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Fala fora de hora


Foi notícia: Bancos criticam pressão por juros menores (Fonte)

Pincelada do Rabix

Essa atitude do governo é de se estranhar, principalmente por ser um ano eleitoral, onde serão escolhidos os novos  coronéis dos fundões do país.Currais eleitorais que ajudarão em muito quando chegar 2014.

A propaganda enganosa

             
                               

 A PROPAGANDA ENGANOSA

Na avalanche de informações que nos chega por todos os lados,a toda hora , nesta sociedade moderna,muitas vezes nos passa despercebido certas insinuações propagandistas.

Pagando o pato




Assalariados pagam mais IR que os bancos
Trabalhadores garantem 9,9% da arrecadação federal, mais que o dobro dos 4,1% pagos pelas instituições financeiras, aponta estudo
16 de outubro de 2011

 Iuri Dantas, de O Estado de S.Paulo
BRASÍLIA - As distorções tributárias do País prejudicam a classe média, que contribui com mais impostos do que os bancos.

Custo alto



24/08/2011
Juros do cheque especial e consignado sobem, diz BC
Folha.com
EDUARDO CUCOLO
DE BRASÍLIA

Apesar da queda na taxa média de juros no crédito às famílias em julho, duas linhas de financiamento apresentaram alta, o cheque especial e o consignado.

A taxa de juros do cheque especial chegou a 188% ao ano, a maior desde abril de 1999, quando estava em 193,7% ao ano. No consignado, a alta foi menor, de 27,7% para 27,9% ao ano.

Espere deitado



Ministério Público do Rio quer que bancos devolvam R$ 1 bilhão a clientes
Ações propõem que Santander, Itaú-Unibanco e HSBC devolvam valor por tarifas indevidas cobradas entre 2008 e 2010
06 de julho de 2011

Marcela Gonsalves, do Estadao.com.br
O Ministério Público Federal no Rio de Janeiro (MPF-RJ) propôs cinco ações para obrigar os bancos Santander, Itaú-Unibanco e HSBC a devolverem mais de R$ 1 bilhão por cobranças feitas entre 2008 e 2010.

 Elas estariam em desacordo com a norma do Banco Central (BC) sobre tarifas bancárias.

Tarifalhas


25/05/2011
Itaú e Santander podem ter de devolver R$ 429 mi a clientes
Folha.com
DO RIO

O Ministério Público Federal recomendou aos bancos Itaú e Santander que devolvessem aos clientes, no total, R$ 429 milhões, por cobranças indevidas feitas entre 2008 e 2010. As duas instituições afirmaram que as taxas são legais.

O procurador Claudio Gheventer afirma que usou como base para o pedido inquérito civil público que apurou que as cobranças feitas foram definidas pelo Banco Central como irregulares.

O céu é o limite


           Pacote de tarifa bancária sobe até 124%

Pesquisa do Idec mostra como instituições se comportaram desde que o Banco Central adotou norma para cobranças, em abril de 2008  

10 de maio de 2011

Leandro Modé, de O Estado de S. Paulo
SÃO PAULO - Três anos depois de o Banco Central (BC) adotar normas para padronizar as tarifas bancárias, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) fez um levantamento que chega a três conclusões principais: o pacote que inclui vários serviços ficou até 124% mais caro; as receitas dos bancos com tarifas subiram, em média, 30%, acima da inflação de 18% do período; e as queixas ao BC sobre o tema continuaram crescendo.

Estado paralelo



















10 ATAQUES A BANCOS E A CAIXAS EM UMA SEMANA

Na sexta feira passada bandidos levaram R$ 30 mil de agência; em assalto
a terminais eletrônicos roubaram R$ 78 mil. Em apenas sete dias, a cidade
de São Paulo registrou dez ataques a bancos e a caixas eletrônicos. Embora
a Polícia Civil não informe números, levantamento da reportagem revela
que 20 ocorrências já foram contabilizadas entre janeiro e a tarde de ontem.

