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Sem água, sem cerveja.


Estamos enfrentando uma crise.Pela primeira vez é a crise da falta de água.Os cientistas dizem que o desmatamento desordenado na Amazonia provoca a falta de chuvas no sudeste. Conscientize-se disso e lute pela causa, porque : Antes de tudo virar um deserto, a cerveja acaba, e a felicidade  vai embora. 

Meia solução


Foi notícia: Ambientalistas criticam decisão do governo sobre Código florestal (Fonte)


Pincelada do Rabix
Os governos são formados por pessoas que invariavelmente pensam ao contrário da população.Se pensassem igual seria como um casamento feliz que deu certo.Mas na realidade eles quando pegam o bastão do mando, a luta ja está a tempo deflagrada.Uma disputa sem fim na qual os anseios do povo acabam sendo esquecidos.

O futuro está chegando


Foi notícia: Desmatamento em Mato Grosso dobra.....  (Fonte)


Pincelada do Rabix
Vemos que a situação é precária e que tem uma turma com a motosserra na mão, esperando somente um suspiro do governo para arrasar com tudo.Prova está aí com a promessa de anistia para os desmatadores.


O governo não tem o controle que apregoa e se faz alguma coisa é devido a pressão internacional e de ongs  ambientalistas.As extensões são grandes e a fiscalização é pequena.Se falta a competência, deveriam pedir ajuda internacional. Afinal, a floresta é patrimônio do planeta.

Triste mudança


14/04/2011
Aos 50 anos, Xingu vira 'ilha verde' cercada por desmatamento
Folha.com
 RODRIGO VARGAS
DE CUIABÁ

Criado em abril de 1961, o parque indígena do Xingu completa 50 anos com a maior parte de seus 2,8 milhões de hectares praticamente intactos, mas cercados por áreas de desmatamento por todos os lados.

Imagens de satélite mostram que o parque, com quase 6.000 índios de 16 etnias, vem assumindo cada vez mais as feições de uma "ilha" verde --em torno da qual surgem várias frentes de expansão urbana e agropecuária.

Desmatamento causa tragédia.






















SC: desmatamento pode ter contribuído para tragédia.
O desmatamento da Mata Atlântica pode ter contribuído para a
tragédia causada pelas chuvas em Santa Catarina. É o que avalia
o professor do departamento de Arquitetura e Urbanismo da
Universidade Federal de Santa Catarina, Lino Brangança Peres.

"As árvores foram substituídas por casas e vegetação rasteira, o
que contribuiu para a erosão. Esses deslizamentos aconteceriam
mais cedo ou mais tarde, as fortes chuvas desses dois meses
apenas aceleraram esse processo", explica.

A floresta cobria uma área de aproximadamente 1,29 milhão de
km quadrados, em 17 estados brasileiros, incluindo Santa Catarina.
O bioma ocupava cerca de 15% do território nacional. Atualmente,
apenas 7% desse total permanece intacto.

O desmatamento da Mata Atlântica está diretamente ligado à
expansão das cidades brasileiras. E, na opinião do professor, a
ocupação desordenada dos municípios pode ser outro fator para
a catástrofe no Vale do Itajaí.

"Choveu muito acima da média, mas isso é apenas parte do
problema. O modelo de ocupação irregular das cidades do Vale
do Itajaí contribuiu para que isso acontecesse. E tudo com a
conivência do poder público", explica o professor.

Segundo Peres, as primeiras residências na região surgiram
durante o século 19, época da imigração de europeus para o
rasil, próximas aos rios. No século 20, as pessoas passaram a
ocupar os morros e encostas. "O planejamento municipal começou
muito tarde no Brasil, na década de 70, quando as cidades já tinham
crescido", conta.

A solução, na avaliação do urbanista, é o governo realocar a
população dos morros e encostas para outros locais mais seguros.
"O problema é que boa parte das áreas adequadas já foram
ocupadas", ressalta.

Esse fato não é novo. Na natureza sempre há uma resposta para
qualquer intervenção.Geralmente essa resposta não é boa para
o ser humano. Os ecologistas e as ongs defensoras do meio ambiente
estão carecas de tanto alertar, denunciar e avisar sobre o
desmatamento, as queimadas a poluição e tudo mais que ataque a
natureza.

Infelizmente , como sempre digo, depois que o desastre acontece, daí
que o governo busca soluções. Não existe no estado um órgão que
trabalhe com a prevenção. E o presidente populista aproveita o fato
para sobrevoar a área atingida, como se isso resolvesse alguma coisa.

