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Horário de bobão

Não se esqueça que hoje a meia noite como se faz a anos, você vai adiantar o seu relógio em um hora.

Sem reclamar e obedecendo a uma tontice governamental que é passada de um governo a outro por muitos anos, que também nada entende do assunto mas,faz a coisa como se fosse uma medida salutar para o nosso sistema elétrico, que vem capengando por falta de investimentos e manutenção adequada.

Pagando a sobra

Parece que o futuro, será uma volta ao passado

Foi notícia: Sobra de energia vai elevar conta de luz de consumidor comum(Fonte)


Pincelada do Rabix
Não dá para entender qual o critério que faz com que o consumidor pague mais pela energia, se esta está sobrando.Como sempre nossas autoridades escolhem os caminhos mais pedregosos para solucionar problemas simples.

A força eólica



19/08/2011
Energia eólica já é mais barata que térmica a gás no Brasil

 Folha.com
AGNALDO BRITO
DE SÃO PAULO

O custo da energia eólica no Brasil, uma das principais fontes renováveis do mundo, já é menor do que o da energia elétrica obtida em termelétricas a gás natural.

Brincando com o perigo



Governo planeja erguer entre 4 e 6 usinas nucleares até 2030
De acordo com a Empresa de Pesquisa Energética, o consumo de energia no Brasil vai crescer 3,7% ao ano até 2030
26 de abril de 2011

O Estado de São Paulo
BBC Brasil
RIO -  

A Eletronuclear, empresa ligada ao governo e responsável pela operação das usinas nucleares brasileiras, planeja construir de quatro a seis novos reatores para entrar em operação até 2030. A meta faz parte do Plano Nacional de Energia, traçado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e pelo Ministério de Minas e Energia.

Fugindo dos monstros


              Energia cara tira indústrias do Brasil

Multinacionais reclamam também dos tributos e da concorrência chinesa e preferem investir em outros países, como o Uruguai.
23 de abril de 2011 
Karla Mendes / BRASÍLIA - O Estado de S.Paulo

O alto custo da energia elétrica, a invasão de produtos chineses e os incentivos tributários concedidos por outros países estão deixando o Brasil em segundo plano na rota de investimentos de empresas multinacionais.

Estudo feito pelo Estado, com fontes do mercado, mostra que fábricas de setores eletrointensivos - em que o custo da energia é um dos principais componentes no preço final do produto, como alumínio, siderurgia, petroquímico e papel e celulose - estão fechando unidades no País ou migrando para outros locais por causa da perda de competitividade no mercado brasileiro.

Nesse contexto, enquadram-se pelo menos sete companhias. A Rio Tinto Alcan está em negociações "avançadas" para instalar a maior fábrica de alumínio do mundo no Paraguai, com investimentos entre US$ 3,5 bilhões e US$ 4 bilhões para produzir 674 mil toneladas de alumínio por ano. A Braskem vai inaugurar unidade de soda cáustica no México e faz prospecção em outros países, como Peru e Estados Unidos.

A Stora Enso, que abrirá em breve fábrica de celulose no Uruguai, admite que, apesar de a produtividade brasileira ser o dobro, essa vantagem é "desperdiçada" pela incidência de impostos. No caso da produção de papel, o preço do produto fabricado no Paraná é mais alto que os similares feitos no exterior.

A siderúrgica Gerdau Usiba, na região metropolitana de Salvador (BA), esteve paralisada por causa do alto custo da energia. A Valesul Alumínio, em Santa Cruz (RJ), também ficou fechada pelo mesmo motivo.

Nesse setor, aliás, a situação é crítica. A Novelis fechou fábrica em Aratu (BA) e, segundo fontes, pode migrar para o Paraguai. A Companhia Brasileira de Alumínio (CBA), do Grupo Votorantim, está prestes a abrir filial em Trinidad e Tobago.

Importação. Nesse segmento, a avalanche de produtos chineses é outra ameaça. A importação de alumínio chinês, que até 2009 ficou num patamar de 17 mil toneladas, saltou para 77 mil toneladas em 2010, que é o nível mínimo projetado para 2011, de acordo com Eduardo Spalding, coordenador da Comissão de Energia da Associação Brasileira do Alumínio (Abal). "A China, daqui a dez anos, vai ter produção de alumínio igual à do resto do mundo todo somado", adverte.

