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Catedral de Beuvais
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| A Catedral de Beauvais ou Catedral Inacabada (em francês: Cathédrale Saint-Pierre de Beauvais; em alemão: Kathedrale von Beauvais) é uma igreja localizada a 60km ao norte de Paris. Seu projeto foi feito inicialmente em estilo românico, e passado posteriormente para estilo gótico. Nunca foi acabada devido aos altos gastos - o estilo gótico se tornara ultrapassado, já que no Renascimento estavam sendo construídas igrejas em outro estilo. http://pt.wikipedia.org/wiki/Catedral_de_Beauvais |
Lembrando de um amigo
Uma homenagem ao Zuza.
Eu o conheci desde criança.Ele era um dos irmãos Siqueira.Era humilde, trabalhador e honesto.Morava em uma casinha simples,baixa, quase no fim da rua Siqueira Campos, ja fazendo divisa com o terreno do Chino Pereira.A casa de meu pai ficava mais abaixo uns cinquenta metros.
A saturação maricida
Pincelada do Rabix
Isso acontece em paises onde a igreja católica sempre predominou. Com suas crendices sem fundamentos bíblicos, altera a cabeça do povo ignorante. Nas pequenas cidades o fenômeno ainda é maior.Se o católico tem três filhas ou mais, dizem que tem que por Maria ou Aparecida no nome, para não virar lobisomem.
Nestes tempos, a influência das seitas pentecostais fazem as pessoas terem nomes judeus , como Abraão, Isaque ou Thiago. Na lista enorme entra até o nome de Jesus. Hoje temos muitos Jesus assassinos, ladrões e presidiários.
Interessante que o nome de Judas ninguém põe nos filhos. Muito menos Jezebel, que não deixa de ser um bonito nome. O primeiro tornou-se sinônimo de traidor. O segundo era o nome de uma famosa prostituta da bíblia.
Aí está a causa do problema atual com a repetição de nomes nas pessoas. Tudo, fruto de uma ignorância religiosa, que vem dos séculos passados.Naquele tempo nas naus dos descobridores, sempre tinha um padre, pronto para semear os dogmas da igreja.É o resultado que temos hoje, mostrado por estas noticias.
Perturbando o próximo
A fé no turismo
Entidade que recebeu R$ 2,5 milhões para pesquisar turismo fica em igreja
Pastor que se apresenta como ‘turismólogo’ é responsável por Conectur, empresa de fachada que embolsou recursos de convênios do governo e, segundo as investigações da PF, os repassou para Fátima Pelaes
13 de agosto de 2011
Leandro Cólon - Enviado Especial-O Estado de São Paulo
MACAPÁ - Embrião do esquema de corrupção no Turismo do Amapá, a entidade Conectur é registrada numa igreja evangélica.
Imposto bandido
Terreno de igreja deve R$ 1,5 milhão de IPTU
Templo está sendo construído em área por onde deveria passar rua em Santo Amaro; Ministério Público vai investigar autorização de construção
09 de agosto de 2011Cristiane Bomfim - O Estado de S.Paulo
JORNAL DA TARDE
Paulo Liebert/AE-29/6/2011
Zona sul. Kassab pediu extinção de rua para dar lugar à obra
A área em Santo Amaro, na zona sul da capital, onde está sendo construída a sede da Igreja Mundial do Poder de Deus - e por onde, por lei, deveria passar uma rua - tem dívida de R$ 1,53 milhão em Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). O débito é referente aos anos de 2003 a 2006 e 2009.
Modernizando a fé
04/06/2011
Pastor cria dízimo no débito automático
Folha.comNão é por falta de criatividade que as igrejas deixarão de arrecadar dinheiro dos seus fiéis. Maior exemplo de inovação é o missionário R.R.Soares, líder da Igreja Internacional da Graça, que acaba de lançar uma nova modalidade de coleta de dízimo: por meio de débito automático em conta-corrente.
Datas estranhas
As massas são levadas pelo controle de uma religião, desde os tempos medievais.Ela que impôs datas, comemorações, idéias surrealistas e muito mais.
Faz tanto tempo que o esquema foi montado e levado a prática, que hoje parece faz parte do DNA dos católicos.
