporada e Sabesp diz que estação de tratamento vai ficar pronta em 2013
12 de junho de 2011

Gerson Monteiro - O Estado de S.Paulo
ESPECIAL PARA O ESTADO
CAMPOS DO JORDÃO

 Reforma na cidade, que já era tratada como estância hidromineral em 1940, está orçada em R$ 1 milhão e deve ser iniciada no segundo semestre.

Às vésperas do Festival Internacional de Inverno, Campos do Jordão, a 180 km de São Paulo, prepara-se para receber até o fim de julho 700 mil turistas, que devem movimentar R$ 1 bilhão. 

Pondo fogo

























NÚMERO DE QUEIMADAS CRESCE 281%.

Roberto do Nascimento - Terra
Tradicionais Estados que ainda na apareciam entre os principais em número
de queimadas já começam a se destacar. O fato reforça a expectativa
negativa de aumento no número de queimadas em 2009. Até hoje,
queimadas cresceram 281% em relação ao mesmo período do ano passado:
saltaram de 655 focos para 2.502. O Estado do Ceará lidera, de acordo com
o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC) do Instituto

Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), com 525, um aumento de 1.017%,
mas Mato Grosso, com 215 focos (aumento de 2.288%), Mato Grosso do Sul,
com 178 (mais 1.269%) aceleraram o número de queimadas.
Estados como São Paulo e Paraná também apresentam forte crescimento,
embora em números absolutos o número focos detectados seja pequeno.

Em São Paulo, até de 16 de fevereiro de 2008, apenas 4 focos de queimada
haviam sido registrados. Este ano, já são 47, um aumento de 1.075%. No
Paraná, o crescimento alcançou 533%, de 6 para 38 focos.
Em 2008, o País registrou 93 mil queimadas, praticamente o mesmo número
de 2007, mas em 2009 a previsão é de aumento, já que o Inpe detectou, em
levantamento preliminar do sistema Degrad, 24.932 km2 de áreas em
processo de desmatamento em 2008 somente na Amazônia Legal.

O número é 67% superior aos 14.915 km2 de áreas degradadas em 2007.
O Inpe mapeou áreas em processo de desmatamento em toda a Amazônia
Legal, o que possibilita aos órgãos de fiscalização impedir a derrubada
completa da floresta. De acordo com o instituto, 13% das áreas identificadas
como degradadas em 2007 foram convertidas para corte raso em 2008, ou
seja perderam completamente a cobertura vegetal nativa.

Se essa porcentagem se repetir, 2009 podem ser registrados mais 3,24 mil
km2 de desmatamento raso na Amazônia Legal. No item degradação, o Mato
Grosso segue imbatível, com 12.534 quilômetros quadrados, seguido pelo
Pará, com 7.708, e pelo Maranhão, com 3.978. Rondônia, que sempre se
destaca no ranking de desmatamento, vem em quarto, com 477 quilômetros
quadrados degradados em 2008, no âmbito da Amazônia Legal.

As queimadas, uma das práticas ainda recorrentes da agricultura e da
pecuária, contribuem decisivamente para colocar o Brasil como um dos
maiores emissores mundiais de gases que causam as mudanças
climáticas. Estima-se que o uso da terra nas suas diversas formas seja
responsável por 75% das emissões de gases-estufa no País.

Ou o governo não está fazendo nada ou suas medidas não estão surtindo
efeito.O governo muitas vezes pega de leve ,com medo de haver repercussão
nas próximas eleições. Aqui no Brasil , se governa de olho nos proximos
quatro anos. Enquanto não se atacar o problema de forma eficaz e fazerem
leis mais rigidas, o problema continua e como vemos, aumentando.
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Lazer infeliz



















SERÁ QUE VAI DAR PRAIA ?

Essa é uma questão que pode envolver muito mais variantes – contaminação
por esgoto, por exemplo – do que a simples dúvida sobre as condições do
tempo para os fins de semana ou férias .Alternativa de lazer barata e
democrática e, por isso, mais popular entre os paulistas de todas as classes
sociais, as praias da Baixada Santista nem sempre estão liberadas para o
banho de mar.