O titular da Delegacia de Roubo a Bancos, Ruy Ferraz Fontes, afirma, no
entanto, que o dado deve ser inferior ao apurado no primeiro trimestre do
ano passado. Mais dois casos assustaram a capital. Um bando de 8 homens,
munidos de metralhadora, duas pistolas automáticas e uma arma de
brinquedo, assaltou ontem a agência do Bradesco da Avenida Vital Brasil,
no Butantã, zona oeste.

Na noite de anteontem, em Capela do Socorro, zona sul, cinco homens
armados roubaram R$ 78 mil de caixas eletrônicos, instalados em uma loja.
O bando fugiu. A Polícia Militar conseguiu prender, em Taboão da Serra, três
homens que assaltaram a agência do Butantã. De acordo com o capitão da
PM, Adalberto Vasconcellos da Silva, Sandro Pinetti, de 33 anos, e Alder
Próspero, de 24, levantaram suspeita por trafegar em alta velocidade.

A PM deu sinal para que parassem o Corsa Wind. A dupla correu para um
matagal. Houve tiroteio, sem feridos. Com eles, foram apreendidos R$ 30 mil.
"Passaram o braço, fazendo a limpa nos caixas e até moedas caíram", afirmou
o PM. A dupla estava com o armamento apreendido. O capitão explicou que,
para fazer o roubo, os bandidos entraram pela porta giratória com a arma de
brinquedo.

A quadrilha dava apoio do lado de fora. O terceiro integrante, Carlos Ramos,
de 32 anos, foi abordado numa moto. Ele tentou fugir a pé. Todos os três têm
passagem. Pinetti já cumpriu pena por homicídio, formação de quadrilha e
tráfico de drogas. Ramos tem passagem por assalto. Próspero cumpriu pena
por homicídio e furto.

Convém lembrarmos que aqui no Brasil, quem inventou essa de assaltar
bancos foi a turma que hoje é do PT.Naquela época o produto dos assaltos
era para a manutenção da guerrilha. Mas como vemos, ja estamos em uma
guerra. Apenas o governo não percebeu isso ainda, porque anda cercado
de seguranças.Não dá para ver através deles. De um lado os bandidos
armados, de outro o povo desarmado e ainda de outro a policia despreparada.

Policia nestes dias só trabalha depois que ocorre o crime, no preenchimento
da papelada. Saindo fora das praças, nos centros das cidades a prevenção não
mais existe. Quer testar ? Ligue para o 190 dizendo que tem um vizinho
brigando e espere. Mas espere deitado para não se cansar. Enquanto os
bandidos estiverem roubando os banqueiros, está ótimo. As empresas de
seguros que paguem o prejuízo.
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Emprego bom...



















A empregada doméstica Doralice Muniz Barreto, de 44 anos, conta
que teve de tirar a blusa para passar pela porta giratória da agência
do Banco do Brasil no Centro de Jundiaí, cidade localizada a 58 km
de São Paulo. "Me senti humilhada, arrasada, acabada, uma ninguém",
afirmou.

Ela contou ao G1 na tarde da sexta-feira passada (6) que vai procurar um
advogado na próxima semana para processar o banco e pedir uma
indenização por danos morais. Toda a cena foi gravada pelo celular
de outra cliente, Cleide Aparecida dos Santos Silva. Em nota, o Banco
do Brasil informou que segue as normas institucionais.

A empregada doméstica considera que foi discriminada por ser negra,
uma vez que outros clientes brancos passaram tranquilamente pela
porta. A Polícia Militar foi chamada por um advogado, cliente do banco,
e lavrou um termo circunstanciado.

Mãe de cinco filhos e avó de quatro netos, Doralice chegou à agência
por volta das 15h10 de quarta-feira (6) para descontar seu
cheque-salário de aproximadamente R$ 700. Quando tentou entrar
pela primeira vez, a porta travou. Doralice tirou o relógio e duas chaves
do bolso e depositou no porta-objetos, mas nada adiantou. Ela também
esvaziou a bolsa que carregava a tiracolo, colocando todos os objetos
à vista, sem sucesso.