Isso com mais intensidade nos paises latinos.Leva-se a acreditar em coisas tão sem nexo como por exemplo as datas religiosas móveis.Ja parou para pensar em um seu parente, que faleceu em tal data e foi em uma quarta feira.A partir daí voce começa a lembrar do ente querido, não tendo por base o dia em que ele faleceu mas o dia da semana?Fica bem complicado né?
Pois é.... fizeram isso com o maior ícone da humanidade.... Jesus Cristo.O seu nascimento é comemorado sempre no dia 25 de Dezembro (Data suposta) e a sua morte não tem o número do dia mas o próprio dia.Isso é o mesmo que tentar provar que dois mais dois é igual a cinco.
Tudo isso porque na biblia não se refere ao dia do seu nascimento. Mas está lá que a sua morte foi na sexta feira e sua ressurreição no domingo.Mas considerando que data não tem lá tanto valor e deixando de lado certas implicâncias, todos comemoram não a data ,mas a memoria da maior figura humana que ja pisou na face da terra.
Dentre essas teorias discutíveis ainda está o coelho da Páscoa.Dizem que foram os alemães que o inventaram. E o mais absurdo que é um coelho ovíparo.Mas parece que o povo não liga muito para isso e dá mais enfase para as viagens que o feriadão proporciona e para as comilanças que a data sugere.
Churrascos e cerveja predominam nas mesas onde segundo a tradição religiosa deveria ter somente peixe. No domingo, o chocolate faz sua vez e desperta a alegria da criançada, mesmo que seja ovo de um coelho alienígena.Dizem que antigamente era costume , dar ovo cozido de presente.
Churrascos e cerveja predominam nas mesas onde segundo a tradição religiosa deveria ter somente peixe. No domingo, o chocolate faz sua vez e desperta a alegria da criançada, mesmo que seja ovo de um coelho alienígena.Dizem que antigamente era costume , dar ovo cozido de presente.
Mas como o ovo foi proibido pela igreja, alguém muito esperto (que depois um parente seu criou o capitalismo), passou a fazer e vender ovos de chocolate.Ficou rico em pouco tempo. Mas para irmos mais lonje sobre esse monte de incoerências, transcrevo aqui mais informações: Foram tiradas do Yahoo respostas.
Porque os feriados sempre mudam o dia da semana e a Paixão de Cristo é sempre na sexta feira?
Basicamente, porque Jesus Cristo morreu numa sexta-feira, e ressuscitou num sábado, seria esta a resposta mais simplória.
Mas na verdade, tudo tem a ver com a "Quaresma", que são os 40 dias impostos a partir da Quarta-feira de Cinzas, e termina na Quinta-feira com a Missa da Ceia do Senhor, segundo a Liturgia Católica. Portanto, não importa o que se faça, contado os 40 dias, sempre cairá numa quinta-feira.
"A Quaresma dura 47 dias, embora para o calendário litúrgico os domingos não contem, perfazendo então 40 dias. A duração da Quaresma está baseada no simbolismo do número quarenta na Bíblia que significa provação.
Nesta, fala-se dos quarenta dias do dilúvio, dos quarenta anos de peregrinação do povo judeu pelo deserto, dos quarenta dias de Moisés e de Elias na montanha, dos quarenta dias que Jesus passou no deserto antes de começar sua vida pública, dos 400 anos que durou o exílio dos judeus no Egito".
Nesta, fala-se dos quarenta dias do dilúvio, dos quarenta anos de peregrinação do povo judeu pelo deserto, dos quarenta dias de Moisés e de Elias na montanha, dos quarenta dias que Jesus passou no deserto antes de começar sua vida pública, dos 400 anos que durou o exílio dos judeus no Egito".
e mais:
Tanto a data da Páscoa quanto a do carnaval "andam" de um ano para o outro. Assim como a Páscoa dos judeus, a versão cristã da festa segue um calendário baseado nas fases da Lua, com "meses" de 28 dias.
Acontece que o calendário anual de 365 dias é solar (com meses de 30 e 31 dias, exceto fevereiro, que tem 28 -- ou 29, se for ano bissexto), e a discrepância entre os dois é um dos motivos para a mobilidade da data do carnaval.