Outra agravante, segundo ele, é a importação de produtos acabados, sem possibilidade de agregar valor à mercadoria no País. Nesse ritmo, avalia Spalding, o Brasil passará da condição de exportador para importador de alumínio em 2012.

"No Brasil, se nada for feito, o risco é de o setor sumir. Temos vários exemplos de países em que a indústria do alumínio fechou em dois anos. Há mais de 25 anos, nenhuma nova fábrica se instala no Brasil. O que tivemos foi expansão das já existentes e, mesmo assim, parou tudo", diz Spalding.



Outro dia , escrevi aquí a respeito dos altos impostos que recaem nas contas de luz, na ordem de 25%.Isso é para as residências da população pobre. O que cobram para o comércio e indústria, ja estão em outros patamares, bem mais altos.


No país, a energia elétrica é uma das mais caras do mundo,assim como o preço dos combustíveis, que bate recorde na América Latina.Nosso povo aprendeu desde os tempos da ditadura a não reclamar. Nisso, os últimos governos tem uma vantagem e aproveitam para administrar do jeito mais fácil.Subindo e criando impostos. 


Mas pelo que parece ja estamos chegando a um ponto onde a casa começa a mostrar trincas.Cabe ao governo começar a correr atrás, porque sua estabilidade e bem estar também depende disso.


Os vampirinhos de casa.


                           Os vampirinhos da sua casa.

Eles não gostam de sangue, mas atacam devagar e constantemente o seu bolso.Eles estão no microondas, nas TVs, nas impressoras  e assim vai por uma longa lista. O nome dele não é Drácula e nem Morcego hematófago.

É o Stand by.
Coisa com nome em inglês que significa estar na espera, em alerta.E enquanto fica nesse estado a energia elétrica de sua casa vai sendo sugada devagar e aos pouquinhos.

No fim dos cálculos,somando a quantia de aparelhos e o tempo, dá uma boa bolada em dinheiro, que para você vai para o ralo,  e...  para o bolso das distribuidoras de energia.

 Lembrem-se que a energia elétrica por aquí é caríssima.Tempos atrás não existia esse tipo de coisa. Depois, algum espertinho meio idiota, inventou e todas as fábricas de eletro-eletrônicos admitiram em seus aparelhos.


É coisa de gente preguiçosa, que não quer andar dois passos para chegar até a TV e desligá-la no interruptor.No inicio, as fábricas tiraram até os interruptores. Dava uma bela economia...para eles.

Depois devido ao protesto dos consumidores mais coerentes, resolveram voltar a colocar o interruptor.Mas o stand by continua, embora seja mais uma opção democrática.Quem tem um status de vida lá pelas alturas não se importa com isso.

 Mas os pobres, que devem economizar centavos para o alto imposto na conta de luz, tem que tomar cuidado.No Brasil, o governo e os empresários correm atrás para explorar o povo, nos mínimos detalhes. Cabe a este se defender do jeito que pode.Se você se considera como povo, leve em conta esta postagem.

Parcial de uma conta de luz, onde é especificado o quanto  o governo cobra de imposto no consumo de energia elétrica.É 25%. Isso significa que a cada R$ 100,00, ele pega a quarta parte.


Algumas soluções práticas para aparelhos que não tem interruptor, é instalar chaves na linha de alimentação do aparelho, ou mesmo réguas de tomadas. (iguais as que se usam em computadores)
Régua de força. Pode-se ligar nela a TV, o DVD player , o som e o amplificador de antena