A população, não raro, vê frustrada sua intenção de curtir alguns dias
ensolarados no litoral, porque o tempo chuvoso não ajuda ou as praias são
consideradas impróprias por causa da poluição provocada pelo esgoto
lançado na água. O emissário submarino de Santos e São Vicente,
inaugurado no final da década de 70, um dos sistemas utilizados para
lançar esgoto em alto mar, longe das praias, demanda urgentemente de
reforma e ampliação de capacidade.

Além disso, nem todas as cidades litorâneas têm a infra-estrutura
necessária de abastecimento de água e saneamento para suportar a
duplicação ou até a triplicação da população, nas temporadas turísticas.
A Baixada Santista, com 82 praias e 162,5 km de extensão, abriga em
Peruíbe, Itanhaém, Mongaguá, Praia Grande, Santos, São Vicente,
Cubatão, Guarujá e Bertioga, população fixa da ordem de 1,6 milhão de
habitantes. Nos principais feriados e nas férias de verão, recebe um
acréscimo de aproximadamente 1,3 milhão de pessoas.

A região apresenta baixos índices de atendimento à população urbana
no que diz respeito a redes coletoras e estações de tratamento de
esgoto. Disso decorre tanto a poluição dos rios, canais de drenagem e
estuário como os problemas de balneabilidade das praias. Em média,
de acordo com Eduardo Mazzolenis, gerente do Departamento de

Tecnologia de Águas Superficiais e Efluentes Líquidos, da Companhia
de Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb), mais de 80% da
população do Estado de São Paulo são atendidos por rede de esgoto.
Nas cidades litorâneas paulistas, esse índice não passa de 50%. Em
lguns municípios do litoral norte, entretanto, é bem mais baixo,
podendo descer a apenas 5%.

A falta de saneamento implica riscos ao meio ambiente e à saúde
pública, com destaque para os índices de mortalidade infantil que,
no litoral, são superiores à média registrada no Estado de São Paulo
A contaminação das águas e praias também tem acentuada
influência na disseminação de doenças infecto-contagiosas entre a
população local e os turistas.

Em muitos casos, as pessoas tomam seus banhos de mar sem levar
em consideração os alertas de interdição emitidos pela Companhia de
Tecnologia de Saneamento Ambiental (Cetesb), ligada à Secretaria
do Meio Ambiente do Estado de São Paulo, e veiculadas nos meios
de comunicação.

De acordo com o médico infectologista e sanitarista Arnaldo Etzel, que
atua em hospitais da prefeitura de Santos e é professor universitário,
essas doenças são transmitidas por via oral, que são basicamente as
diarréias infecciosas e as hepatites virais (principalmente a do tipo A),
ou por contato, via pele, que são as dermatoses e micoses de praia e
as parasitárias.

O médico vê o problema como questão social e de falta de
infra-estrutura de rede de esgoto e de sistemas de saneamento para
atender à demanda dos municípios da Baixada Santista. “A cidade de
Santos, por exemplo, é uma ilha que tem parte do seu território
ocupada por muitas favelas.

Em geral, essas habitações precárias lançam irregularmente seus
dejetos na água que vai desembocar na baía de Santos e,
conseqüentemente, contaminar o mar. Essa poluição pode ser em
maior ou menor índice, dependendo da movimentação
das marés”, explica o doutor Etzel.

Para o médico, normalmente, a preocupação é mais intensa com
idosos e bebês, que são pessoas que apresentam maior
suscetibilidade às doenças. Por isso, ele acredita que as prefeituras
deveriam aumentar ainda mais a fiscalização nas praias e intensificar
os mecanismos de alerta à população e aos banhistas sobre praias
impróprias.