Acontece que o calendário anual de 365 dias é solar (com meses de 30 e 31 dias, exceto fevereiro, que tem 28 -- ou 29, se for ano bissexto), e a discrepância entre os dois é um dos motivos para a mobilidade da data do carnaval.
Um dos motivos, mas não o único. É preciso levar em conta que a data da folia é calculada retroativamente -- primeiro determina-se o domingo de Páscoa e, contando-se sete domingos para trás, chega-se ao domingo de carnaval. E, no caso da Páscoa, a situação é para lá de complicada.
Como regra geral, a Páscoa tem de cair no primeiro domingo após a lua cheia que seguir o equinócio de primavera do hemisfério Norte. O equinócio é o nome dado à posição do Sol que marca o começo da estação primaveril (a Páscoa judaica sempre esteve associada à primavera), e normalmente cai no dia 21 de março.
O problema é que a lua cheia usada pela Igreja não é a lua cheia "real", mas a chamada lua cheia eclesiástica - uma série de projeções da posição do satélite feitas no começo da Idade Média.
O problema é que a lua cheia usada pela Igreja não é a lua cheia "real", mas a chamada lua cheia eclesiástica - uma série de projeções da posição do satélite feitas no começo da Idade Média.
Com isso, surge uma variabilidade decorrente da precisão da lua cheia eclesiástica. A situação melhorou com a entrada em vigor do nosso calendário atual, o gregoriano (criado pelo papa Gregório XIII no século 16), mas a coincidência entre a lua teórica e a real ainda não é perfeita.
Por tudo isso, a data da Páscoa pode variar entre 22 de março e 25 de abril, e a do carnaval caminha junto com ela, fixada sete domingos antes. Deu para entender?
Fonte(s):Por tudo isso, a data da Páscoa pode variar entre 22 de março e 25 de abril, e a do carnaval caminha junto com ela, fixada sete domingos antes. Deu para entender?
http://pt.wikipedia.org/wiki/Quaresma
http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20070226021813AA432IU&show=7
http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20080318190816AABIOln
Duas opções
Igreja Universal deve indenizar
empregado acidentado
A Igreja Universal do Reino de Deus deve indenizar em
R$ 9 mil, por danos morais e materiais, um ex-empregado
que foi atingido por andaimes durante expediente.
A IURD tentou reformar decisão anterior do Tribunal
Turma do Tribunal Superior do Trabalho negou provimento
a um Agravo de Instrumento levado pela entidade.
A relatora, ministra Maria de Assis Calsing, entendeu
que a decisão estava em acordo com o
posicionamento da jurisprudência do TST.
O acidente aconteceu quando o caminhão que
carregava os andaimes freou bruscamente, derrubando-os
sobre o homem. Após um período afastado pelo
INSS, o trabalhador retornou à igreja.
Ele conta que nesse tempo começou a sofrer de problemas
renais e incapacidade parcial no ombro. Seguiu
trabalhando como faxineiro e vigia até sua demissão.
Apesar de a igreja ter alegado prescrição no
pedido de indenização do trabalhador, a Vara do
Trabalho afastou o argumento. O mesmo aconteceu com
recurso levado ao regional.
De acordo com o juízo, como a ação foi ajuizada em
agosto de 2005, a prescrição prevista era de três anos
para a pretensão civil, como estabelece o artigo 206,
parágrafo 3º, inciso V do Código Civil. Com
informações da Assessoria de Comunicação do TST.
http://www.conjur.com.br/2011-mar-16/igreja-universal-indenizar-empregado-acidentado-mil
A Sodoma latina.
Nesta grande orgia, poucos ganham e muitos perdem
Começa a festa para um grande numero de fanáticos que vive a vida em torno disso: O carnaval. Coisa que só no Brasil tem com tal intensidade. É apoiado pelo governo, que faz sua parte injetando dinheiro, para dar força a grande orgia que o brasileiro faz todo ano nesta época.Aí se esquece das enchentes, dos deslizamentos, dos altos impostos e das deficiências de atendimento na saúde e na segurança pública.
O mais interessante é que a data varia de acordo com as diretrizes da igreja católica e embora ela condene a farra, é conivente com o esquema.Dinheiro que poderia ser aplicado na fome, na educação tão carente no país e na minimização das enchentes,vai para ser queimado em fantasias, ornamentos e desfiles que levam a lugar nenhum.O fim da passarela é o sonho realizado para o nada.