Microondas com chave na alimentação 

Veja mais
http://pt.wikipedia.org/wiki/Stand_by

http://www.metrologia.org.br/s/home/?q=page/news/id/24

http://eletronicos.hsw.uol.com.br/vampiros-de-energia-eletrica.htm



Amor de geladeira



"Kit geladeira" reduz conta de energia em até 15%

Isabel Gardenal - Jornal da Unicamp - 08/06/2010

Os pesquisadores calculam que a adoção do kit geladeira teria um efeito na economia de energia muito superior ao do horário de verão.[Imagem: Antonio Scarpinetti]Uma simples geladeira é responsável por cerca de 30% dos gastos mensais das famílias brasileiras com energia elétrica.Mas Mirko Chávez Gutiérrez e Vivaldo Silveira Júnior, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), acreditam estar no caminho certo para diminuir esse impacto.Eles desenvolveram um "kit geladeira" que, no estágio atual, já é capaz de economizar até 15% na conta de energia.Condensador evaporativoOs dois engenheiros criaram um dispositivo para a condensação evaporativa em refrigeradores domésticos. Os condensadores evaporativos são apenas utilizados atualmente em sistemas de refrigeração de maior porte, como por exemplo em câmaras frigoríficas.O kit geladeira é composto basicamente de um reservatório, de uma pequena bomba hidráulica e de um tubo de PVC, para a circulação e a distribuição de água que se condensa no exterior do refrigerador."O reservatório precisa se encaixar à recepção da água que está caindo, a fim de que possa ser bombeada novamente", diz Vivaldo.Kit geladeirDependendo do interesse das empresas montadoras, o kit será facilmente implementado a um baixo custo e com a eficiência que o Brasil requer, afirma Silveira Júnior.Ele considera que, se o dispositivo for levado à escala comercial, poderá se tornar mais adaptável e ganhar um design arrojado que acomodará melhor o sistema externo, embora já hoje, a partir desta pesquisa, possa ser aplicado a qualquer refrigerador, mesmo os mais antigos.Com base nos dados obtidos com o protótipo, a economia no consumo global de energia elétrica residencial - em termos nacionais - chegaria a um patamar de 5%. "O resultado seria mais encorajador do que o obtido no horário de verão, que fica ao redor de 1%", relembra.Vilões do consumo de energiaGutiérrez centrou seu projeto na geladeira porque ela é utilizada por 96% das famílias brasileiras e é uma das vilãs no consumo de energia elétrica (o chuveiro ainda figura como o primeiro colocado).Segundo o pesquisador, existem no Brasil poucas iniciativas efetivas que visem à economia energética nestes equipamentos.O condensador evaporativo, ao contrário, provou ser uma estratégia viável, pois a tecnologia já era empregada com sucesso na indústria, ainda que sem aplicações domésticas.Durante os testes, utilizaram-se diferentes condições de temperatura de ensaios para todas as regiões do país. Foram feitos experimentos em temperaturas ambientais baixas, como acontece no Sul (17 e 18ºC), e em temperaturas altas (32ºC), como no Nordeste. O equipamento mostrou-se eficientemente, de acordo com o pesquisador, em todos os arranjos de temperaturas.Funcionamento do condensadorNa prática, esse condensador evaporativo promove a transferência de calor para a água de resfriamento.A sua função é transferir calor do gás circulando por dentro dos tubos do sistema de refrigeração para a água, que os molham no lado externo. "Quisemos, portanto, aliar esta necessidade a uma tecnologia que possui uma aplicação industrial já atestada," destaca o engenheiro."Escolhemos uma geladeira antiga porque é certo que o seu consumo será maior. Foi uma forma de testar o experimento na pior situação", conta, mas reconhece que, quanto mais passa o tempo, as montadoras têm melhorado o sistema de refrigeração e de isolamento dos novos refrigeradores. "O nosso trabalho inclusive ajudaria muito nesse processo", sinaliza Gutiérrez.Essa técnica adaptada deve "cair nas graças" da indústria, na avaliação do pesquisador, justamente por este favorecimento da água em promover a troca térmica neste local, onde de fato precisa haver dissipação de calor para adequar o ciclo termodinâmico da geladeira.Para facilitar a sua dissipação, a água é circulada sobre o condensador. Ela evapora e troca calor mais facilmente neste local. Este favorecimento do sistema de refrigeração da geladeira como um todo mantém internamente sua operação normal e com melhor eficiência durante a troca térmica."Conseguimos inovar em termos de aplicação. Falta agora buscar uma parceria com alguma empresa que se interesse pela proposta, como as grandes fabricantes de refrigeradores. Seria uma contribuição para a eficiência energética, já que no momento precisamos encontrar meios de economizar energia e realizar o mesmo trabalho. A