Daí diz que vai abrir crédito para o financiamento de imóveis.
Ninguém quer ficar devendo para banco. A obrigação do estado
é construir novas casas para os flagelados em lugar seguro e
somente assim se resolve o problema. Dinheiro , tem...

Ver para crer.






ACABOU MESMO ???



























Acabou a moleza , diz Minc ao anunciar ações contra desmate.
Serão 81 ações contra empresas e pessoas físicas que desmataram
133 mil hectares de terras, disse o ministro. O ministro do Meio
Ambiente, Carlos Minc, anunciou ontem , que vai entrar com 81
ações contra empresas e pessoas físicas que desmataram 133 mil
hectares de terras.

Essas ações somam R$ 227 mil em multas. "Acabou a moleza. Tremei
poluidores. Vão pegar um xilindró, onde couber", afirmou Minc. Das
81 ações, 25 vão ser ajuizadas hoje - as outras restantes até o dia 30.
Na lista das 81 ações, 18 fazem parte da lista divulgada há cerca de
duas semanas com as 100 maiores empresas, pessoas físicas e órgãos
do governo que desmataram nos últimos anos.

O Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), que
encabeçava a lista, não será alvo de ação porque, segundo o ministro,
comprometeu-se a doar terras para conservação ambiental, além de
promover o replantio na área desmatada. "Se o Incra pagasse a multa
em dinheiro, esse dinheiro iria para uma conta pública. O que me garante
que esse dinheiro iria para conservação?", indagou Minc.

Segundo ele, a lei também permite que empresas e pessoas físicas façam
doações de terras e se comprometam a replantar a área devastada para
se livrarem da ação civil pública e, conseqüentemente, da multa. Mas,
até agora, ninguém, além do Incra, manifestou interesse nesse sentido.

"No total, fazendeiros e empresas terão de recompor aproximadamente
133 mil hectares destruídos no Mato Grosso, no Pará e em Rondônia e
pagar o equivalente a 227 milhões de reais em multas à União", informou
a nota.Para comprovar as infrações constatadas em campo, o governo utilizou
imagens de satélite com o histórico do desmatamento dessas áreas, além
de laudos e pareceres sobre os danos ambientais causados por esses
desmatamentos não-autorizados.

O ministério divulgou também uma lista com o nome dos produtores e
empresas autuados. Uma empresa sediada no Mato Grosso foi multada
em aproximadamente 17 milhões de reais por desmatar quase 10 mil
hectares nos municípios de Cuiabá e Paranatinga. Dentre os fazendeiros,
um produtor de Ipiranga do Norte (MT), que desmatou 2.838 hectares,
terá de pagar a maior multa: 14,1 milhões de reais.

Nas ações, o governo pede a desocupação imediata das áreas degradadas
e a obrigação de uma constante recuperação dos danos pelos infratores,
além de pedir a suspensão da participação deles em linhas de financiamento.
O governo quer também o depósito integral, em uma conta bloqueada pela
Justiça, do valor bruto da comercialização de toda a produção agropecuária
em desenvolvimento nessas áreas. Segundo o ministério, essa seria uma
forma de impedir o enriquecimento ilícito.

Noticia boa...Mas o mais importante é fiscalizar e evitar o desmatamento.
Essas multas não vão recuperar a floresta cortada. E se isso acontecer, será
daqui muitos anos. Por outro lado, sempre há o jeitinho de se safar de multas.
Aqui ,os bandidos que tem dinheiro ,nem presos ficam por muito tempo,
imaginem então com essas multas. É ver para crer.
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Foto suspeita.

POSE PARA FOTO





















Analisando esta foto , tiramos várias conclusões. Marina Silva diria: "Saí do Ministerio porque ele gosta de desmatamento". Os inimigos diriam: " Pudesse o lenhador ser de verdade". Agora ca´entre nós, se ele escolheu o local para foto, é porque certamente ele gosta do tema. E se gosta, não pode ser um amigo do Greenpeace. E quem não é amigo do Greenpeace está do lado do mal. Gosta de queimadas, pescar baleias etc.
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Futuro deserto

O desmatamento , há muito que é um caso gravíssimo. O governo dá ao problema a mesma assistência que dá a saúde e a segurança pública. O resultado é que a cada dia que passa a coisa aumenta como se fosse um vírus.

A cada segundo uma árvore tomba. As justificativas são muitas e as desculpas maiores ainda. Para o governo está tudo sob controle, assim como a violência e o atendimento nos hospitais do país. Se assim continuar, chegaremos em breve a situação da charge abaixo. Daí não haverá mais jeito.


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