Mostrando postagens com marcador consumo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador consumo. Mostrar todas as postagens

Horário de bobão

Não se esqueça que hoje a meia noite como se faz a anos, você vai adiantar o seu relógio em um hora.

Sem reclamar e obedecendo a uma tontice governamental que é passada de um governo a outro por muitos anos, que também nada entende do assunto mas,faz a coisa como se fosse uma medida salutar para o nosso sistema elétrico, que vem capengando por falta de investimentos e manutenção adequada.

Ptanvisa



Mesmo com restrição, consumo de antibióticos cresce 4,8% em um ano
Aumento ocorreu após Anvisa passar a exigir a retenção da receita nas farmácias, numa tentativa de reduzir a automedicação e o risco de resistência bacteriana
30 de setembro de 2011

Fernanda Bassette, de O Estado de S.Paulo
 O consumo de antibióticos no País cresceu 4,8% em um ano, saindo de 90,3 milhões para 94,7 milhões de unidades. O aumento ocorreu depois de a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) passar a exigir a retenção de receita para a venda desses remédios.

Os vampirinhos de casa.


                           Os vampirinhos da sua casa.

Eles não gostam de sangue, mas atacam devagar e constantemente o seu bolso.Eles estão no microondas, nas TVs, nas impressoras  e assim vai por uma longa lista. O nome dele não é Drácula e nem Morcego hematófago.

É o Stand by.
Coisa com nome em inglês que significa estar na espera, em alerta.E enquanto fica nesse estado a energia elétrica de sua casa vai sendo sugada devagar e aos pouquinhos.

No fim dos cálculos,somando a quantia de aparelhos e o tempo, dá uma boa bolada em dinheiro, que para você vai para o ralo,  e...  para o bolso das distribuidoras de energia.

 Lembrem-se que a energia elétrica por aquí é caríssima.Tempos atrás não existia esse tipo de coisa. Depois, algum espertinho meio idiota, inventou e todas as fábricas de eletro-eletrônicos admitiram em seus aparelhos.


É coisa de gente preguiçosa, que não quer andar dois passos para chegar até a TV e desligá-la no interruptor.No inicio, as fábricas tiraram até os interruptores. Dava uma bela economia...para eles.

Depois devido ao protesto dos consumidores mais coerentes, resolveram voltar a colocar o interruptor.Mas o stand by continua, embora seja mais uma opção democrática.Quem tem um status de vida lá pelas alturas não se importa com isso.

 Mas os pobres, que devem economizar centavos para o alto imposto na conta de luz, tem que tomar cuidado.No Brasil, o governo e os empresários correm atrás para explorar o povo, nos mínimos detalhes. Cabe a este se defender do jeito que pode.Se você se considera como povo, leve em conta esta postagem.

Parcial de uma conta de luz, onde é especificado o quanto  o governo cobra de imposto no consumo de energia elétrica.É 25%. Isso significa que a cada R$ 100,00, ele pega a quarta parte.


Algumas soluções práticas para aparelhos que não tem interruptor, é instalar chaves na linha de alimentação do aparelho, ou mesmo réguas de tomadas. (iguais as que se usam em computadores)
Régua de força. Pode-se ligar nela a TV, o DVD player , o som e o amplificador de antena


Microondas com chave na alimentação 

Veja mais
http://pt.wikipedia.org/wiki/Stand_by

http://www.metrologia.org.br/s/home/?q=page/news/id/24

http://eletronicos.hsw.uol.com.br/vampiros-de-energia-eletrica.htm



Evolução social

BOM MOMENTO DO PAÍS LEVA A AUMENTO DA CLASSE C
Posted by Picasa
Para Edson Crescitelli, da FEA-USP, crescimento da classe média aumenta poder de compra da população. O crescimento da classe média brasileira está diretamente relacionado ao bom momento econômico vivido pelo País e aumenta em muito o poder de compra da população.

Nesta terça-feira, 5, a Fundação Getúlio Vargas divulgou estudo em que mostra que a participação da classe C na População Economicamente Ativa do Brasil cresceu de 44,19% para 51,89% nos últimos seis anos, ou seja, ela representa, atualmente, pouco mais de metade da população brasileira.

"Esse crescimento foi basicamente causado por uma melhora na distribuição de renda" no País, disse Crescitelli. Essa melhora "está atrelada a um bom momento econômico, que gera mais emprego, mais salários."

Além disso, de acordo com ele, a facilidade de acesso ao crédito também acaba colocando mais dinheiro nas mãos dessas pessoas. "A facilidade de crédito também ajuda na melhoria das condições" de vida, afirmou.

O professor explicou que, como a classe C é muito numerosa, um pequeno aumento de poder aquisitivo entre seus componentes "representa um aumento de mercado potencial muito grande". "Qualquer aumento de renda nesta categoria obviamente tem uma repercussão muito grande para vários mercados, vários tipos de produto, consumo interno", disse.

A melhora na distribuição de renda, segundo ele, aumenta bastante o poder de compra da população. Para exemplificar, Crescitelli explicou que, se uma pessoa tem R$ 100 (por exemplo), ela vai usar esse dinheiro para comer duas vezes por dia.
"Ela não vai comer mais que isso, pois as pessoas têm um limite de consumo", disse. Mas se essa quantia for dividida entre dez pessoas, são dez indivíduos comendo duas vezes por dia. "Ou seja, esse mesmo dinheiro tem um potencial de consumo maior, porque está mais distribuído. Isso acaba provocando um bom aumento na demanda interna de vários produtos", explicou.

Questionado se esse crescimento na classe C e, conseqüentemente na demanda interna, não pode gerar inflação para o País, Crescitelli afirmou que, esse fator, sozinho, não. "Isso para gerar inflação deveria ter outros fatores combinados, ele isoladamente não tem esse potencial", disse.

"Se esse crescimento for consistente, regular e gradual, o País - a indústria, o comércio, toda a cadeira produtiva - tem condições de se preparar para atender a essa demanda", continuou. "Se ele for consistente, a tempo de toda a cadeia se preparar pra isso, ele pode levar a gente a um outro patamar de desenvolvimento econômico."