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Êrro de cálculo
Foi notícia: Estado volta a ter violência epidêmica (Fonte)
Pincelada do Rabix
Entre as leis da era do molusco, a do desarmamento é a mais ridícula, sem fundamento e estéril.Achavam os inteligentes políticos que, desarmando o cidadão se resolveria o problema da violência.
Futuro negro
Foi notícia: Aposentadoria atual não é mais descanso,mas mudança(Fonte)
Pincelada do Rabix
FHC, o maior pilantra dêste país, que chamou os aposentados de vagabundos e que agora usufrui de suas várias aposentadorias, foi quem inventou a tal lei que definha a aposentadoria, devagar e continuamente, como um verme sugando as forças dos velhinhos.
Sem recurso
Foi notícia: Governo oficializa reajuste para aposentadoria acima do mínimo.
(Fonte)
Pincelada do Rabix
Nunca na história deste país o aposentado foi tão humilhado como nos governos tucanalhas e petralhas. Os pobres velhinhos são sempre alvo de medidas em nome da economia e taxados como culpados pelo suposto inchaço da previdência.
Paraíso dos bandidos
Crédito: http://vindodospampas.blogspot.com/
SP registra 5 latrocínios em 24 horas
Comerciante foi morto na frente dos filhos; polícia chegou a falar em delegacia especializada, mas secretário considera ''improvável''
04 de agosto de 2011
Camilla Haddad - O Estado de S.Paulo
JORNAL DA TARDE
Hélio Torchi
Vila Progresso. Homem morreu em casa ao defender filho.
Cinco pessoas morreram em latrocínios (roubos seguidos de morte) na capital e na Grande São Paulo em um período de 24 horas, entre a segunda-feira e anteontem.
Medida urgente
Plano prevê abertura de 2,5 mil vagas de Medicina para reduzir desigualdade
Ministérios da Saúde e da Educação desenvolvem estratégia conjunta para aumentar o número de médicos no País
19 de julho de 2011Fernanda Bassette e Mariana Mandelli - O Estado de S.Paulo
Ministérios da Saúde e da Educação finalizam um plano nacional de educação médica que terá, entre seus objetivos, a meta de aumentar o número de médicos por habitantes no País e tornar mais rígido o processo de abertura de novas vagas em cursos de Medicina.
Os atormentadores
Juro médio do cheque especial sobe a 9,53% ao mês em junho
Segundo Procon-SP, juro médio no ano chega a 198,17%; no empréstimo pessoal, taxa mensal se manteve em 5,60%
09 de junho de 2011 |Agência Estado
SÃO PAULO - A taxa média de juros do cheque especial registrou leve alta de 0,06 ponto porcentual neste mês, segundo dados divulgados pela Fundação Procon de São Paulo (Procon-SP).
O céu é o limite
Pacote de tarifa bancária sobe até 124%
Pesquisa do Idec mostra como instituições se comportaram desde que o Banco Central adotou norma para cobranças, em abril de 2008
10 de maio de 2011
Leandro Modé, de O Estado de S. Paulo
SÃO PAULO - Três anos depois de o Banco Central (BC) adotar normas para padronizar as tarifas bancárias, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) fez um levantamento que chega a três conclusões principais: o pacote que inclui vários serviços ficou até 124% mais caro; as receitas dos bancos com tarifas subiram, em média, 30%, acima da inflação de 18% do período; e as queixas ao BC sobre o tema continuaram crescendo.
Pondo fogo

NÚMERO DE QUEIMADAS CRESCE 281%.
Roberto do Nascimento - Terra
Tradicionais Estados que ainda na apareciam entre os principais em número
de queimadas já começam a se destacar. O fato reforça a expectativa
negativa de aumento no número de queimadas em 2009. Até hoje,
queimadas cresceram 281% em relação ao mesmo período do ano passado:
saltaram de 655 focos para 2.502. O Estado do Ceará lidera, de acordo com
o Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC) do Instituto
Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), com 525, um aumento de 1.017%,
mas Mato Grosso, com 215 focos (aumento de 2.288%), Mato Grosso do Sul,
com 178 (mais 1.269%) aceleraram o número de queimadas.
Estados como São Paulo e Paraná também apresentam forte crescimento,
embora em números absolutos o número focos detectados seja pequeno.
Em São Paulo, até de 16 de fevereiro de 2008, apenas 4 focos de queimada
haviam sido registrados. Este ano, já são 47, um aumento de 1.075%. No
Paraná, o crescimento alcançou 533%, de 6 para 38 focos.