De acordo com ela, o segurança permaneceu dizendo que havia objetos
de metal com ela. Ela ainda tentou entrar na agência outras quatro vezes.
Desesperada, Doralice pediu ao segurança que chamasse o gerente, mas
o vigia avisou que o gerente estava ocupado. "Disse para ele: 'eu não
tenho mais nada. A única coisa que eu posso fazer agora é tirar a roupa'.

E ele me disse: 'problema seu'", conta Doralice. Diante da resposta do
vigilante, a empregada tirou a blusa e a porta imediatamente destravou.
50 clientes estavam dentro do banco no momento em que a cena
aconteceu. "Depois da raiva, me senti humilhada e com vergonha.
Chorei muito e estou chorando até agora", disse ela.

A costureira Cleide Aparecida conta que estava no banco com a filha, a
dona de casa Érica Cristina dos Santos, que filmou toda a cena com seu
celular. "Se ela me chamar eu vou ser testemunha a favor dela. Tinha
um advogado lá no banco que também aceitou defendê-la. Eu fiquei
indignada. Como pode uma pessoa ser impedida de entrar no banco com
todo mundo olhando. Foi só ela tirar a blusa que deixaram entrar",
afirmou.

Cleide afirma que filmou para não depender apenas da palavra. "Filmei
porque se a pessoa vai na delegacia e conta o que aconteceu, ainda são
capazes de dizer que é mentira", afirmou. Doralice contou que, assim
como Cleide, todos os clientes se mostraram solidários. Na intenção de
ajudar, um advogado que passava pelo estabelecimento chegou a propor
ao segurança que levasse a empregada para algum lugar seguro por
onde ela pudesse entrar sem oferecer risco.

"Ele disse que se eu tivesse alguma coisa perigosa os guardas poderiam
chamar a polícia", conta ela. Outros clientes aconselharam Doralice a
quebrar a porta.

Funcionários parados

Ela afirma ainda que nenhum dos funcionários se mostrou solidário
a ela. "Todo mundo que estava sentado naquelas mesas fingiu que
não estava acontecendo nada." Questionado sobre o caso, o Banco
divulgou a seguinte nota: "O Banco do Brasil segue as normas
institucionais, entre elas, a portaria 387 da Polícia Federal que em
seu artigo 62 diz que o banco é obrigatório ter vigilante, alarme e um
item de segurança, que pode ser portal com detector de metais ou
outro item que retarde a ação dos criminosos.

O objetivo é garantir a segurança dos clientes."
Marido de Doralice, o aposentado e vendedor Augusto Zara ficou
perplexo. "Eu vou falar o que? Além de revoltante, isso mostra que
essas pessoas são muito mal preparadas. Isso deveria servir para
mostrar que o banco é nosso", afirmou.

No ano passado, a atriz Solange Couto também acusou um banco
de constrangimento. Ela disse que teve de ficar de calcinha
na porta de uma agência no Rio depois de ser barrada
quatro vezes
na porta giratória.

http://destaknews.blogspot.com/2009/03/mulher-tira-blusa-para-entrar-em.html

É interessante como os bancos são todos parecidos. Desde os
particulares ate´os estatais.Nestes últimos deveria terem uma
norma institucional diferenciada para o atendimento do povo.
Afinal ,eles existem em função de impostos perversos.
Há uma grande hipocrisia quando falam que empresas estatais
são do povo.
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Bilionários vítimas



















BANCOS PEDEM AO STF QUE ANALISEM PLANOS ECONÔMICOS
Confederação diz que com milhares de ações que pedem reparação, bancos
poderão ter prejuízo de R$ 170 bi
Leandro Modé - de O Estado de S.Paulo

Os bancos entraram nesta quinta-feira, 5, com uma ação no Supremo
Tribunal Federal (STF) pedindo que os planos econômicos Cruzado,
Bresser, Verão, Collor I e Collor II sejam considerados constitucionais.
Na prática, eles tentam evitar o pagamento da correção dos saldos das
cadernetas de poupança nos períodos em que esses planos foram
implementados.

Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), há cerca de 550
mil ações na Justiça pedindo a alteração do indexador que corrige as
aplicações em poupança. No caso do Plano Verão (1989), por exemplo,
uma medida provisória determinou que o rendimento deveria seguir a
remuneração das Letras Financeiras do Tesouro (LFTs), não mais o
Índice de Preço ao Consumidor (IPC).

Segundo o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), a
adoção da MP fez a rentabilidade ser de 22,35% no mês de janeiro
de 1989. Nas contas da entidade, o porcentual correto seria de 42,72%.
Nos outros planos, os problemas são semelhantes.
Como o prazo para que esse tipo de ação prescreva é de 20 anos,
milhares de reclamações começaram a pipocar, sobretudo a partir
de 2006, exatas duas décadas depois da implementação do Plano Cruzado.

A maioria das ações julgadas em primeira instância foi ganha pelos
reclamantes, o que levou os bancos a se mobilizar. Nas contas da
Febraban, o desembolso total com essas causas pode chegar a R$ 170
bilhões, valor que é contestado pelo Idec.

"Há dois argumentos contra essa alegação. O primeiro deles é que os
bancos nunca pagariam tudo de uma só vez e apenas 15% das pessoas
recorreram à Justiça", disse a gerente jurídica do Idec, Karina Grou.
"Em segundo lugar, mesmo que tivessem de arcar com todo esse valor,
teriam dinheiro suficiente oriundo dos lucros anuais que registram."

TRÂMITE

O STF já definiu que o ministro Celso de Mello será o relator da ação -
protocolada como Arguição de Descumprimento de Preceito
Fundamental (ADPF) pela Confederação Nacional do Sistema Financeiro
(Consif).

O ministro pedirá pareceres da Advocacia Geral da União (AGU) e da
Procuradoria Geral da República (PGR). Como o pedido dos bancos é
de liminar, Mello deve levar o tema ao plenário antes mesmo de receber
os pareceres. O STF só vai decidir sobre o mérito depois de definir se
concede ou não a liminar.

Segundo Karina, do Idec, o julgamento do mérito pode levar anos. Mas,
se o pedido de liminar for aceito, interromperá todos os processos que
estão em andamento. Entre os advogados contratados pelos bancos
para a causa está o ex-ministro da Justiça Márcio Thomaz Bastos.

Coitados dos banqueiros pobrezinhos. Estão entrando na justiça pra ver se
conseguem frear a devolução de dinheiro tomado dos verdadeiros pobres,
nos bestiais planos de incompetentes governos passados. Na época eles não
viam que estavam expropriando milhões de pessoas em causa própria.E
certamente vão ganhar essa causa, porque aqui ,o que manda é o dinheiro.
Todo homem tem seu preço, indiferente do cargo que ocupa. Fica muito
fácil para quem lucra quantias extraordinárias com o dinheiro do povo.
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Parece, mas não é.
























PROPAGANDA ENGANOSA
O DPDC investiga mais dois bancos por publicidade enganosa de fundos
Nesta semana, o DPDC já multou quatro instituições financeiras
Mariana Segala - AEO Departamento de Proteção e Defesa do
Consumidor (DPDC), vinculado ao Ministério da Justiça, está
investigando mais dois bancos por publicidade enganosa na oferta de
fundos de renda fixa.

“Quando se fala em direito à informação, é fundamental que a publicidade
informe o apelo positivo, mas também que se garanta os dados que são
fundamentais para decisão do consumidor”, afirma o diretor do DPDC,
Ricardo Morishita. De acordo com ele, não há previsão para o fim do
processo dos dois bancos ainda investigados, mas “a idéia é de que sigam
o rito natural com prioridade”.

Nesta semana, o DPDC já multou quatro instituições financeiras
Caixa Econômica Federal, Banespa S/A Corretora de Câmbio e Títulos,
banco ABN Amro e BB Administradora de Ativos e Valores Mobiliários
– por conta da falta de orientações claras e objetivas, ainda na fase
pré-contratual, a respeito do funcionamento dos fundos. De acordo com
o Departamento, a partir da leitura de materiais como folderes e
prospectos, os clientes acreditavam estar investindo em fundos que não
ofereciam a possibilidade de perdas – que, na verdade, existem.