isso chamo eficiência energética", diz Silveira Júnior.Tecnologia socialAinda que esse dispositivo tenha um custo, ele foi concebido para atender a uma demanda social. "Não queríamos que o custo fosse elevado. O investimento inicial no kit é de apenas R$ 40,00 aproximadamente, por equipamento. Considerando que é uma tecnologia inovadora e de fácil aplicação, nota-se que ela tem tudo para impactar positivamente a comunidade em geral com o apelo de conseguir uma melhora do desempenho energético e de gerar uma poupança em famílias de qualquer parte do Brasil."Agora a ideia dos engenheiros é combinar outros benefícios com este dispositivo em refrigeradores. "O sistema oscila menos e o compressor enfrenta menor tempo de parada e de partida. Além disso, mesmo do ponto de vista dos alimentos e de sua conservação, ele é desejável para manter uma temperatura mais uniforme dentro do gabinete da geladeira", comenta Gutiérrez. Pelo fato de ter uma temperatura com menores oscilações, os alimentos na geladeira alcançam um maior tempo de conservação.Quanto à melhora de desempenho do sistema de refrigeração, foram efetuados cálculos para entender o que significam esses 15% que, à primeira vista, não dão a sua dimensão exata.Contudo, levando em conta um custo de tarifa de R$ 0,331/kWh, que normalmente é a tarifa praticada pelas concessionárias de energia, ele representaria uma economia financeira mensal de R$23,44, segundo testes comparativos desenvolvidos com um refrigerador com e sem o dispositivo proposto."É uma economia considerável para uma conta residencial. Trata-se de um serviço de utilidade pública e uma forma de economizar energia de maneira eficiente", expõe o pesquisador. Soma-se a isso a vantagem de o sistema trabalhar sem exigir grandes modificações no seu funcionamento.Segundo o autor da pesquisa, o governo brasileiro não tem sido omisso em buscar maneiras de melhorar a eficiência energética. Contudo suas estratégias atuais baseiam-se na troca de refrigeradores."As concessionárias trocam os refrigeradores mais antigos, devido ao seu maior consumo em relação aos atuais. Esta estratégia é apenas uma substituição", afirma. "Se alcançarmos a massificação do dispositivo estudado, será uma estratégia mais agressiva do que apenas substituir um equipamento por outro, sendo que este procedimento pode representar novos problemas ambientais. A nossa contribuição poderia ser maior neste caso."Aprimoramentos necessáriosUm inconveniente do dispositivo é que a dona de casa terá que preencher o reservatório de água todos os dias, para que funcione, já que ela se evapora a cada 24 horas aproximadamente. Manter a circulação da água e a sua evaporação são os benefícios que se colocam neste trabalho.Por outro lado, o condensador da geladeira, que é o lugar mais quente do aparelho, realça Silveira Júnior, também será o mais úmido, neste caso. Por este motivo, o local pode se tornar um foco para o desenvolvimento de bactérias e de algas. Uma saída, aconselha, é realizar o tratamento químico da água. "Ela tem que estar isenta de sujeiras, exigindo-se um tratamento químico com algum bactericida que permita promover a sua circulação", aponta.O tratamento químico da água utilizada no dispositivo deve ser mantido com índices por volta de 5ppm (parte por milhão) de cloro, por exemplo. "Os tratamentos disponíveis não encarecem o custo do dispositivo e, mais que isso, são necessários. Porém, frente ao bônus que ele proporciona, a despesa é baixa e não limita a sua aquisição pelas famílias", defende Gutiérrez.

Cŕeditos :http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=kit-geladeira-reduz-conta-energia&id=010170100608


O sol

FONTE DE ENERGIA INESGOTÁVEL



















É interessante ver que o homem em sua jornada pelos séculos , desenvolveu tanta tecnologia , tornando a vida mais saudável e confortável.Mas uma das coisas que ficou encalhado no tempo, foi a utilização da luz solar. Somente agora em nossos dias, parece que estão estudando e desenvolvendo técnicas de aproveitamento de tão importante energia.

Estão aperfeiçoando sistemas de aquecimento de água para uso doméstico e futuramente há promessas de geração de eletricidade. Quem sabe, nos próximos trinta anos o povo ja usufrua dêsses beneficios. No momento, se você tem alguma possibilidade, instale em sua casa um sistema de aquecimento de água. Não passa, na maioria dos casos (para uma casa média), dos 1500 reais.

Dinheiro êsse que volta para o seu bolso com a economia da energia elétrica. O melhor de tudo é que a gente paga menos impôsto, ( aquele que vem embutido na conta da luz) pelo menos por enquanto que ainda não inventaram um para taxar a energia solar.
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