Ele acredita ainda que o comércio de alimentos na orla litorânea
também precisa de maior controle sanitário, assim como deve ser
mais rigoroso o combate a roedores e outras pragas urbanas.
Tecnicamente, de acordo com o engenheiro civil sanitarista e
vice-presidente de atividades tecnológicas do Instituto de Engenharia
(IE), Paulo Ferreira, fazer a coleta do esgoto nas cidades praianas é
muito mais complexo do que em áreas de planalto.

A região litorânea é plana e o lençol freático é muito alto
(quase à flor do solo). “A execução de obras passa a exigir altos
investimentos e a recuperação do capital fica mais demorada”, diz
o engenheiro. O dimensionamento do sistema tem de levar em
consideração os picos de demanda, nas altas temporadas, mas é
difícil organizar a arrecadação das taxas de esgoto.

“Não há como estabelecer uma taxa para alta temporada,
quando as exigências são bem maiores, e outra para a baixa.
Juridicamente isso é impossível”, destaca Paulo Ferreira, que é
professor universitário e já exerceu a função de diretor da Sabesp e
da Cetesb.

A poluição da orla marítima, segundo ele, deriva basicamente do
esgoto residencial, porque sempre preponderou na Baixada Santista
a ocupação urbana doméstica. “Adota-se no Brasil o sistema separador
absoluto, que coleta esgoto separadamente da água pluvial. Na prática,
entretanto, por falta de fiscalização, zelo ou até omissão, os loteamentos
são construídos erroneamente com a rede esgoto ligada à galeria de
águas pluviais.

Quando chove, o esgoto sem tratamento acaba chegando ao canal e,
por fim, desemboca na praia”, explica o engenheiro.
Esse problema se agrava durante os períodos de temporada. No verão,
o volume de esgoto dobra ou até triplica, de um dia para o outro. Então,
os turistas vão para o litoral para usufruir de um lazer e passam pelo
transtorno de enfrentar a poluição das praias e pelo risco de contrair
doenças.

Medidas preventivasEduardo Mazzolenis, da Cetesb, acredita que a
primeira medida, e certamente a mais óbvia, seria o aumento da
cobertura de atendimento à população por rede de coleta e tratamento
de esgotos. Outra ação fundamental seria a imposição de que as redes
de coleta sempre estejam ligadas à rede pública oficial.

“Muitas vezes, o esgoto domiciliar não está interligado com a rede pública
da Sabesp e faz o despejo clandestino nas redes de drenagem, de chuvas
ou até diretamente nos córregos”, explica o gerente da empresa de
saneamento.

Praias como a de Milionários e a de Gonzaguinha, localizadas no
município de São Vicente, que são as campeãs de interdições, e outras
da Baixada, também têm sua balneabilidade influenciada decisivamente
pela fraca capacidade de dispersão dos poluentes, de acordo com
Mazzolenis.

Ele lembra que, do ponto de vista do sistema de meio
ambiente, da Cetesb e da Secretaria de Meio Ambiente, o estado tem
agido de forma educativa, através das campanhas como o Verão Limpo
que promove discussões sobre o tema na região.

“Nos últimos anos, os municípios têm tido um envolvimento bem maior
e, em termos de controle de poluição, há as ações de licenciamento
ambiental e fiscalização da Cetesb, no que diz respeito à implantação
e redes e de sistema de tratamento de esgotos”, lembra o gerente da
Cetesb.

A Secretaria do Meio Ambiente também anunciou, recentemente, um
novo programa que se pretende articular os esforços dos órgãos do
sistema de meio ambiente, das prefeituras, da Secretaria de Habitação e
da Sabesp, visando otimizar ações e estabelecer prioridades que possam
diminuir expressivamente, até 2010, a ocorrência de praias impróprias.

Os investimentos, segundo Mazzolenis, “serão feitos a partir de
diagnósticos técnicos que determinarão ações integradas dirigidas
principalmente para as 136 praias e os cursos de água afluentes que são
monitorados pela rede de balneabilidade da Cetesb”.