A investigação – que começou em 2003 e rendeu um processo
administrativo instaurado em dezembro de 2006 – teve origem na que
ficou conhecida como a “crise da marcação a mercado”. No ano anterior,
em 2002, o Banco Central apertou o cerco para que as instituições
financeiras atualizassem os preços dos títulos incluídos nas carteiras dos
fundos de investimento a valores de mercado – o processo de marcação
a mercado, exigido desde 1995, mas cuja aplicação foi sendo postergada
pelos gestores.

Na época, o prazo limite estabelecido para o BC foi o fim de maio. Quando
os papéis foram apreçados, verdadeiros rombos apareceram nos fundos
de renda fixa, considerados investimentos de baixo risco. As perdas, de
um dia para outro, viraram notícia na imprensa, material que desencadeou
a iniciativa do DPDC.

PERDA

Na média, de acordo com os dados do site financeiro Fortuna
(http://www.fortuna.com.br/), os fundos de renda fixa (que aplicam basicamente
em papéis prefixados) mais comumente oferecidos ao varejo deram prejuízo
de 0,51% em maio de 2002. Houve casos em que as perdas chegaram a
3,37% no mês. A maioria dos fundos com as piores rentabilidades na ocasião
era da Caixa e do Banco do Brasil, segundo o Fortuna.

Entre os fundos DI (que compram papéis atrelados ao CDI) a rentabilidade
média no mês ficou positiva em 0,35%, mas houve casos de perdas de 3,70%
no mês. “Isso veio a público e motivou os consumidores a reclamar”, afirma
Morishita. Entre as instituições financeiras que já foram multadas pelo DPDC,
os materiais publicitários analisados se referiam a cinco fundos da Caixa; a
dez da Banespa Corretora; a 12 do ABN Amro; e a seis do Banco do Brasil.
Entre eles estão incluídos, por exemplo, o Caixa FAC Executivo, o Caixa FIF
DI, o ABN Amro Curto Prazo, o Real FAQ Extra DI, o BB Fix Especial e o
BB DI Especial Plus.

Como se pode acreditar em um governo desse, se suas próprias instituições
fazem propaganda enganosa? O Brasil precisa ser peneirado, fervido e coado
.
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Capitalismo decadente.



















ECONOMIA NACIONAL
Bancos brasileiros perdem US$ 111 bi em valor de mercado.
De seu pico, em outubro de 2007, até setembro deste ano, os bancos brasileiros já perderam US$ 111,26 bilhões de valor de mercado, ou 42,7%, aponta um estudo divulgado nesta terça-feira pela consultoria Economatica.

Segundo o levantamento, os bancos brasileiros atingiram seu maior valor em outubro do ano passado, a US$ 260,48 bilhões. Em setembro deste ano, o valor caiu a US$ 149,22 bilhões.
Entre os cinco maiores bancos do País, quem teve a maior queda foi o Unibanco, que passou de US$ 36,989 bilhões de valor de mercado, em seu pico, em outubro de 2007, para US$ 15,536 bilhões em setembro deste ano, uma queda de 58%.

Completando a lista dos cinco maiores estão Itaú (queda de 37% do pico em maio de 2008), Bradesco (queda de 39,4% do pico em maio de 2008), Banco do Brasil (47,6% desde o pico atingido também em maio) e Santander (queda de 55,6% desde seu pico, em outubro de 2007).

Isso já é um bom motivo para não dar aumento de salário para os bancários. No Brasil temos três castas :
A casta dos políticos, a casta dos banqueiros e a dos cidadãos. As duas primeiras vivem parasitando a terceira.
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Caixa piranha.

ENTIDADE DENUNCIA OFERTAS ABUSIVAS EM
CAIXA ELETRÔNICO.
