Ali, no meio da folia é onde as leis que ja são manetas, não funcionam mesmo. Pode-se exagerar nas bebidas alcoolicas e no uso de drogas. Muita gente aufere enormes lucros com a festa. Entre elas estão as TVs, as fábricas de cerveja e os traficantes. Não deixando de mencionar as emprêsas de turismo.
No interior, até nas pequenas cidades, são montados cenaŕios para a festa, com tudo pago pelo contribuinte.As despesas são enormes, mas mesmo assim não se deixa de fazer.É a filosofia de Cesar:Dar circo ao povo*.Nas ruas são instaladas arquibancadas enormes e centenas de caixas acusticas, que irão estuprar os tímpanos dos idiotas, que alí estão para ver outros idiotas desfilarem.
É a festa do diabo e ninguem percebe isso.Os mais entusiasmados dizem que é cultura popular. Nada se ve de cultura em uma festa regada a alcool e drogas.A promiscuidade rola a solta.Pode-se dizer que o país se torna na Sodoma latina. Afinal são os tres dias ( ou ja são quatro?)quando tudo pode.Nas estradas a loucura não é menor.
Com a ânsia de chegar a destinos promissores de maior bacanal,muitos não chegam. Ficam destroçados nas beiras das estradas, ficando a viagem incompleta.Tem também aqueles que partem para outra, em virtude de brigas,discordias e assaltos.
Alias, para os bandidos essa é uma época bastante favorável.Qual a alegria em tudo isso? Nos bailes fechados, o individuo te que encher a cara até ficar com as narinas insensiveis para não sentir o odor animalesco de suor que exala da multidão.Dizem que tem gente que se excita com isso.
Antigamente ainda tinha o lança perfume que disfarçava o ar pesado e nauseabundo. Mas como tem gosto para tudo e a gente que não gosta, procura outro programa.Eu particularmente, prefiro me confinar em casa, todos esses dias.
É como se do lado de fora, existisse uma força maléfica agindo nas pessoas e tornando-as loucas, como em filme de zumbis.Depois que passa, as empresas conferem os lucros e a população confere as perdas.É por isso que o país não vai para a frente.
Rabix
* Pão e circo para o povo.
Veja o link:
http://www.webartigos.com/articles/19928/1/A-politica-do-pao-e-circo/pagina1.html
http://www.youtube.com/watch?v=oLmFQxsMbN4&feature=player_embedded
Indo a igreja

Hoje vou falar aqui da CCB ( congregação cristã no brasil). Não da doutrina
vinda de interpretações falsas da bíblia, mas de seus costumes. É uma das
únicas seitas pentecostais que influenciam diretamente no modo de viver
das pessoas, tornando-as altamente discriminatórias e discriminadas. A
discriminação começa no modo de se cumprimentar os irmãos da fé. É
aquela historia de que, quem lá está tem o previlégio de ser diferente de
outras pessoas que segundo eles pertencem ao mundo.
Meu pai dizia que o problema maior deles, era ter que conviverem aqui
no mundo, com os mundanos.Certa vez soube que falecera a esposa de um
jovem vizinho.Eu não os conhecia. Eles moravam a distancia de um quarteirão
de minha casa. Me veio na cabeça ir até la´para poder falar alguma coisa
confortável ao rapaz, já que eu também era viúvo recente. Quando lá cheguei,
deparei com uma turma de homens na frente da pequena casa , conversando.
Dentro dela só tinha mulheres. Achei aquilo meio esquisito.Cheguei e
cumprimentei o pessoal.Depois de algumas palavras em que perceberam
que eu não era da turma, me deram as costas e começaram a conversar
entre eles, me ignorando completamente. As mulheres la de dentro me
olhavam como se olha um estranho perigoso. Percebi rapidamente a situação
e saí de fininho.
Outra vez estava eu conversando com um velho conhecido de infância em
um supermercado. Eu ja sabia há muito que ele era da seita.A conversa fluiu
muito bem ate´aparecer um irmão da fé. Pareceu ate´que ele viu um
parente que há muito não via.Daí que a conversa ficou animada pra
valer...entre os dois.Novamente disse um chau sem graça e sai de perto.