De acordo com o gerente da estatal, a Cetesb é uma das poucas agências
brasileiras que monitora a água do mar e os emissários e seus efluentes.
A água é monitorada não só quanto à balneabilidade, nas proximidades
das praias, mas também nos pontos mais distantes, o que reflete uma
clara preocupação com a qualidade ambiental.

Segundo ele, o esgoto despejado pelos emissários passa por estações de
pré-condicionamento, que eliminam materiais grosseiros e areia, por
exemplo. “O emissário de Santos e São Vicente precisa ser reformado
e aperfeiçoado, com a introdução de tratamento pelo método de flotação,
quimicamente assistido. Isso porque a bacia de Santos tem um regime
de circulação muito pouco dispersivo, o que pode ocasionar impactos por
sedimentos na coluna de água”, conclui Mazzolenis.

Que tal agora no carnaval voce encher a cara e ir até a praia curtir as garotas?
Se voce não morrer no transito para ir, pode morrer afogado ,estando
meio chumbado. E na melhor das hipóteses tem as bactérias que agem
em último caso.

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A poluição de cada dia












SUJEIRA DE ESGOTO AMEAÇA LAZER DE BANHISTAS
Água que parece limpa pode esconder contaminação por vírus e
bactérias. Autoridades sanitárias fazem exame microscópico para saber
se trecho é seguro para banho.Verão, no Brasil, significa praia cheia.
Para se refrescar, muita gente vai para o mar. O problema é que a
sujeira de esgotos que desembocam na costa ameaça o lazer dos
banhistas.

Os estados do Maranhão, Ceará, Pernambuco, Alagoas, Rio de Janeiro,
São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul têm várias praias
poluídas.“Qualquer praia que você procurar hoje em dia em Maceió está
poluída. Não tem outra praia que a gente possa surfar direito, que não
pegue alguma doença, alguma coisa sempre tem”, diz o surfista
Wanderson Costa.

As aparências enganam: água que parece limpa pode esconder vírus e
bactérias contidos em coliformes fecais que vêm do esgoto sem tratamento
jogado no mar. Por isso é que as autoridades sanitárias fazem um exame
microscópico de amostras da água para saber se ela é segura para o banho.

“Existe risco de ingestão de parasitas, de problema de pele que pode surgir
por conta dessa água contaminada. Você tem várias possibilidades de
doenças nem sempre percebidas logo no dia seguinte. A hepatite A é um
exemplo. A pessoa percebe que está infectada depois de um mês, um mês e
meio.

E já é muito tarde para se fazer qualquer medida preventiva”, explica
o infectologista da UFRJ Edmilson Migowisky.No Litoral do Paraná, os
lugares impróprios são marcados por barracas vermelhas. Mas nem sempre
a sinalização é respeitada. “Não está apropriada para entrar agora, mas já
entrei”, admite uma banhista.
http://www.classificadoslapa.com.br/portal/?pg=noticia&id=1586

Parece que para as autoridades é mais fácil fazer exames de laboratório
e demarcar áreas poluídas ,do que encarar o problema de frente e achar
uma solução definitiva.Em muitos casos o esgoto é levado por emissários
até o alto mar, o que não resolve o problema. Fico admirado em ver muitos
turistas estrangeiros sentirem-se atraídos pelas nossas praias.

Por outro lado a propaganda enganosa só fala bem dessas maravilhosas
paisagens. Por traz disso tudo, existe algo muito perigoso. Lembre-se que
aqui tudo é largado. O perigo está desde comer carne de porco, andar pelas
ruas e até ir a praia.
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País largado 3

















Aí está um rio brasileiro bem enfeitadinho com garrafas pet e
toda varidade de plásticos. O povo é culpado mas é ignorante.
O maior culpado é o governo que não acode e não providencia
medidas para combater a poluição. É triste a realidade.

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Mundo poluido

O RETRATO DA REALIDADE.




