A Pro Teste, associação de defesa do consumidor, pediu ao Banco Central que coíba o abuso de bancos na oferta de produtos em caixas eletrônicos. É comum o cliente, preocupado com sua segurança, na hora de fazer um saque ou outra operação, ter de ficar atento para não ser lesado por contratar sem saber, serviços que não deseja.

O caso mais comum é da oferta de seguros, títulos, consórcios e empréstimos que o cliente não deseja. Para se livrar rápidamente daquela situação e sair do caixa, o cliente acaba apertando teclas que indicam que a operação deve continuar, sem saber que não está mais prosseguindo no serviço que quer realizar, mas, sim, naquele que o banco impôs no momento mais inoportuno.


A forma como os bancos fazem a oferta de serviços durante a operação nos caixas eletrônicos, pode prejudicar o consumidor. Os bancos têm intensificado a oferta para contratação dos serviços nas telas dos caixas eletrônicos, de tal forma que pode induzir o consumidor a erro, contratando serviços que não deseja , informa a Pro Teste.

Para a associação, essa prática abusiva fere o Código de Defesa do Consumidor. "E também compromete a segurança dos clientes, na medida em que o obriga a passar mais tempo no caixa para executar as operações. Com isso, aumentam os riscos de ser vítima de assalto ou um seqüestro relâmpago, ou ainda de ter as senhas copiadas ou clonadas.

Além de ser levado a gastar mais do que planeja, incentivado pela oferta da instituição.
A Pro Teste enviou ofício ao Banco Central exigindo a fiscalização para barrar essa prática comercial. A entidade recomenda redobrar a atenção na hora de sacar, fazer um pagamento ou tirar um extrato no caixa eletrônico, para não acabar contratando um empréstimo, um consórcio ou ainda um seguro de cartão de crédito, sem querer.

"A estratégia dos bancos de colocação de muitas opções em uma mesma tela exige mais tempo do consumidor até localizar o item desejado. São telas e mais telas até o fim de cada uma das operações. Isto explica a resistência das pessoas mais velhas em usar o caixa eletrônico, além da dificuldade que geralmente têm com produtos tecnológicos mais modernos."

Há bancos em que as ofertas de produtos financeiros aparecem logo no início da operação, com um ícone em destaque no meio da tela, induzindo o consumidor a clicar para adquirir o serviço ou produto.

Há outros casos em que, depois de ja ter digitado a senha, a operação é interrompida com a mensagem do produto anunciado confundido o consumidor. Em outros apenas no canto inferior é que aparece a tecla "início", para que o cliente comece a operação sem contratar o serviço.

Roberto do Nascimento
Da equipe do DiárioNet

O banco central como sempre age como se fosse um pai dos banqueiros, onde tudo se perdoa e tudo se esquece, como muitas coisas que acontecem no país. Essas entidades governamentais não deveriam esquecer que o seu papel é em primeiro lugar estar ao lado do povo.

É do povo que emana todo dinheiro, poltronas confortáveis, o ar condicionado e o farto salário. Daí seria justo que ele fosse lembrado de vez em quando.Ou será que os banqueiros tambem dão sua mãozinha para serem tão bem tratados , como se fossem as vítimas das arapucas por eles próprios construida?

Tudo é possivel nesta grande bagunça que chamamos de Brasil. Herança perversa essa ,que desde os tempos dos portugueses, os ricos exploram os pobres.
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Rindo dos trouxas

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Bancos: Cartel da enganação.

É interessante o artigo abaixo, copiado do site www.realidadeoculta.com
Leia e chegue a uma conclusão se for capaz.


Os bancos e a arte de fabricar dinheiro
José Luís Gonzales del Moral


Quase todo mundo tem contas correntes e de poupança e quase todo mundo paga juros, deposita, faz transferências... Mas praticamente ninguém, nem mesmo a maior parte dos empregados e diretores dos bancos, está a par dos mecanismos que movem as engrenagens do sistema bancário. O natural seria que, ao abrir uma conta, cada um fosse devidamente informado a respeito do assunto. É claro que isso não acontece, mas, em todo caso, nada nos impede de imaginar como seria...

