Corrupção galopante




















INVESTIGAÇÕES DA PF DETECTAM 29 MIL CASOS DE CORRUPÇÃO

FAUSTO MACEDO - Agencia Estado
A Polícia Federal investiga 29.839 crimes contra a administração pública,
aponta relatório da corporação enviado ao Ministério da Justiça e à Casa
Civil. Os delitos detectados são corrupção, peculato, tráfico de influência,
fraudes em licitações, emprego irregular de verbas públicas,
prevaricação e concussão (extorsão praticada por funcionário público).

Os quase 30 mil inquéritos estão distribuídos pelas 27 superintendências
regionais da PF. Seu objetivo é identificar fraudadores do Tesouro em
oito modalidades previstas no capítulo do Código Penal que trata dos
crimes contra a administração.

O acervo é relativo a investigações iniciadas, em sua grande maioria,
a partir de 2003. Nesse período de sete anos, a PF deflagrou 1.023
operações, nas quais prendeu 13.024 suspeitos. O maior volume de
inquéritos foi instaurado entre 2008 e 2009, quando os federais
executaram 523 missões que culminaram com a prisão de 5.138
investigados, "envolvidos em vultosos desvios de recursos federais".

O relatório da PF pede a criação e estruturação de duas divisões
com atribuições específicas, uma para reprimir desvios de recursos
e outra para investigar servidores e políticos envolvidos em
malversação.

A PF afirma que as novas divisões serão dotadas de
estrutura mínima - com remanejamento de pessoal interno,
praticamente sem gastos complementares - e que elas representarão
"forte instrumento de combate àquilo que já se pacificou ser a
principal mazela do País".

Para incluir as divisões em seu organograma e as colocar em ação,
a PF precisa que elas sejam criadas por decreto presidencial.
"Teremos, assim, duas unidades especializadas para projetar,
gerenciar e desenvolver ações policiais contra os crimes em
prejuízo do erário cometidos por servidores públicos federais,
atualmente em número de 2,112 milhões, além de particulares",
ressalta a PF.

O Sistema Nacional de Procedimentos (Sinpro) da PF indica
que, dos quase 30 mil inquéritos, 13.798 apuram crime de
peculato - quando o servidor se apropria de dinheiro ou bem
público. Outros 3.649 se referem a prevaricação, caracterizada
quando uma autoridade retarda ou deixa de praticar ato de
ofício por interesse próprio.

Em terceiro lugar estão os inquéritos por corrupção passiva
(3.488). Para investigar fraudes em licitações há 3.292
inquéritos. A seguir estão os feitos sobre corrupção ativa
(2.240). Uma estimativa dos valores desviados ainda depende
do mapeamento dos inquéritos.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Responda rápido: Quem veio primeiro...o Brasil ou a corrupção.
Certamente que a corrupção chegou junto com os primeiros
portugueses que por aquí desembarcaram. Antes disso, talvez
não houvesse, mas também não era Brasil.

Junto com a modernidade e a nova cultura, vieram os vícios
e os defeitos . Nossos indios foram tomados de impacto e
desrespeitados , inclusive pela igreja monopólio,
que era a religião católica.Se nenhum mal fizeram, que duvido
muito, foram no mínimo coniventes .

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