Fiz menção de um dia se o encontrasse novamente daria um puxão de orelhas.
Mas não o vi mais.
Eu não sabia que a família era da CCB. Se soubesse não teria ido porque ja
conhecia o sistema deles. A CCb é uma seita que gosta de angariar somente
gente pobre e ignorante para seus membros. Daí sempre vermos no meio
de favelas ,enormes igrejas acinzentadas com muitas janelas com o topo
arredondado, estreitas e altas. Essa é a característica dos templos, fazendo
muitas vezes um enorme contraste com os barracos dos pobres da
vizinhança.
Eles influenciam nas vestimentas dos seguidores , principalmente nas
mulheres , que não podem usar calças compridas, nem cortar o cabelo e de
preferência não depilar as pernas. Os homens cortam o cabelo estilo "meia
cabeleira" usam somente calça social e de preferência camisa de manga
comprida branca ou clara. Os cultos que eles chamam de "congregar", tem
como ponto forte os " testemunhos" onde os irmãos vão ate à frente contar
como Deus interviu em sua vida no dia a dia.
Segundo eles , Deus conversa diretamente com cada um. Ali são ouvidas as
estórias mais ridículas e sem fundamento. Obviamente que nada melhor
poderia se esperar de gente com nível cultural baixo. Como organização
então, segue na mesma trilha do acaso.
Não tem rol de membros nem registro algum que confirme os eventos.
As ofertas são destinadas para duas únicas prioridades : Construção e
piedade.O doador é que determina para onde quer que seja canalizado
seu dinheiro. Se para a construção, ele vai ser empregado na construção
de templos, que fazem inveja a qualquer construtora de casas populares.
Se para a piedade, ele vai para acudir os necessitados pertencentes a
irmandade. Se for perguntado para um lider, quantos irmãos fequentam
determinada igreja, ele não saberá responder. Naturalmente que, se
somos discriminados, também discriminaremos , mas considerando e
dando um desconto pela santa ignorância.
Escravidão secular 3
O TRABALHO ESCRAVO NA HISTÓRIA DO BRASIL.
Os castigos corporais são comuns, permitidos por lei e com a permissão da Igreja. As Ordenações Filipinas sancionam a morte e mutilação dos negros como também o açoite. Segundo um regimento de 1633 o castigo é realizado por etapas:
Depois de bem açoitado, o senhor mandará picar o escravo com navalha ou faca que corte bem e dar-lhe com sal, sumo de limão e urina e o meterá alguns dias na corrente, e sendo fêmea, será açoitada à guisa de baioneta dentro de casa com o mesmo açoite.
Outros castigos também são utilizados: retalhamento dos fundilhos com faca e cauterização das fendas com cera quente; chicote em tripas de couro duro; a palmatória, uma argola de madeira parecida com uma mão para golpear as mãos dos escravos; o pelourinho, onde se dá o açoite: o escravo fica com as mãos presas ao alto e recebe lombadas de acordo com a infração cometida .
História do Brasil / pg. 34
Luiz Koshiba e Denise Manzi F. Pereira
Ed. Atual
Por que a economia colonial e imperial baseou-se no trabalho escravo?
O latifúndio monocultor no Brasil exigia uma mão-de-obra permanente.
Era inviável a utilização de portugueses assalariados, já que a intenção não era vir para trabalhar, e sim para se enriquecer no Brasil.
O sistema capitalista nascente não tinha como pagar salários para milhares de trabalhadores, além do que, a população portuguesa que não chegava aos 3 milhões, era considerada reduzida para oferecer assalariados em grande quantidade.
Quem foi utilizado como escravo nos períodos colonial e imperial?
Embora o índio tenha sido um elemento importante para formação da colônia, o negro logo o suplantou, sendo sua mão-de-obra considerada a principal base, sobre a qual se desenvolveu a sociedade colonial brasileira.
Na fase inicial da lavoura canavieira ainda predominava o trabalho escravo indígena. Parece-nos então que argumentos tão amplamente utilizados, como inaptidão do índio brasileiro ao trabalho agrícola e sua indolência caem por terra.