Cliente: Para que existem os bancos?

Banqueiro: Bem... para ganhar dinheiro, naturalmente.

C: Para que os clientes ganhem, claro.

B: Não, para que os bancos ganhem.

C: E por que a publicidade bancária não menciona esse fato?

B: Não seria de bom gosto, mas isso está subentendido quando se faz
referência a reservas e coisas do tipo. Esse é o dinheiro que se ganha.

C: Evidentemente, ganha-se esse dinheiro dos clientes...

B: Presumo que sim.

C: Bom, e quando se fala em ativos, alude-se também a dinheiro que o banco ganhou?

B: Não exatamente. Esse é o dinheiro que se usa para ganhar dinheiro.

C: Ah, tá! Suponho então que o guardem numa caixa-forte...

B: De modo nenhum. Nós o emprestamos a nossos clientes.

C: Então os senhores não o têm?

B: Não.

C: Então, como podem chamá-lo ativo?

B: Porque ele realmente seria assim se pudéssemos recuperá-lo.

C: Mas... certamente têm algum dinheiro guardado em algum lugar!

B: Claro que sim. Normalmente temos uma quantidade igual ao ativo, a que chamamos de passivo.

C: Mas, se o têm... como podem chamá-lo de passivo?

B: Porque não é nosso.

C: Então, por que o têm?

B: Porque os clientes nos emprestaram.

C: Mas, como? Quer dizer que são os clientes que emprestam dinheiro aos bancos?

B: Exato. Depositam dinheiro em nossas contas... e realmente o emprestam ao banco.

C: E que fazem os bancos com o dinheiro?

B: Emprestam-no de novo aos clientes.

C: Não disse o senhor que o dinheiro que vocês emprestam corresponde aos seus ativos?

B: Sim.

C: Mas então quer dizer que o passivo que vocês recebem dos clientes e o ativo que vocês emprestam... são a mesma coisa!

B: Nossa! Eu não seria tão categórico!

C: Eu deposito R$1.000 em minha conta e o banco me deve esse dinheiro (que é o passivo), mas eis que o emprestam a outra pessoa (o ativo) e ele... tem que devolvê-lo. Mas... não são os mesmos R$1.000?

B: Com certeza!

C: Então, se ambas as operações se anulam... os bancos NÃO TÊM NENHUM DINHEIRO!

B: Isso é só em teoria...

C: Esqueça a teoria. Se não têm dinheiro... de onde tiram suas reservas?

B: Já lhe disse... é simplesmente dinheiro que ganhamos...

C: Como?

B: Se o senhor nos traz R$1.000, só utilizará, em princípio, dez por cento dessa quantia. Os pagamentos grandes são feitos com talão. Nós guardamos R$100 para quando o senhor precisar de dinheiro propriamente dito.

C: E o resto?

B: Bem, a partir de cada um daqueles R$100 restantes lucramos R$1.000.

C: Vocês lucram R$9.000 com base nos meus R$1.000 iniciais?

B: Claro, pois da mesma forma que o senhor só utiliza R$100 dos R$1.000, com os outros acontece o mesmo.

C: E cobram juros?

B: Claro, ao redor de 19% a 20%, que seria o lucro.

C: Mas são 20% sobre R$9.000 a partir de R$1.000!

B: Algo assim.

C: E por que não é meu esse lucro? Afinal, não se trata do meu dinheiro?

B: É a aplicação das teorias bancárias...

C: Mas tenho que cobrar-lhes juros, pois se trata do meu dinheiro!

B: Isso o senhor já faz. Dependerá do tipo de conta, desde 0.5% até 6%
ou 8% para depósitos a prazo, dependendo da taxa.

C: Mas que negócio estou fazendo!

B: Claro que esse juro o senhor recebe no caso de não retirar seu dinheiro.

C: Mas é claro que vou retirá-lo! Se pensasse nunca mais sacá-lo... eu o teria enterrado no jardim!

B: Não vamos gostar se o sacar de novo...