PF prende 13 por crimes ambientais em Santa Catarina.
Ação faz parte da Operação Dríade, que aponta concessão irregular de licenças ambientais em quatro cidades. Treze pessoas já foram presas na manhã da quarta-feira, 17, acusadas de prática de crimes contra o meio ambiente, contra a Administração Pública e contra a lei de parcelamento do solo urbano.

Cerca de 170 policiais federais devem cumprir 14 mandados de prisão e 38 mandados de busca e apreensão nas cidades catarinenses de Biguaçu, Tijucas, Paulo Lopes e Florianópolis e em São Paulo.
A ação faz parte da Operação Dríade, da Polícia federal, que tem como objetivo desarticular organizações criminosas atuantes no município de Biguaçu, especializadas na prática de crimes contra o meio ambiente.

Tais crimes têm sido praticados por empresários em conluio com servidores públicos municipais e estaduais, inclusive aqueles com atribuições para licenciar e fiscalizar as atividades.
A investigação levanta a suspeita de que servidores da Fundação do Meio Ambiente (FATMA) estariam emitindo licenças ambientais irregulares.

As áreas territoriais afetadas, segundo a PF, são terrenos de Marinha ou situam-se nas proximidades de Unidades de Conservação Federal.

EMPRESAS INVESTIGADAS

A empresa Proactiva, com sede em São Paulo e que atua no local com o auxílio das subcontratadas Armiplan, Coberlix e Anacon em Florianópolis e Biguaçu, é a responsável pela administração do aterro sanitário de Biguaçu, para onde são encaminhados os dejetos, incluindo os de natureza doméstica e hospitalar, de aproximadamente 30 municípios, dentre os quais Florianópolis e São José.

As investigações dão conta de que o lixo está sendo tratado de forma inadequada, causando a poluição dos rios da região e possivelmente causando dano a baía norte do município de Governador Celso Ramos. Há a suspeita de que servidores públicos da FATMA e da Secretaria do Meio Ambiente em Biguaçu tenham se omitido criminosamente em seu dever de fiscalização.

Essas são boas noticias que sempre a gente toma conhecimento. Infelizmente daqui alguns dias ficaremos sabendo que todos os envolvidos estarão gozando de plena liberdade e praticando os mesmos crimes.
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No futuro próximo

O CAOS UM DIA CHEGARÁ.
























Em um futuro próximo vai ter tanto carro no mundo , que tudo vai girar em tornos deles. Até esculturas como a de cima vão entrar na moda. Impossibilitados de rodarem nas ruas congestionadas , irão para os campos tomar espaço das plantações . Vai haver mais cemitérios de carros que de gente.

Muitas pessoas, por falta de espaço vão morar dentro deles. O governo por sua vez, vai cobrar IPVA e outros tantos impostos que incidem sobre os carros, sobre tudo que tiver rodas, indiferente se tem motores ou não.

Dai surge um problema enorme porque acaba o petróleo na terra. Muita gente ja sabia que isso mais cedo ou tarde iria acontecer. As grandes emprêsas que controlavam o setor , com seus cientistas trabalhando dia e noite , não conseguem achar um combustivel adequado e barato para movimentar a enorme frota mundial.

As fábricas porém não paravam com a produção de carros e todo dia uma avalanche de veículos invadia as ruas. Chegou a um ponto que dentro das lojas as pessoas andavam entre eles. E não eram lojas de veiculos. Pessoas tinham que pular veiculos para atravessar as ruas, e o cheiro ocre de pneus se espalhava por todos os cantos.

Mas uma coisa tinha melhorado e depois de um certo tempo começaram a notar. O céu estava mais azulado e o ar mais puro. Daí alguem subiu em um veiculo alto , ergueu os braços bem alto e gritou com toda a força de seus pulmões: "Cometemos um grande erro."

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Os que mais poluem

OS PAISES RICOS POLUEM MAIS
























Os países da União Européia (UE) começaram a deixar transparecer suas diferenças sobre a proposta de Bruxelas sobreas emissões de CO2, mas se comprometeram a tentar superá-las antes do fim do ano e a liderar a luta mundial contra a mudança climática.