A História verdadeira mostra que a reação do nativo foi tão marcante, que tornou-se uma ameaça perigosa para certas capitanias como Espírito Santo e Maranhão. Além da luta armada, os indígenas reagiram de outras maneiras, ocorrendo fugas, alcoolismo e homicídios como forma de reação à violência estabelecida pelo escravismo colonial.
Todas essas formas de reação dificultavam a organização da economia colonial, podendo assim, comprometer os interesses mercantilistas da metrópole, voltados para acumulação de capital. Destaca-se também, a posição dos jesuítas, que voltados para catequese do índio, opunham-se à sua escravidão.
Apesar de todos esses obstáculos, o indígena é amplamente escravizado, permanecendo como mão-de-obra básica na economia extrativista do Norte do Brasil, mesmo após o término do período colonial.
Por que então que o índio cede lugar para o negro como escravo no Brasil?
A maior utilização do negro como mão-de-obra escrava básica na economia colonial, deve-se principalmente ao tráfico negreiro, atividade altamente rentável, tornando-se uma das principais fontes de acumulação de capitais para metrópole.
Exatamente o contrário ocorria com a escravidão indígena, já que os lucros com o comércio dos nativos não chegava até a metrópole.
Torna-se claro assim, o ponto de vista defendido pelo historiador Fernando Novais, de que "o tráfico explica a escravidão", e não o contrário.
Para os portugueses, o tráfico negreiro não era novidade, pois desde meados do século XV , o comércio de escravos era regular em Portugal, sendo que durante o reinado de D. João II o tráfico negreiro foi institucionalizado com a ação direta do Estado português, que cobrava taxas e limitava a participação de particulares.
Quanto à procedência étnica do negro, destacaram-se dois grupos importantes: os bantos, capturados na África equatorial e tropical provenientes do Congo, Guiné e Angola, e os sudaneses, vindos da África ocidental, Sudão e norte da Guiné.
Interessante observarmos que entre os elementos deste segundo grupo, destacavam-se muitos negros islamizados, responsáveis posteriormente por uma rebelião de escravos ocorrida na Bahia em 1835, conhecida como a Revolta dos Malês.
A resistência do negro: os quilombos.
Desde fugas isoladas, passando pelo suicídio, pelo banzo (nostalgia que fazia o negro cair em profunda depressão o levando à morte) e pelos quilombos, várias foram as formas de resistência do negro à escravidão, sendo a formação dos quilombos a mais conseqüente.
Os quilombos eram aldeamentos de negros que fugiam dos latifúndios, passando a viver comunitariamente. O maior e mais duradouro foi o quilombo dos Palmares, surgido em 1630 em Alagoas, estendendo-se numa área de 27 mil quilômetros quadrados até Pernambuco. Desenvolveu-se através do artesanato e do cultivo do milho, feijão, mandioca, banana e cana-de-açúcar, além do comércio com aldeias vizinhas.
Seu primeiro líder foi Ganga Zumba, substituído depois de morto por seu sobrinho Zumbi, que tornou-se a principal liderança da história de Palmares. Zumbi foi covardemente assassinado em 1695 pelo bandeirante Domingos Jorge Velho, contratado por latifundiários da região.
Apesar dos muitos negros mortos em Palmaras, a quantidade de escravos crescia muito e em 1681 atingia a cifra de 1 milhão de negros trazidos somente de Angola.
O grande número de negros utilizado como escravos, deixa clara a alta lucratividade do tráfico negreiro, responsável inicialmente pelo abastecimento da lavoura canavieira em expansão nos séculos XVI e XVII e posteriormente nas áreas de mineração e da lavoura cafeeira nos séculos XVIII e XIX respectivamente.
Depois de bem açoitado, o senhor mandará picar o escravo com navalha ou faca que corte bem e dar-lhe com sal, sumo de limão e urina e o meterá alguns dias na corrente, e sendo fêmea, será açoitada à guisa de baioneta dentro de casa com o mesmo açoite.
Outros castigos também são utilizados: retalhamento dos fundilhos com faca e cauterização das fendas com cera quente; chicote em tripas de couro duro; a palmatória, uma argola de madeira parecida com uma mão para golpear as mãos dos escravos; o pelourinho, onde se dá o açoite: o escravo fica com as mãos presas ao alto e recebe lombadas de acordo com a infração cometida .