Em 2008, o País registrou 93 mil queimadas, praticamente o mesmo número
de 2007, mas em 2009 a previsão é de aumento, já que o Inpe detectou, em
levantamento preliminar do sistema Degrad, 24.932 km2 de áreas em
processo de desmatamento em 2008 somente na Amazônia Legal.
O número é 67% superior aos 14.915 km2 de áreas degradadas em 2007.
O Inpe mapeou áreas em processo de desmatamento em toda a Amazônia
Legal, o que possibilita aos órgãos de fiscalização impedir a derrubada
completa da floresta. De acordo com o instituto, 13% das áreas identificadas
como degradadas em 2007 foram convertidas para corte raso em 2008, ou
seja perderam completamente a cobertura vegetal nativa.
Se essa porcentagem se repetir, 2009 podem ser registrados mais 3,24 mil
km2 de desmatamento raso na Amazônia Legal. No item degradação, o Mato
Grosso segue imbatível, com 12.534 quilômetros quadrados, seguido pelo
Pará, com 7.708, e pelo Maranhão, com 3.978. Rondônia, que sempre se
destaca no ranking de desmatamento, vem em quarto, com 477 quilômetros
quadrados degradados em 2008, no âmbito da Amazônia Legal.
As queimadas, uma das práticas ainda recorrentes da agricultura e da
pecuária, contribuem decisivamente para colocar o Brasil como um dos
maiores emissores mundiais de gases que causam as mudanças
climáticas. Estima-se que o uso da terra nas suas diversas formas seja
responsável por 75% das emissões de gases-estufa no País.
Ou o governo não está fazendo nada ou suas medidas não estão surtindo
efeito.O governo muitas vezes pega de leve ,com medo de haver repercussão
nas próximas eleições. Aqui no Brasil , se governa de olho nos proximos
quatro anos. Enquanto não se atacar o problema de forma eficaz e fazerem
leis mais rigidas, o problema continua e como vemos, aumentando.
Salário mínimo

Lupi anuncia aumento do salário mínimo de R$ 415 para R$ 465.
Segundo ministro do Trabalho, aumento vai beneficiar 42,1 milhões
de pessoas e injetar R$ 21 bi na economia .
RIO - O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, confirmou nesta sexta-feira,
30, o aumento do salário mínimo de R$ 415 para R$ 465 a partir de 1º de
fevereiro, o que significa uma variação real de 6,39% em relação ao ano
passado. Segundo Lupi, esse aumento vai beneficiar 42,1 milhões de
trabalhadores, com injeção de cerca de R$ 21 bilhões na economia. "Essa
é uma forte fonte de aquecimento da economia do Brasil e do mercado
interno", disse durante entrevista coletiva.
Segundo Lupi, o cálculo de quanto será o efeito do aumento do mínimo
no resultado do PIB de 2009 ainda não está fechado, mas ele estima que
estará em torno de 0,1 ponto percentual a 0,2 ponto percentual.
Estadão
Mais prejudicados são os que estão recebendo um pouco mais do que
o mínimo. Certamente que vão receber de aumento 0,001%. Esta foi a
herança que FHC , o rei dos Tucanalhas , deixou para os infelizes aposentados.
E os Petralhas não estão nem aí para corrigir isso.
Patinhas II

ARRECADAÇÃO CRESCE SEM CPMF
Mesmo com a extinção da contribuição, há um ano, a carga tributária bate
recorde e chega a 35,49% do PIB.
Marcelo Rehder
Estadão
Mesmo com o fim do chamado imposto do cheque (CPMF), que completa
hoje exatamente um ano, a carga tributária brasileira vai bater novo
recorde em 2008. A arrecadação deve subir para 35,49% do Produto Interno
Bruto (PIB), 0,70 ponto porcentual acima dos 34,79% atingidos em 2007,
segundo projeção do consultor em finanças públicas Amir Khair.
Economista do PT, Khair utilizou a metodologia da Secretaria da Receita
Federal para calcular a carga tributária, tendo com base dados oficiais até
outubro da União e Estados e estimativa para municípios.
Para o PIB, o economista considerou um crescimento de 5,5%. Em números
absolutos, a soma de todas as riquezas produzidas no País chegaria a
R$ 2,946 trilhões, ante R$ 2,792 trilhões em 2007, já corrigidos por uma
inflação de 7,5% prevista para o período.
Assim, a carga tributária ultrapassaria a casa do R$ 1 trilhão, o que
representa uma mordida 7% maior em relação à de 2007. Procurada, a
Receita Federal não comentou o assunto.O apetite do Leão não chega a ser
nenhuma novidade, embora a carga tributária no Brasil seja extremamente
elevada, principalmente se comparada com a baixa qualidade dos serviços
públicos financiados pelos tributos.