A discussão dos ministros europeus de Meio ambiente e de Energia, realizada nos arredores de Paris foi "franca" e "aberta", conforme vários deles informaram.

O resultado é que todos os países discutiram os problemas que vêem no pacote de clima e energia, desde as metas de redução atribuídos a cada um pela Comissão Européia (CE) até os mecanismos de proteção para suas indústrias pesadas, passando pelo financiamento de reformas.

"O resultado é muito positivo. Agora o Conselho e o Parlamento Europeu puderam ver onde estão os pontos sensíveis e aproximar posturas", disse a secretária de Estado de Mudança Climática da Espanha, Teresa Ribera.

O primeiro ponto de discordância esta entre os países do Leste e os mais ricos da UE.

Diante da recusa da maioria de Governos a redistribuir os esforços de corte de emissões propostos por Bruxelas, um grupo de oito estados ex-comunistas - com uma forte dependência dos combustíveis fósseis - reivindica maiores compensações econômicas para adaptar suas economias e seguir crescendo.

A CE já defendia que 10% dos fundos que os países ricos obtenham do leilão entre suas indústrias das permissões para emitir - e que já não serão repartidas de forma gratuita - se outorgassem aos mais desfavorecidos.

No entanto, países como a Polônia querem aumentar essa quantidade.

O ministro de Ecologia da França, Jean-Louis Borloo, disse que a Europa ocidental está disposta a ser "solidária", pois caso contrário "não haverá acordo".

Entre os assuntos polêmicos estão as medidas para evitar que as indústrias européias com um maior consumo energético, como a siderúrgica, se vejam prejudicadas pela concorrência de outros países com exigências ambientais menores e terminem por saírem da UE.

Enquanto um grupo de estados liderado pela Alemanha defende que sejam concedidas cotas de emissão gratuitas a estes setores, a França pede a cobrança de um imposto nas fronteiras aos produtos elaborados em países mais poluidores.

Segundo a delegação espanhola, a idéia tem uma "amplíssima maioria contra", embora fontes da Presidência rotativa francesa assegurem que o mais provável é que seja levada em conta na solução final.

Todos os países coincidem em acelerar a adoção dos instrumentos de proteção ou, pelo menos, dos critérios para identificar que setores serão os mais afetados pela concorrência, algo que Bruxelas queria adiar apara 2010 à espera de um possível acordo internacional no próximo ano em Copenhague.

Os ministros de Energia da UE se mostraram a favor de impulsionar a eficiência energética, especialmente nos edifícios, uma área na qual o comissário europeu, Andris Piebalgs, anunciou a proposta de novos textos nos próximos meses.


Eu aconselharia a olharem um pouco para o espaço. Direcionar o telescópio espacial para o planeta Marte e ter uma visão do futuro da terra. Marte é hoje o que nosso planeta será amanhã, se a poluição desordenada e venenosa continuar a ser emitida.

Aqui fazemos queimadas por ignorância do povo e do governo. Nos paises ricos onde se tem cultura e tecnologia de ponta ,isso é inadmissível. Já estamos sentindo no dia a dia os efeitos devastadores da poluição: Mudança de clima, furacões e o efeito estufa.

Medidas urgentes devem ser tomadas, ou então no futuro haverá choro e ranger de dentes, antes de sermos dizimados pelo ar venenoso, com todos os efeitos colaterais que ele trará.
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Lixo espacial










O ser humano mostra que não tem jeito mesmo. Tanto os
ignorantes como as pessoa cultas que pertencem aos governos,
produzem lixo. Os primeiros ,colocam seus lixos em frente ao vizinho do lado,
enquanto outros estão deixando o espaço parecido com os lixões
das grandes cidades. A foto acima mostra como está a situação.
A bola encrespada é o lugar em que vivemos. O lixo mais distante
ja esta formando um anel. Logo estaremos imitando Saturno.