História do Brasil / pg. 34
Luiz Koshiba e Denise Manzi F. Pereira
Ed. Atual
Por que a economia colonial e imperial baseou-se no trabalho escravo?
O latifúndio monocultor no Brasil exigia uma mão-de-obra permanente.
Era inviável a utilização de portugueses assalariados, já que a intenção não era vir para trabalhar, e sim para se enriquecer no Brasil.
O sistema capitalista nascente não tinha como pagar salários para milhares de trabalhadores, além do que, a população portuguesa que não chegava aos 3 milhões, era considerada reduzida para oferecer assalariados em grande quantidade.
Quem foi utilizado como escravo nos períodos colonial e imperial?
Embora o índio tenha sido um elemento importante para formação da colônia, o negro logo o suplantou, sendo sua mão-de-obra considerada a principal base, sobre a qual se desenvolveu a sociedade colonial brasileira.
Na fase inicial da lavoura canavieira ainda predominava o trabalho escravo indígena. Parece-nos então que argumentos tão amplamente utilizados, como inaptidão do índio brasileiro ao trabalho agrícola e sua indolência caem por terra.
Todas essas formas de reação dificultavam a organização da economia colonial, podendo assim, comprometer os interesses mercantilistas da metrópole, voltados para acumulação de capital. Destaca-se também, a posição dos jesuítas, que voltados para catequese do índio, opunham-se à sua escravidão.
Apesar de todos esses obstáculos, o indígena é amplamente escravizado, permanecendo como mão-de-obra básica na economia extrativista do Norte do Brasil, mesmo após o término do período colonial.
Por que então que o índio cede lugar para o negro como escravo no Brasil?
A maior utilização do negro como mão-de-obra escrava básica na economia colonial, deve-se principalmente ao tráfico negreiro, atividade altamente rentável, tornando-se uma das principais fontes de acumulação de capitais para metrópole.
Exatamente o contrário ocorria com a escravidão indígena, já que os lucros com o comércio dos nativos não chegava até a metrópole.
Para os portugueses, o tráfico negreiro não era novidade, pois desde meados do século XV , o comércio de escravos era regular em Portugal, sendo que durante o reinado de D. João II o tráfico negreiro foi institucionalizado com a ação direta do Estado português, que cobrava taxas e limitava a participação de particulares.
Quanto à procedência étnica do negro, destacaram-se dois grupos importantes: os bantos, capturados na África equatorial e tropical provenientes do Congo, Guiné e Angola, e os sudaneses, vindos da África ocidental, Sudão e norte da Guiné.
Interessante observarmos que entre os elementos deste segundo grupo, destacavam-se muitos negros islamizados, responsáveis posteriormente por uma rebelião de escravos ocorrida na Bahia em 1835, conhecida como a Revolta dos Malês.
A resistência do negro: os quilombos.
Desde fugas isoladas, passando pelo suicídio, pelo banzo (nostalgia que fazia o negro cair em profunda depressão o levando à morte) e pelos quilombos, várias foram as formas de resistência do negro à escravidão, sendo a formação dos quilombos a mais conseqüente.
Os quilombos eram aldeamentos de negros que fugiam dos latifúndios, passando a viver comunitariamente. O maior e mais duradouro foi o quilombo dos Palmares, surgido em 1630 em Alagoas, estendendo-se numa área de 27 mil quilômetros quadrados até Pernambuco. Desenvolveu-se através do artesanato e do cultivo do milho, feijão, mandioca, banana e cana-de-açúcar, além do comércio com aldeias vizinhas.
Seu primeiro líder foi Ganga Zumba, substituído depois de morto por seu sobrinho Zumbi, que tornou-se a principal liderança da história de Palmares. Zumbi foi covardemente assassinado em 1695 pelo bandeirante Domingos Jorge Velho, contratado por latifundiários da região.
O grande número de negros utilizado como escravos, deixa clara a alta lucratividade do tráfico negreiro, responsável inicialmente pelo abastecimento da lavoura canavieira em expansão nos séculos XVI e XVII e posteriormente nas áreas de mineração e da lavoura cafeeira nos séculos XVIII e XIX respectivamente.
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