C: Por que não? Se o mantenho no banco, o senhor me disse que é passivo (dinheiro que vocês devem)... Penso eu que os senhores ficarão contentes por ver que reduzo suas dívidas.

B: Não! Isso não nos interessa.... Se o senhor o retirar não poderemos emprestá-lo a ninguém!

C: Mas se quero sacá-lo, terão que dá-lo a mim!

B: Certamente.

C: Então... suponha que já emprestaram meu dinheiro a outro cliente.

B: Nesse caso lhe daremos o dinheiro de outra pessoa.

C: Mas... e se essa pessoa também o quiser?

B: O senhor está sendo propositadamente obtuso!

C: Pois eu acho que estou sendo é agudo. O que aconteceria se todo mundo quisesse seu dinheiro ao mesmo tempo?

B: A teoria bancária diz que isso não acontecerá NUNCA.

C: Quer dizer que os bancos têm por princípio NÃO SE VEREM OBRIGADOS A CUMPRIR COM SEUS COMPROMISSOS.

B: Eu não exporia a questão nesses termos...

C: Claro. Enfim, acho que já falamos bastante.

B: Bem, prezado cliente, agora o senhor não tem mais que depositar uma quantia para abrir sua conta.

C: Ah, sim, agradeço. Mas, pensando bem, se vou abrir uma conta... não seria melhor negócio que eu abrisse um banco?


Fonte:
http://www.samamultimidia.com.br/port/catalogo/art04-bancos .html

Cartão complicado


Um cartão complicado.

A rasão de eu contar aqui esta história, e mais para advertir o usuário de cartão de crédito,para as sacanagens que existe no setor bancário.
Parece que governo e bancos dormem juntos e todos os dias tomam o café da manhã comentando um com outro das ciladas feitas ao clientes contribuites.
Tinha eu um cartão de crédito mastercard do banespa.Por muitos anos trabalhei com o banco.No ano passado fomos obrigados a abrir conta na caixa estadual, pois em uma manobra do governo paulista foi centralizado toda conta de funcionários e pensionistas do estado naquele banco.

Daí começou a disputa pelos clientes, travada pelos dois bancos.
Para os clientes restava apenas se sujeitar ao sistema.Quando foi em maio de
2007,acabei encerrando a conta no santander banespa.

Tinha também o cartão de crédito que não poderia ser cancelado devido a uma conta parcelada que estava pagando.O gerente frisou que o cartão poderia ser usado independente da conta corrente no banco, e que poderia ser pago em qualquer lugar.


A partir da data do encerramento da conta, não veio mais a fatura do cartão.Quando chegava o dia do vencimento ia eu lá sem informação alguma, para pagar no caixa a conta.O próprio caixa ficava meio perdido quando eu pedia para me informar a conta que deveria ser paga.

Vocês sabem que conta de cartão de crédito não se deve atrasar em hipótese alguma.Os juros vem em cascata.Liguei para o atendimento várias vezes. Davam desculpas várias, mas nunca veio a solução.Os cartões de crédito , nunca são resolvidos(os pepinos) no banco.Voce sempre tem que ligar para um telefone,que diz na propaganda é uma beleza.

Êsse telefone é como uma árvore.tudo é feito para dificultar e fazer você
desistir.Então a gente liga e é atendido por uma gravação que dá um monte de números que vc deverá digitar conforme o assunto.

A gente vai pulando de galho em galho e depois de alguma demora conseguimos encontrar um número que condiz com nosso problema.Cancelamento de cartão é um dos últimos.


Depois de nove meses pagando a conta no caixa e sem receber fatura alguma,liguei lá e fui implacavel.(Lembre-se que tem que ser implacável, se
não a atendente o enrola e vc continua com o cartão.)
Consegui cancelar meu cartão.

Bem aventurado é quem consegue viver sem ter conta em banco.Agora vou fazer um pedido ao presidente, para que me mande um daqueles cartões corporativos, que dizem, é uma maravilha.Afinal , sou brasileiro como aquela turma de brasilia e tambem mereço.