O consultor Clóvis Panzarini, que foi coordenador da Arrecadação Tributária
da Secretaria da Fazenda de São Paulo por oito anos, costuma dizer que a
carga tributária é uma variável dependente e que a variável independente é
o gasto. Seria como a taxa de um condomínio: para diminuí-la, antes é preciso
reduzir a despesa.
"Se quisermos ter uma carga tributária mais civilizada, o governo precisa
gastar menos e melhor os recursos públicos", afirma o consultor.O estudo de
Khair mostra que os Estados foram ainda mais vorazes que o governo federal
e se tornaram os principais vilões do aumento da carga tributária. Para o
aumento de 0,70 ponto porcentual previsto na carga, os Estados contribuíram
com 0,42 ponto, enquanto a União respondeu por 0,25 e os municípios por
apenas 0,04.
De janeiro a outubro, o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços
(ICMS), principal fonte de arrecadação dos governos estaduais e maior
tributo do País, cresceu 13,4% acima da inflação medida pelo IPCA,
superando o crescimento ocorrido no conjunto das receitas da União (10,3%).
Segundo Khair, isso se deve basicamente à substituição tributária que tem
sido adotada cada vez mais pelos Estados e cujos resultados deverão ser
intensificados em 2009.
Por este regime, a responsabilidade pelo imposto devido em relação às
operações ou prestações de serviços é atribuída a outro contribuinte. Os
Estados passaram a concentrar a cobrança do ICMS na saída da indústria,
que reúne um número muito menor de empresas que a distribuição e o
varejo, o que facilita a fiscalização e reduz a sonegação. Só que a mudança
significa aumento de carga em algumas situações, diz Panzarini.
Exemplo: pequenas e microempresas que aderiram ao Supersimples, e
pagavam uma alíquota de 1% a 2%, passam a pagar a mesma alíquota de
18% cobrada das grandes empresas. Além da substituição tributária dos
Estados, o aumento da arrecadação reflete fundamentalmente o
crescimento econômico, que eleva o faturamento e lucro das empresas e
a massa salarial acima do crescimento do PIB. Além disso, contribui para
reduzir a sonegação e a inadimplência.
Até outubro não se observou impacto da crise na arrecadação. Para 2009,
as previsões são de que dificilmente o aumento da carga se repetirá, tanto
pelos efeitos da desaceleração econômica quanto pelas bondades fiscais
que o governo tem promovido para incentivar o consumo, como a redução
do IR para a classe média e do IPI para automóveis.
O fim da cobrança da CPMF não teve impacto sobre 100% da arrecadação
com a contribuição, porque havia um residual de R$ 3,2 bilhões a ser pago
pelas empresas em 2008. Para compensar os R$ 40 bilhões que iriam ser
arrecadados com a CPMF, o governo aumentou as alíquotas do Imposto
sobre Operações Financeiras (IOF) e da CSLL.
"O governo ganhou R$ 13 bi com o aumento de carga da CSLL e mais
R$ 13 bi de aumento de carga de IOF e foi buscar em a a diferença em
outros aumentos compensatórios", observa Panzarini. A despesa que seria
para pagar a CPMF, por exemplo, vai ficar na empresa como lucro. Quanto
maior o lucro, maior será o pagamento de imposto. O impostos que mais
aumentaram em 2008 foram o IR, o IOF, o ICMS e a Cofins.
NÚMEROS
R$ 1 trilhão é quanto os brasileiros pagaram em impostos em 2008 e
7% é quanto cresceu a arrecadação com impostos em 2008, em comparação
com 2007. 13,4% é quanto aumentou a arrecadação de ICMS acima da
inflação oficial .R$ 3,2 bilhões foi o total pago pelas empresas referente à
CPMF residual em 2008 . R$ 81 bilhõesé a receita extra, o dobro da que
seria obtida com a CPMF.
O povo norte-americano começou a protestar contra os altos tributos
imposto pela Inglaterra, em 16 de dezembro de 1773.Um grupo de
americanos se vestiu como indígenas e jogou no mar 342 caixotes de Bohea,
o chá preto. O produto estava armazenado em três navios britânicos
ancorados no porto de Boston, da ainda colônia inglesa. O ato foi um forma
de evitar o pagamento de tributos sobre o chá ,impostos pela coroa britânica.
Esse foi o estopim para os colonos se revoltarem contra o reino europeu.
Aqui, a hora que este povo acordar e começar a pensar como ser humano
e não como ovelhas, pode-se repetir um fato histórico. Está uma pouca
vergonha a carga tributária e o governo é o único que gosta disso.
só pode gostar porque o peso da carga recai somente sobre as costas do
povo que por sua vez segue a moda do " Deixa a vida levar eu".
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